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Revista DBO | “Estão demonizando a carne vermelha”

Médico gaúcho José Carlos Souto, o Dr. Souto com mais de 300 mil seguidores no Instagram, coloca em xeque a demonização da carne vermelha e a tentativa de vender como naturais produtos ultraprocessados

José Carlos Souto, médico gaúcho e um dos fundadores e presidente da Associação Brasileira Low Carb – ABLC, que existiu entre 2018 e 2022.

Por Ariosto Mesquita

Em 2011, a leitura do livro “Por que Engordamos”, de Gary Taubes, mudou a vida do médico gaúcho José Carlos Souto. De lá pra cá, ele passou a focar seu trabalho na ciência low carb (baixo carboidrato), orientando pacientes a priorizar o consumo de proteínas, sobretudo de origem animal. Dr. Souto, como é conhecido, também sentiu na pele os efeitos da dieta. “Perdi quase 20 kg seguindo esta estratégia”, conta.

Com base em muita ciência e com um discurso extremamente acessível, quase “pop”, não demorou muito para que seu trabalho ganhasse as redes sociais e bombasse em popularidade. No final do último mês de agosto, seu perfil no Instagram já somava mais de 323.000 seguidores, alimentando um status de celebridade e forte influenciador digital no auge dos seus 51 anos de idade.

Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita, Dr. Souto (um dos fundadores e presidente da Associação Brasileira Low Carb – ABLC, que existiu entre 2018 e 2022) coloca em xeque a credibilidade de estudos observacionais que “demonizam” a carne vermelha, critica a camuflagem de ultraprocessados como “naturais” ou “veganos”, desmistifica as mensagens que relacionam carne vermelha diretamente com doenças cardíacas ou diabetes e oferece argumentos para a cadeia da carne bovina se defender.

Além disso, como cidadão e estudioso, ele dá seus pitacos quando o assunto ruma para a relação entre a bovinocultura e o aquecimento global: “Está se fazendo uma grande cortina de fumaça com a pecuária para que as pessoas deixem de ver o grande elefante das emissões de gases: a queima de combustíveis fósseis”.

 

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Em 2011, a leitura do livro “Por que Engordamos”, de Gary Taubes, mudou a vida do médico gaúcho José Carlos Souto. De lá pra cá, ele passou a focar seu trabalho na ciência low carb (baixo carboidrato), orientando pacientes a priorizar o consumo de proteínas, sobretudo de origem animal. Dr. Souto, como é conhecido, também sentiu na pele os efeitos da dieta. “Perdi quase 20 kg seguindo esta estratégia”, conta.

Com base em muita ciência e com um discurso extremamente acessível, quase “pop”, não demorou muito para que seu trabalho ganhasse as redes sociais e bombasse em popularidade. No final do último mês de agosto, seu perfil no Instagram já somava mais de 323.000 seguidores, alimentando um status de celebridade e forte influenciador digital no auge dos seus 51 anos de idade.

Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita, Dr. Souto (um dos fundadores e presidente da Associação Brasileira Low Carb – ABLC, que existiu entre 2018 e 2022) coloca em xeque a credibilidade de estudos observacionais que “demonizam” a carne vermelha, critica a camuflagem de ultraprocessados como “naturais” ou “veganos”, desmistifica as mensagens que relacionam carne vermelha diretamente com doenças cardíacas ou diabetes e oferece argumentos para a cadeia da carne bovina se defender.

Além disso, como cidadão e estudioso, ele dá seus pitacos quando o assunto ruma para a relação entre a bovinocultura e o aquecimento global: “Está se fazendo uma grande cortina de fumaça com a pecuária para que as pessoas deixem de ver o grande elefante das emissões de gases: a queima de combustíveis fósseis”.

 

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Em 2011, a leitura do livro “Por que Engordamos”, de Gary Taubes, mudou a vida do médico gaúcho José Carlos Souto. De lá pra cá, ele passou a focar seu trabalho na ciência low carb (baixo carboidrato), orientando pacientes a priorizar o consumo de proteínas, sobretudo de origem animal. Dr. Souto, como é conhecido, também sentiu na pele os efeitos da dieta. “Perdi quase 20 kg seguindo esta estratégia”, conta.

Com base em muita ciência e com um discurso extremamente acessível, quase “pop”, não demorou muito para que seu trabalho ganhasse as redes sociais e bombasse em popularidade. No final do último mês de agosto, seu perfil no Instagram já somava mais de 323.000 seguidores, alimentando um status de celebridade e forte influenciador digital no auge dos seus 51 anos de idade.

Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita, Dr. Souto (um dos fundadores e presidente da Associação Brasileira Low Carb – ABLC, que existiu entre 2018 e 2022) coloca em xeque a credibilidade de estudos observacionais que “demonizam” a carne vermelha, critica a camuflagem de ultraprocessados como “naturais” ou “veganos”, desmistifica as mensagens que relacionam carne vermelha diretamente com doenças cardíacas ou diabetes e oferece argumentos para a cadeia da carne bovina se defender.

Além disso, como cidadão e estudioso, ele dá seus pitacos quando o assunto ruma para a relação entre a bovinocultura e o aquecimento global: “Está se fazendo uma grande cortina de fumaça com a pecuária para que as pessoas deixem de ver o grande elefante das emissões de gases: a queima de combustíveis fósseis”.

 

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Com base em muita ciência e com um discurso extremamente acessível, quase “pop”, não demorou muito para que seu trabalho ganhasse as redes sociais e bombasse em popularidade. No final do último mês de agosto, seu perfil no Instagram já somava mais de 323.000 seguidores, alimentando um status de celebridade e forte influenciador digital no auge dos seus 51 anos de idade.

Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita, Dr. Souto (um dos fundadores e presidente da Associação Brasileira Low Carb – ABLC, que existiu entre 2018 e 2022) coloca em xeque a credibilidade de estudos observacionais que “demonizam” a carne vermelha, critica a camuflagem de ultraprocessados como “naturais” ou “veganos”, desmistifica as mensagens que relacionam carne vermelha diretamente com doenças cardíacas ou diabetes e oferece argumentos para a cadeia da carne bovina se defender.

Além disso, como cidadão e estudioso, ele dá seus pitacos quando o assunto ruma para a relação entre a bovinocultura e o aquecimento global: “Está se fazendo uma grande cortina de fumaça com a pecuária para que as pessoas deixem de ver o grande elefante das emissões de gases: a queima de combustíveis fósseis”.

 

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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Além disso, como cidadão e estudioso, ele dá seus pitacos quando o assunto ruma para a relação entre a bovinocultura e o aquecimento global: “Está se fazendo uma grande cortina de fumaça com a pecuária para que as pessoas deixem de ver o grande elefante das emissões de gases: a queima de combustíveis fósseis”.

 

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Em 2011, a leitura do livro “Por que Engordamos”, de Gary Taubes, mudou a vida do médico gaúcho José Carlos Souto. De lá pra cá, ele passou a focar seu trabalho na ciência low carb (baixo carboidrato), orientando pacientes a priorizar o consumo de proteínas, sobretudo de origem animal. Dr. Souto, como é conhecido, também sentiu na pele os efeitos da dieta. “Perdi quase 20 kg seguindo esta estratégia”, conta.

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Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita, Dr. Souto (um dos fundadores e presidente da Associação Brasileira Low Carb – ABLC, que existiu entre 2018 e 2022) coloca em xeque a credibilidade de estudos observacionais que “demonizam” a carne vermelha, critica a camuflagem de ultraprocessados como “naturais” ou “veganos”, desmistifica as mensagens que relacionam carne vermelha diretamente com doenças cardíacas ou diabetes e oferece argumentos para a cadeia da carne bovina se defender.

Além disso, como cidadão e estudioso, ele dá seus pitacos quando o assunto ruma para a relação entre a bovinocultura e o aquecimento global: “Está se fazendo uma grande cortina de fumaça com a pecuária para que as pessoas deixem de ver o grande elefante das emissões de gases: a queima de combustíveis fósseis”.

 

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