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Em 10 anos, a eficiência alimentar deu grande salto

O Brasil vem se especializando nos testes de eficiência alimentar e os resultados começam a ganhar destaque; LEIA o artigo de Marcelo Ribas, da GA+ Intergado

Ração sendo distribuída em cochos automatizados próprios para provas de eficiência alimentar.
Marcelo Ribas

Por Marcelo Ribas – Médico veterinário, doutor em Zootecnia, especialista em inovação e pecuária de precisão e vice-presidente da GA + Intergado

Faz pouco mais de uma década que o Brasil vem se especializando nos testes de eficiência alimentar e os resultados deste intenso esforço já começam a ganhar destaque, tornando o País uma referência no tema. Importante instrumento para selecionar animais de alto desempenho e baixo consumo de alimentos, as provas nacionais incrementaram a base de dados para eficiência alimentar em 1.200% desde 2011. Esse importante avanço acontece, justamente, em um momento de forte alta dos custos de produção (especialmente insumos para suplementos/rações) e de pressão para redução nas emissões de gases de efeito-estufa, o que exige maior eficiência no uso dos alimentos.

A eficiência alimentar, em linhas gerais, é uma característica genética transferida dos pais para a progênie e tem herdabilidade entre alta e moderada. As provas para essa característica surgiram como um importante instrumento de verificação e têm como objetivo selecionar, em rebanhos contemporâneos, animais de alto desempenho que sejam mais eficientes no uso de alimentos para produção de carne e, portanto, mais baratos de se manter.

Pesquisas científicas têm mostrado que a seleção de animais mais eficientes representa economia de até 15% em alimento por quilo ganho, no decorrer de apenas duas gerações. Apontam, ainda, que animais com avaliação genética favorável para eficiência alimentar de -1 kg/cab/dia, em confinamento, fornecem progênie com eficiência alimentar 41% mais alta a pasto, crescendo 19% mais rápido, sem aumento no consumo.

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Faz pouco mais de uma década que o Brasil vem se especializando nos testes de eficiência alimentar e os resultados deste intenso esforço já começam a ganhar destaque, tornando o País uma referência no tema. Importante instrumento para selecionar animais de alto desempenho e baixo consumo de alimentos, as provas nacionais incrementaram a base de dados para eficiência alimentar em 1.200% desde 2011. Esse importante avanço acontece, justamente, em um momento de forte alta dos custos de produção (especialmente insumos para suplementos/rações) e de pressão para redução nas emissões de gases de efeito-estufa, o que exige maior eficiência no uso dos alimentos.

A eficiência alimentar, em linhas gerais, é uma característica genética transferida dos pais para a progênie e tem herdabilidade entre alta e moderada. As provas para essa característica surgiram como um importante instrumento de verificação e têm como objetivo selecionar, em rebanhos contemporâneos, animais de alto desempenho que sejam mais eficientes no uso de alimentos para produção de carne e, portanto, mais baratos de se manter.

Pesquisas científicas têm mostrado que a seleção de animais mais eficientes representa economia de até 15% em alimento por quilo ganho, no decorrer de apenas duas gerações. Apontam, ainda, que animais com avaliação genética favorável para eficiência alimentar de -1 kg/cab/dia, em confinamento, fornecem progênie com eficiência alimentar 41% mais alta a pasto, crescendo 19% mais rápido, sem aumento no consumo.

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A eficiência alimentar, em linhas gerais, é uma característica genética transferida dos pais para a progênie e tem herdabilidade entre alta e moderada. As provas para essa característica surgiram como um importante instrumento de verificação e têm como objetivo selecionar, em rebanhos contemporâneos, animais de alto desempenho que sejam mais eficientes no uso de alimentos para produção de carne e, portanto, mais baratos de se manter.

Pesquisas científicas têm mostrado que a seleção de animais mais eficientes representa economia de até 15% em alimento por quilo ganho, no decorrer de apenas duas gerações. Apontam, ainda, que animais com avaliação genética favorável para eficiência alimentar de -1 kg/cab/dia, em confinamento, fornecem progênie com eficiência alimentar 41% mais alta a pasto, crescendo 19% mais rápido, sem aumento no consumo.

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A eficiência alimentar, em linhas gerais, é uma característica genética transferida dos pais para a progênie e tem herdabilidade entre alta e moderada. As provas para essa característica surgiram como um importante instrumento de verificação e têm como objetivo selecionar, em rebanhos contemporâneos, animais de alto desempenho que sejam mais eficientes no uso de alimentos para produção de carne e, portanto, mais baratos de se manter.

Pesquisas científicas têm mostrado que a seleção de animais mais eficientes representa economia de até 15% em alimento por quilo ganho, no decorrer de apenas duas gerações. Apontam, ainda, que animais com avaliação genética favorável para eficiência alimentar de -1 kg/cab/dia, em confinamento, fornecem progênie com eficiência alimentar 41% mais alta a pasto, crescendo 19% mais rápido, sem aumento no consumo.

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A eficiência alimentar, em linhas gerais, é uma característica genética transferida dos pais para a progênie e tem herdabilidade entre alta e moderada. As provas para essa característica surgiram como um importante instrumento de verificação e têm como objetivo selecionar, em rebanhos contemporâneos, animais de alto desempenho que sejam mais eficientes no uso de alimentos para produção de carne e, portanto, mais baratos de se manter.

Pesquisas científicas têm mostrado que a seleção de animais mais eficientes representa economia de até 15% em alimento por quilo ganho, no decorrer de apenas duas gerações. Apontam, ainda, que animais com avaliação genética favorável para eficiência alimentar de -1 kg/cab/dia, em confinamento, fornecem progênie com eficiência alimentar 41% mais alta a pasto, crescendo 19% mais rápido, sem aumento no consumo.

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A eficiência alimentar, em linhas gerais, é uma característica genética transferida dos pais para a progênie e tem herdabilidade entre alta e moderada. As provas para essa característica surgiram como um importante instrumento de verificação e têm como objetivo selecionar, em rebanhos contemporâneos, animais de alto desempenho que sejam mais eficientes no uso de alimentos para produção de carne e, portanto, mais baratos de se manter.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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A eficiência alimentar, em linhas gerais, é uma característica genética transferida dos pais para a progênie e tem herdabilidade entre alta e moderada. As provas para essa característica surgiram como um importante instrumento de verificação e têm como objetivo selecionar, em rebanhos contemporâneos, animais de alto desempenho que sejam mais eficientes no uso de alimentos para produção de carne e, portanto, mais baratos de se manter.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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