Fintech paulista, que atua no setor desde 2018, cria modalidade de investimento na pecuária com operação protegida
Animais da Finpec em confinamento parceiro, no município de Altinópolis (SP).
Por Brás Henrique
É comum, e recomendável, que os pecuaristas de gado de elite, com bois selecionados para reprodução, façam seguro dos animais arrematados em leilões, desde o transporte até sua chegada e adaptação na fazenda. Os altos valores envolvidos nessas negociações com bovinos PO levam à contratação de apólices, mas os produtores de gado de corte, especialmente confinadores, também podem proteger suas operações, já que trabalham com ativos vivos e perdas podem comprometer suas margens.
É o que vem fazendo a FinPec Agronegócios, startup financeira (fintech) sediada na capital paulista. Ela atua no setor desde 2018, oferecendo investimentos lastreados em bovinos, que são adquiridos magros, colocados em um confinamento parceiro para engorda, vendidos a futuro e segurados, para evitar qualquer prejuízo ao investidor e à FinPec. Atualmente, a empresa administra 30.000 cabeças alojadas em instalações espalhadas por oito Estados brasileiros (SP, MG, GO, TO, MS, MT, PA e RS). Os maiores estão na região norte de São Paulo: Buritama (capacidade estática para 10.000 cabeças), Bebedouro (8.000) e Altinópolis (7.000).
A FinPec foi criada pelos administradores Fernando Sartori e Michel Torteli, junto com o empresário Celso Fugolin. Com experiência em frigorífico (trabalhou na mesa de operações da Minerva Foods), Torteli decidiu “levar a pecuária para a Faria Lima” [centro financeiro de São Paulo] . O investimento mínimo é de R$ 5.000 e deve ser depositado numa conta digital do BRP (Banco Ribeirão Preto), que é um dos sócios da FinPec.
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É comum, e recomendável, que os pecuaristas de gado de elite, com bois selecionados para reprodução, façam seguro dos animais arrematados em leilões, desde o transporte até sua chegada e adaptação na fazenda. Os altos valores envolvidos nessas negociações com bovinos PO levam à contratação de apólices, mas os produtores de gado de corte, especialmente confinadores, também podem proteger suas operações, já que trabalham com ativos vivos e perdas podem comprometer suas margens.
É o que vem fazendo a FinPec Agronegócios, startup financeira (fintech) sediada na capital paulista. Ela atua no setor desde 2018, oferecendo investimentos lastreados em bovinos, que são adquiridos magros, colocados em um confinamento parceiro para engorda, vendidos a futuro e segurados, para evitar qualquer prejuízo ao investidor e à FinPec. Atualmente, a empresa administra 30.000 cabeças alojadas em instalações espalhadas por oito Estados brasileiros (SP, MG, GO, TO, MS, MT, PA e RS). Os maiores estão na região norte de São Paulo: Buritama (capacidade estática para 10.000 cabeças), Bebedouro (8.000) e Altinópolis (7.000).
A FinPec foi criada pelos administradores Fernando Sartori e Michel Torteli, junto com o empresário Celso Fugolin. Com experiência em frigorífico (trabalhou na mesa de operações da Minerva Foods), Torteli decidiu “levar a pecuária para a Faria Lima” [centro financeiro de São Paulo] . O investimento mínimo é de R$ 5.000 e deve ser depositado numa conta digital do BRP (Banco Ribeirão Preto), que é um dos sócios da FinPec.
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É o que vem fazendo a FinPec Agronegócios, startup financeira (fintech) sediada na capital paulista. Ela atua no setor desde 2018, oferecendo investimentos lastreados em bovinos, que são adquiridos magros, colocados em um confinamento parceiro para engorda, vendidos a futuro e segurados, para evitar qualquer prejuízo ao investidor e à FinPec. Atualmente, a empresa administra 30.000 cabeças alojadas em instalações espalhadas por oito Estados brasileiros (SP, MG, GO, TO, MS, MT, PA e RS). Os maiores estão na região norte de São Paulo: Buritama (capacidade estática para 10.000 cabeças), Bebedouro (8.000) e Altinópolis (7.000).
A FinPec foi criada pelos administradores Fernando Sartori e Michel Torteli, junto com o empresário Celso Fugolin. Com experiência em frigorífico (trabalhou na mesa de operações da Minerva Foods), Torteli decidiu “levar a pecuária para a Faria Lima” [centro financeiro de São Paulo] . O investimento mínimo é de R$ 5.000 e deve ser depositado numa conta digital do BRP (Banco Ribeirão Preto), que é um dos sócios da FinPec.
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A FinPec foi criada pelos administradores Fernando Sartori e Michel Torteli, junto com o empresário Celso Fugolin. Com experiência em frigorífico (trabalhou na mesa de operações da Minerva Foods), Torteli decidiu “levar a pecuária para a Faria Lima” [centro financeiro de São Paulo] . O investimento mínimo é de R$ 5.000 e deve ser depositado numa conta digital do BRP (Banco Ribeirão Preto), que é um dos sócios da FinPec.
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É o que vem fazendo a FinPec Agronegócios, startup financeira (fintech) sediada na capital paulista. Ela atua no setor desde 2018, oferecendo investimentos lastreados em bovinos, que são adquiridos magros, colocados em um confinamento parceiro para engorda, vendidos a futuro e segurados, para evitar qualquer prejuízo ao investidor e à FinPec. Atualmente, a empresa administra 30.000 cabeças alojadas em instalações espalhadas por oito Estados brasileiros (SP, MG, GO, TO, MS, MT, PA e RS). Os maiores estão na região norte de São Paulo: Buritama (capacidade estática para 10.000 cabeças), Bebedouro (8.000) e Altinópolis (7.000).
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