Recria confinada “esticada” ganha adeptos no Paraná
Produtores da Cooperativa Maria Macia atrasam momento de entrada dos animais no confinamento para reduzir custos da engorda
Novilhos em recria intensiva na Fazenda Santa Rita, em Prudentópolis (PR): 250 dias de recria no cocho para diminuir gastos com confinamento. (Foto: Nicolau Chodoma)
Por Renato Villela
Produtores paranaenses que trabalham com sistemas intensivos, visando alta produção de arrobas por hectare, encontraram uma forma de driblar a alta dos insumos, em especial do milho, e reduzir os custos com a terminação. A estratégia não está na etapa final do ciclo, mas um passo atrás, na recria. Logo após a desmama, os animais vão para uma espécie de “recria confinada”, onde permanecem por 180 dias ou mais, consumindo uma dieta à base de volumoso, com foco no desenvolvimento corporal.
Quanto mais peso ganham durante essa estadia, menos tempo terão de confinamento. A vantagem fica evidente nos números. Enquanto a diária à base de silagem de milho gira em torno de R$ 4,50/cab, a de terminação pode chegar tranquilamente a R$ 15/cab, considerando-se apenas o custo de nutrição.
“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
Paulo Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia.
Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
A técnica difere do “sequestro” ou “resgate”, que é a manutenção de animais a cocho em períodos de transição (quando falta pasto), por pouco tempo (30-60 dias) e com ganhos medianos (500 e 600 g/cab/dia). Já a “recria a cocho” é mais longa (120-250 dias) e visa ganhos de 1 a 1,2 kg/cab/dia, tratando os animais com volumoso na proporção de até 2,4% do peso vivo.
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Produtores paranaenses que trabalham com sistemas intensivos, visando alta produção de arrobas por hectare, encontraram uma forma de driblar a alta dos insumos, em especial do milho, e reduzir os custos com a terminação. A estratégia não está na etapa final do ciclo, mas um passo atrás, na recria. Logo após a desmama, os animais vão para uma espécie de “recria confinada”, onde permanecem por 180 dias ou mais, consumindo uma dieta à base de volumoso, com foco no desenvolvimento corporal.
Quanto mais peso ganham durante essa estadia, menos tempo terão de confinamento. A vantagem fica evidente nos números. Enquanto a diária à base de silagem de milho gira em torno de R$ 4,50/cab, a de terminação pode chegar tranquilamente a R$ 15/cab, considerando-se apenas o custo de nutrição.
“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
Paulo Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia.
Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
A técnica difere do “sequestro” ou “resgate”, que é a manutenção de animais a cocho em períodos de transição (quando falta pasto), por pouco tempo (30-60 dias) e com ganhos medianos (500 e 600 g/cab/dia). Já a “recria a cocho” é mais longa (120-250 dias) e visa ganhos de 1 a 1,2 kg/cab/dia, tratando os animais com volumoso na proporção de até 2,4% do peso vivo.
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Produtores paranaenses que trabalham com sistemas intensivos, visando alta produção de arrobas por hectare, encontraram uma forma de driblar a alta dos insumos, em especial do milho, e reduzir os custos com a terminação. A estratégia não está na etapa final do ciclo, mas um passo atrás, na recria. Logo após a desmama, os animais vão para uma espécie de “recria confinada”, onde permanecem por 180 dias ou mais, consumindo uma dieta à base de volumoso, com foco no desenvolvimento corporal.
Quanto mais peso ganham durante essa estadia, menos tempo terão de confinamento. A vantagem fica evidente nos números. Enquanto a diária à base de silagem de milho gira em torno de R$ 4,50/cab, a de terminação pode chegar tranquilamente a R$ 15/cab, considerando-se apenas o custo de nutrição.
“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
Paulo Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia.
Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
A técnica difere do “sequestro” ou “resgate”, que é a manutenção de animais a cocho em períodos de transição (quando falta pasto), por pouco tempo (30-60 dias) e com ganhos medianos (500 e 600 g/cab/dia). Já a “recria a cocho” é mais longa (120-250 dias) e visa ganhos de 1 a 1,2 kg/cab/dia, tratando os animais com volumoso na proporção de até 2,4% do peso vivo.
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“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
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Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
A técnica difere do “sequestro” ou “resgate”, que é a manutenção de animais a cocho em períodos de transição (quando falta pasto), por pouco tempo (30-60 dias) e com ganhos medianos (500 e 600 g/cab/dia). Já a “recria a cocho” é mais longa (120-250 dias) e visa ganhos de 1 a 1,2 kg/cab/dia, tratando os animais com volumoso na proporção de até 2,4% do peso vivo.
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Quanto mais peso ganham durante essa estadia, menos tempo terão de confinamento. A vantagem fica evidente nos números. Enquanto a diária à base de silagem de milho gira em torno de R$ 4,50/cab, a de terminação pode chegar tranquilamente a R$ 15/cab, considerando-se apenas o custo de nutrição.
“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
Paulo Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia.
Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
A técnica difere do “sequestro” ou “resgate”, que é a manutenção de animais a cocho em períodos de transição (quando falta pasto), por pouco tempo (30-60 dias) e com ganhos medianos (500 e 600 g/cab/dia). Já a “recria a cocho” é mais longa (120-250 dias) e visa ganhos de 1 a 1,2 kg/cab/dia, tratando os animais com volumoso na proporção de até 2,4% do peso vivo.
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“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
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Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
A técnica difere do “sequestro” ou “resgate”, que é a manutenção de animais a cocho em períodos de transição (quando falta pasto), por pouco tempo (30-60 dias) e com ganhos medianos (500 e 600 g/cab/dia). Já a “recria a cocho” é mais longa (120-250 dias) e visa ganhos de 1 a 1,2 kg/cab/dia, tratando os animais com volumoso na proporção de até 2,4% do peso vivo.
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“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
Paulo Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia.
Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
A técnica difere do “sequestro” ou “resgate”, que é a manutenção de animais a cocho em períodos de transição (quando falta pasto), por pouco tempo (30-60 dias) e com ganhos medianos (500 e 600 g/cab/dia). Já a “recria a cocho” é mais longa (120-250 dias) e visa ganhos de 1 a 1,2 kg/cab/dia, tratando os animais com volumoso na proporção de até 2,4% do peso vivo.
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Quanto mais peso ganham durante essa estadia, menos tempo terão de confinamento. A vantagem fica evidente nos números. Enquanto a diária à base de silagem de milho gira em torno de R$ 4,50/cab, a de terminação pode chegar tranquilamente a R$ 15/cab, considerando-se apenas o custo de nutrição.
“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
Paulo Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia.
Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
A técnica difere do “sequestro” ou “resgate”, que é a manutenção de animais a cocho em períodos de transição (quando falta pasto), por pouco tempo (30-60 dias) e com ganhos medianos (500 e 600 g/cab/dia). Já a “recria a cocho” é mais longa (120-250 dias) e visa ganhos de 1 a 1,2 kg/cab/dia, tratando os animais com volumoso na proporção de até 2,4% do peso vivo.
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Quanto mais peso ganham durante essa estadia, menos tempo terão de confinamento. A vantagem fica evidente nos números. Enquanto a diária à base de silagem de milho gira em torno de R$ 4,50/cab, a de terminação pode chegar tranquilamente a R$ 15/cab, considerando-se apenas o custo de nutrição.
“Quando os produtores fizeram esse cálculo, decidiram espichar a recria a cocho, para produzir mais arrobas a custo menor”, relata o consultor Paulo Emílio Prohmann, responsável técnico da Cooperativa Maria Macia, que fica em Campo Mourão (PR), tem 170 filiados e abate 2.000 animais/mês, com padrão grill (machos inteiros, de até 2 dentes e acabamento mediano).
“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
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“Já conseguimos 10% de ágio em nosso produto, mas, hoje, com o mercado pressionado, está difícil. Os produtores têm mantido sua produção intensiva por causa da alta produtividade (até 150@/ha). É daí que vem o lucro”, diz Prohmann.
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Segundo ele, a “recria a cocho esticada” viabiliza todo o sistema, pois o milho caro tem feito os confinamentos praticamente trabalhar no vermelho, mesmo com a arroba valorizada.
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