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Queda geral nos preços dos cortes bovinos no atacado de SP

A carcaça casada encerrou a sexta-feira (31/1) com uma queda semanal de 1,1%, atingindo valor médio de R$ 21,73/kg, segundo a Agtrifatto
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Na última semana de janeiro/25, todos os cortes bovinos sofreram recuos no atacado de São Paulo, conforme dados apurados pela Agrifatto.

A carcaça casada bovina encerrou a sexta-feira (31/1) com uma queda de 1,1% sobre o valor registrado na sexta-feira anterior (24/1), com preço médio de R$ 21,73/kg.

Essa queda foi puxada sobretudo pela variação negativa no dianteiro bovino, que terminou a última semana valendo R$ 18,05/kg, em média, um recuo de 1,62% em relação ao preço do dia 24/1.

Na outra ponta, o traseiro bovino registrou recuo semanal de 1,26%, fechando a sexta-feira cotado a R$ 25,53/kg, na média.

Segundo a Agrifatto, diferença entre o preço do traseiro e do dianteiro bovino atingiu 40,9% em 31/1, o menor nível semanal desde a última semana de novembro/24.

“Isso mostra que a população brasileira tem priorizado cortes com menor valor agregado, como consequência da contas mais ‘apertadas’ após as festas de final de ano”, observa a Agrifatto.

Outras carnes

A carcaça especial suína seguiu caminho oposto ao preço da proteína bovina, apresentando uma valorização de 1,27% no comparativo semanal, ficando precificada em média a R$ 11,62/kg no dia 31/1, informa a Agrifatto.

“Após sucessivas quedas semanais, o suíno pode ter encontrado seu ponto de equilibro na casa dos R$ 11,50/kg, o que representa um avanço de mais de 20% frente o preço médio de janeiro/24”, relata a Agrifatto.

Frango também sobe

O frango resfriado foi pelo mesmo caminho da proteína suína, com expansão semanal de 0,31%, encerrando a sexta-feira (31/1) em R$ 8,19/kg, na média, diz a Agrifatto.

Segundo a consultoria, na última quarta-feira (29/1), a relação de troca entre o frango e a carcaça bovina atingiu o maior índice desde 10/10/2024, de 0,380 kg/kg.

Tal comportamento, diz a Agrifatto, reflete o período final do mês, quando o consumidor brasileiro normalmente está menos capitalizado, optando por proteínas mais baratas.

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