Preparação dos touros para a estação de monta vai além do exame andrológico
Avaliar as condições clínicas e estimar o potencial reprodutivo dos machos é imprescindível, mas há outras medidas de fundamental importância a serem consideradas
Na chegada à fazenda, é bom conferir documentação referente a exames e também verificar se os animais não sofreram alguma lesão.
Por Renato Villela
Quando se fala em preparação do touro para a estação de monta, logo se pensa no exame andrológico. Avaliar as condições clínicas e estimar o potencial reprodutivo dos machos é imprescindível, mas há outras medidas de fundamental importância a serem consideradas. As ações devem começar antes mesmo da estação reprodutiva e se estender até o seu término.
Além da avaliação visual e do protocolo sanitário e nutricional, o criador precisa ficar atento a particularidades do manejo (composição de lotes, relação touro:vaca, comportamento etc..), a fim de garantir a longevidade dos animais e assegurar o bom desempenho reprodutivo do plantel.
Para o veterinário Alexandre Louzada, da Repromais Consultoria, de Pontes e Lacerda, MT, os cuidados começam tão logo o animal chega na fazenda (no caso de compra). “O produtor deve se certificar se ele sofreu alguma lesão durante a viagem e conferir toda a documentação referente aos exames sanitários obrigatórios e o andrológico”, afirma.
Com o touro no curral, verifica-se se não há problema nos cascos – rachaduras, brocas ou feridas no meio das unhas (“gabarro”) – que podem comprometer sua locomoção.
“Em alguns casos recomenda-se o casqueamento, levando-se em conta a viabilidade de adotar esse procedimento na fazenda”, afirma.
Sempre que for possível, o casqueamento é bem-vindo.
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Quando se fala em preparação do touro para a estação de monta, logo se pensa no exame andrológico. Avaliar as condições clínicas e estimar o potencial reprodutivo dos machos é imprescindível, mas há outras medidas de fundamental importância a serem consideradas. As ações devem começar antes mesmo da estação reprodutiva e se estender até o seu término.
Além da avaliação visual e do protocolo sanitário e nutricional, o criador precisa ficar atento a particularidades do manejo (composição de lotes, relação touro:vaca, comportamento etc..), a fim de garantir a longevidade dos animais e assegurar o bom desempenho reprodutivo do plantel.
Para o veterinário Alexandre Louzada, da Repromais Consultoria, de Pontes e Lacerda, MT, os cuidados começam tão logo o animal chega na fazenda (no caso de compra). “O produtor deve se certificar se ele sofreu alguma lesão durante a viagem e conferir toda a documentação referente aos exames sanitários obrigatórios e o andrológico”, afirma.
Com o touro no curral, verifica-se se não há problema nos cascos – rachaduras, brocas ou feridas no meio das unhas (“gabarro”) – que podem comprometer sua locomoção.
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Quando se fala em preparação do touro para a estação de monta, logo se pensa no exame andrológico. Avaliar as condições clínicas e estimar o potencial reprodutivo dos machos é imprescindível, mas há outras medidas de fundamental importância a serem consideradas. As ações devem começar antes mesmo da estação reprodutiva e se estender até o seu término.
Além da avaliação visual e do protocolo sanitário e nutricional, o criador precisa ficar atento a particularidades do manejo (composição de lotes, relação touro:vaca, comportamento etc..), a fim de garantir a longevidade dos animais e assegurar o bom desempenho reprodutivo do plantel.
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Além da avaliação visual e do protocolo sanitário e nutricional, o criador precisa ficar atento a particularidades do manejo (composição de lotes, relação touro:vaca, comportamento etc..), a fim de garantir a longevidade dos animais e assegurar o bom desempenho reprodutivo do plantel.
Para o veterinário Alexandre Louzada, da Repromais Consultoria, de Pontes e Lacerda, MT, os cuidados começam tão logo o animal chega na fazenda (no caso de compra). “O produtor deve se certificar se ele sofreu alguma lesão durante a viagem e conferir toda a documentação referente aos exames sanitários obrigatórios e o andrológico”, afirma.
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