Apresentado Por:

Preços do boi gordo abrem agosto em alta na praça de SP, aponta Scot

Movimento de desvalorização da arroba perdeu força, resultando em recuperação nas cotações, informam os analistas
Compartilhe:

Continue depois da publicidade

Continue depois da publicidade

Nesta segunda-feira (4/8), a menor oferta de boiadas terminadas e a melhora no escoamento da carne bovina no mercado doméstico abriram espaço para uma alta de R$ 2/@ nos preços de todas as categorias negociadas nas praças de São Paulo. Dessa maneira, o valor do boi gordo “comum” subiu para R$ 297/@, enquanto o “boi-China” agora vale R$ 302/@ no mercado paulista (preços brutos, no prazo), informa a Scot Consultoria.

As fêmeas gordas estão cotadas em R$ 272/@ (vaca) e R$ 280/@ (novilha), acrescenta a Scot. Atualmente, as escalas de abate entre os frigoríficos paulistas atendem, em média, a sete dias, segundo levantamento da consultoria.

Em julho, relata a Agrifatto, o mercado brasileiro do boi gordo registrou recuperação, após semanas de pressão baixista, com valorização registrada em todas as praças analisadas.

Na sexta-feira, 1º de agosto, o mercado finalizou o dia em alta, com a arroba cotada a R$ 287,72 na média nacional, representando um aumento diário de 0,55%.

O destaque, afirma a Agrifatto, ficou para a região de Minas Gerais, cujo preço do boi gordo avançou 1,32% na comparação diária, com a arroba precificada a R$ 290,86.

No mercado futuro, a sexta-feira também foi de aumento para os preços dos contratos do boi gordo.

O papel com vencimento em novembro/25 teve alta de 1,33% na comparação diária, fechando a sessão da B3 valendo R$ 334,85/@.

Desde o início de julho, o mercado enfrentou forte pressão baixista, atingindo seu menor patamar de preço da arroba no dia 28/7, recorda a Agrifatto.

No entanto, ao longo da última semana, o movimento de desvalorização da arroba perdeu força, resultando em uma recuperação de 2,09% no período semanal.

Essa tendência de recuperação nas cotações foi impulsionada sobretudo pela menor disponibilidade de animais terminados e por uma atuação mais seletiva dos frigoríficos e, ao mesmo tempo, uma maior resistência na oferta de boiadas pelos pecuaristas, o que proporcionou maior equilíbrio ao mercado, justificam os analistas.

Gostou? Compartilhe:

Mais Lidas

1.

Encontre aqui a consultoria ideal para sua fazenda

Vídeos em destaque

Mais Lidas

Colunistas