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Plano de voo para o segundo giro de engorda

Simulações de Rogério Coan, da Coan Consultoria, indicam que, se conjuntura não melhorar, segundo giro de engorda renderá pouca alegria 

Rogério Marchiori Coan, da Coan Consultoria.

Por Rogério Marchiori Coan – Zootecnista e proprietário da Coan Consultoria, de Ribeirão Preto, SP.

Vamos iniciar o texto falando um pouco do passado, especificamente do ano de 2016. É quase unânime a opinião de que aquele ano foi repleto de tormentas, mesmo para os mais experientes “pilotos” da pecuária, sejam confinadores ou não. No início de 2016, já havia forte tendência de preços mais baixos para o boi gordo, tanto no mercado físico quanto na B3, apesar da margem ainda seguir relativamente atrativa para o confinador.

O preço dos insumos (principalmente do milho) e do boi magro traziam certa insegurança, porque, por melhor que fosse o “plano de voo” estabelecido, a chance de pouso forçado era grande. A volatilidade do mercado e a insegurança comandavam o espetáculo da pecuária, forçando técnicos, consultores e especialistas de mercado a exercitar ainda mais as contas para viabilizar o confinamento naquele ano.

Posto isto, qual seria a semelhança de 2016 com 2021? São muitas, ainda mais analisando o segundo giro de confinamento, onde o boi magro e insumos, principalmente o milho, continuam valorizados, principalmente devido às quebras de safra nos Estados produtores e especulações de mercado. Para complicar ainda mais a equação do lucro, o boi gordo na B3 e no físico seguem pressionados pela indústria frigorífica, incorrendo em quedas sucessivas nas cotações na última semana de agosto.

VEJA TAMBÉM | Recebimento dos animais em confinamento é a parte mais importante do processo de engorda, aponta pesquisador

Bom, tudo bem até aqui. Mas se a remuneração da arroba do boi gordo não for compatível, a operação não fecha as contas, correto? Exatamente e, é por isso, que temos de simular os custos e resultados, tendo como parâmetro os clientes da Coan Consultoria (ano-base 2021) localizados nos diferentes Estados já tradicionais na operação de confinamento, sendo: São Paulo (SP), Paraná (PR), Mato Grosso do Sul, Mato Grosso (MT), Rondônia (RO), Pará (PA), Tocantins (TO), Goiás (GO) e Minas Gerais (MG). Então vamos aos números!

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Vamos iniciar o texto falando um pouco do passado, especificamente do ano de 2016. É quase unânime a opinião de que aquele ano foi repleto de tormentas, mesmo para os mais experientes “pilotos” da pecuária, sejam confinadores ou não. No início de 2016, já havia forte tendência de preços mais baixos para o boi gordo, tanto no mercado físico quanto na B3, apesar da margem ainda seguir relativamente atrativa para o confinador.

O preço dos insumos (principalmente do milho) e do boi magro traziam certa insegurança, porque, por melhor que fosse o “plano de voo” estabelecido, a chance de pouso forçado era grande. A volatilidade do mercado e a insegurança comandavam o espetáculo da pecuária, forçando técnicos, consultores e especialistas de mercado a exercitar ainda mais as contas para viabilizar o confinamento naquele ano.

Posto isto, qual seria a semelhança de 2016 com 2021? São muitas, ainda mais analisando o segundo giro de confinamento, onde o boi magro e insumos, principalmente o milho, continuam valorizados, principalmente devido às quebras de safra nos Estados produtores e especulações de mercado. Para complicar ainda mais a equação do lucro, o boi gordo na B3 e no físico seguem pressionados pela indústria frigorífica, incorrendo em quedas sucessivas nas cotações na última semana de agosto.

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Bom, tudo bem até aqui. Mas se a remuneração da arroba do boi gordo não for compatível, a operação não fecha as contas, correto? Exatamente e, é por isso, que temos de simular os custos e resultados, tendo como parâmetro os clientes da Coan Consultoria (ano-base 2021) localizados nos diferentes Estados já tradicionais na operação de confinamento, sendo: São Paulo (SP), Paraná (PR), Mato Grosso do Sul, Mato Grosso (MT), Rondônia (RO), Pará (PA), Tocantins (TO), Goiás (GO) e Minas Gerais (MG). Então vamos aos números!

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Vamos iniciar o texto falando um pouco do passado, especificamente do ano de 2016. É quase unânime a opinião de que aquele ano foi repleto de tormentas, mesmo para os mais experientes “pilotos” da pecuária, sejam confinadores ou não. No início de 2016, já havia forte tendência de preços mais baixos para o boi gordo, tanto no mercado físico quanto na B3, apesar da margem ainda seguir relativamente atrativa para o confinador.

O preço dos insumos (principalmente do milho) e do boi magro traziam certa insegurança, porque, por melhor que fosse o “plano de voo” estabelecido, a chance de pouso forçado era grande. A volatilidade do mercado e a insegurança comandavam o espetáculo da pecuária, forçando técnicos, consultores e especialistas de mercado a exercitar ainda mais as contas para viabilizar o confinamento naquele ano.

Posto isto, qual seria a semelhança de 2016 com 2021? São muitas, ainda mais analisando o segundo giro de confinamento, onde o boi magro e insumos, principalmente o milho, continuam valorizados, principalmente devido às quebras de safra nos Estados produtores e especulações de mercado. Para complicar ainda mais a equação do lucro, o boi gordo na B3 e no físico seguem pressionados pela indústria frigorífica, incorrendo em quedas sucessivas nas cotações na última semana de agosto.

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Posto isto, qual seria a semelhança de 2016 com 2021? São muitas, ainda mais analisando o segundo giro de confinamento, onde o boi magro e insumos, principalmente o milho, continuam valorizados, principalmente devido às quebras de safra nos Estados produtores e especulações de mercado. Para complicar ainda mais a equação do lucro, o boi gordo na B3 e no físico seguem pressionados pela indústria frigorífica, incorrendo em quedas sucessivas nas cotações na última semana de agosto.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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O preço dos insumos (principalmente do milho) e do boi magro traziam certa insegurança, porque, por melhor que fosse o “plano de voo” estabelecido, a chance de pouso forçado era grande. A volatilidade do mercado e a insegurança comandavam o espetáculo da pecuária, forçando técnicos, consultores e especialistas de mercado a exercitar ainda mais as contas para viabilizar o confinamento naquele ano.

Posto isto, qual seria a semelhança de 2016 com 2021? São muitas, ainda mais analisando o segundo giro de confinamento, onde o boi magro e insumos, principalmente o milho, continuam valorizados, principalmente devido às quebras de safra nos Estados produtores e especulações de mercado. Para complicar ainda mais a equação do lucro, o boi gordo na B3 e no físico seguem pressionados pela indústria frigorífica, incorrendo em quedas sucessivas nas cotações na última semana de agosto.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Posto isto, qual seria a semelhança de 2016 com 2021? São muitas, ainda mais analisando o segundo giro de confinamento, onde o boi magro e insumos, principalmente o milho, continuam valorizados, principalmente devido às quebras de safra nos Estados produtores e especulações de mercado. Para complicar ainda mais a equação do lucro, o boi gordo na B3 e no físico seguem pressionados pela indústria frigorífica, incorrendo em quedas sucessivas nas cotações na última semana de agosto.

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