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Percevejo castanho torna-se inimigo nº1 das pastagens

De difícil controle, praga dizimou áreas no Mato Grosso em 2020 e já é considerada mais temível do que a cigarrinha, pois ataca sem ninguém ver

Área atacada pelo percevejo castanho no Mato Grosso.

Por Denis Cardoso

Quando os pastos da fazenda NovaPec, em Rondonópolis, MT, começaram a perder produtividade e morrer de maneira desenfreada, no final do ano passado, o pecuarista Arlindo Vilela e sua equipe desconfiaram da presença do percevejo castanho (inseto que suga a raiz do capim). Armaram-se de escavadeiras para buscar, no fundo do solo, evidências da praga.

A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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Quando os pastos da fazenda NovaPec, em Rondonópolis, MT, começaram a perder produtividade e morrer de maneira desenfreada, no final do ano passado, o pecuarista Arlindo Vilela e sua equipe desconfiaram da presença do percevejo castanho (inseto que suga a raiz do capim). Armaram-se de escavadeiras para buscar, no fundo do solo, evidências da praga.

A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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Quando os pastos da fazenda NovaPec, em Rondonópolis, MT, começaram a perder produtividade e morrer de maneira desenfreada, no final do ano passado, o pecuarista Arlindo Vilela e sua equipe desconfiaram da presença do percevejo castanho (inseto que suga a raiz do capim). Armaram-se de escavadeiras para buscar, no fundo do solo, evidências da praga.

A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

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Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

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A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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Área atacada pelo percevejo castanho no Mato Grosso.

Por Denis Cardoso

Quando os pastos da fazenda NovaPec, em Rondonópolis, MT, começaram a perder produtividade e morrer de maneira desenfreada, no final do ano passado, o pecuarista Arlindo Vilela e sua equipe desconfiaram da presença do percevejo castanho (inseto que suga a raiz do capim). Armaram-se de escavadeiras para buscar, no fundo do solo, evidências da praga.

A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

Área atacada pelo percevejo castanho no Mato Grosso.

Por Denis Cardoso

Quando os pastos da fazenda NovaPec, em Rondonópolis, MT, começaram a perder produtividade e morrer de maneira desenfreada, no final do ano passado, o pecuarista Arlindo Vilela e sua equipe desconfiaram da presença do percevejo castanho (inseto que suga a raiz do capim). Armaram-se de escavadeiras para buscar, no fundo do solo, evidências da praga.

A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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Quando os pastos da fazenda NovaPec, em Rondonópolis, MT, começaram a perder produtividade e morrer de maneira desenfreada, no final do ano passado, o pecuarista Arlindo Vilela e sua equipe desconfiaram da presença do percevejo castanho (inseto que suga a raiz do capim). Armaram-se de escavadeiras para buscar, no fundo do solo, evidências da praga.

A investigação confirmou as suspeitas, mas a descoberta se mostrou tardia: uma enorme e incontrolável população de percevejos castanhos já se alimentava ferozmente das raízes de grande parte dos pastos da propriedade, que se dedica à recria e engorda intensiva, em área de 691 ha de pastagens. “Foi muito rápido; o percevejo detonou tudo”, lamenta Vilela, acrescentando que os ataques mais ferozes ocorreram depois de uma sequência de “seis veranicos” registrados na região, ano passado.

Arlindo Vilela, da Novapec

A NovaPec é uma “fazenda conceito” e tornou-se referência na intensificação da atividade de recria/engorda a pasto. A propriedade também é conhecida por ceder parte de suas áreas para o desenvolvimento de pesquisas. Desde a descoberta dos terríveis insetos, uma equipe de técnicos ligada à Embrapa Gado de Corte realiza um trabalho in loco, sobre a flutuação populacional e os danos de percevejo castanho nas pastagens. “Além das investigações da Embrapa, já reunimos muita gente para alertar e debater sobre a gravidade do problema”, diz Vilela.

Segundo Francisco Manzi, diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a entidade pretende organizar um evento só para abordar o tema. “Estamos conversando com a Fundação MT e também com as associações de soja e algodão, pois sabemos que é um problema que atinge hoje várias culturas”, relata.

Vilela conta que, antes da descoberta da praga devastadora, acreditava-se que a perda de produtividade das pastagens estava ligada unicamente ao processo de degradação natural, por isso a fazenda começou a investir fortemente em adubação e controle de invasoras com herbicidas. “Porém, com o passar do tempo, vimos que essas ações não estavam surtindo o efeito desejado, o que nos fez desconfiar cada vez mais dos percevejos”, afirma o pecuarista.

Com a destruição de parte das pastagens, a NovaPec teve de reduzir drasticamente seu rebanho. “Nosso plantel sofreu redução de quase 40%, caindo de um total de quase 3.000 cabeças, no primeiro semestre de 2019, para cerca de 1.800, nos primeiros seis meses de 2020”, calcula. “Com a diminuição do rebanho, o custo fixo da fazenda subiu 18%”, calcula.

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