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Manejo rotatínuo em expansão nas fazendas de corte

Conceito de manejo que prioriza o comportamento de consumo do animal ganha força nas propriedades e chega ao Brasil Central com ajustes

Animais em pasto de Piatã em manejo rotatínuo na Fazenda Guarita, localizada em Rondonópolis, no MT.

Por Ariosto Mesquita

Em 2018, Edicarlos Damacena, engenheiro agrônomo e professor da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), recebeu um pedido de seu cunhado e criador de bezerros, Gabriel Ferracini Barachi, para auxiliá-lo no início de um processo de intensificação de sua propriedade, a Fazenda São Gabriel, em Pedra Preta, no sul de Mato Grosso.

“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O sistema mescla preceitos dos sistemas contínuo com o rotacionado, privilegiando o desempenho individual do animal, que passa a comer apenas “ponta de folha”, fração do capim com maior teor de nutrientes.

Damacena foi coorientado por Faccio durante seu doutorado em Ciência do Solo, entre 2006 e 2008, e é um dos muitos ex-alunos do professor gaúcho a apostar no rotatínuo, ajudando a difundi-lo no Brasil. Somente no MT, ele estima que o sistema seja adotado atualmente em mais de 1.000 ha, área que pode triplicar nos próximos dois anos.

VEJA TAMBÉM | Rotacionado morro acima

Em 2013, quando o rotatínuo foi lançado no Congresso Internacional de Pastagens, em Sidney, Austrália, DBO apresentou-o em reportagem de capa. No texto, a editora Maristela Franco lembrava que, até então, o modelo proposto por Faccio era “pouco conhecido pelos pecuaristas de corte, mas já bastante usado por produtores de leite do Rio Grande do Sul”.

Em oito anos, o rotatínuo não apenas se expandiu para vários Estados brasileiros como vem conquistando os produtores de bovinos de corte. O surgimento de empresas de assessoria pecuária compostas por técnicos especializados no sistema (grande parte sob o comando de ex-alunos do professor Faccio) claramente ajudou nisso. É o caso da Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA), empresa fundada em Porto Alegre (RS), em 2010, hoje atuando nas cinco regiões brasileiras.

“Começamos atendendo dois ou três pequenos produtores gaúchos de leite. Hoje estimamos já ter implantado 1,15 milhão de ha de pastoreio rotatínuo pelo Brasil. Só em fazendas de gado de corte são cerca de 1 milhão de ha”, revela o diretor técnico comercial da SIA, Armindo Barth Neto.

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Em 2018, Edicarlos Damacena, engenheiro agrônomo e professor da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), recebeu um pedido de seu cunhado e criador de bezerros, Gabriel Ferracini Barachi, para auxiliá-lo no início de um processo de intensificação de sua propriedade, a Fazenda São Gabriel, em Pedra Preta, no sul de Mato Grosso.

“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O sistema mescla preceitos dos sistemas contínuo com o rotacionado, privilegiando o desempenho individual do animal, que passa a comer apenas “ponta de folha”, fração do capim com maior teor de nutrientes.

Damacena foi coorientado por Faccio durante seu doutorado em Ciência do Solo, entre 2006 e 2008, e é um dos muitos ex-alunos do professor gaúcho a apostar no rotatínuo, ajudando a difundi-lo no Brasil. Somente no MT, ele estima que o sistema seja adotado atualmente em mais de 1.000 ha, área que pode triplicar nos próximos dois anos.

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Em 2013, quando o rotatínuo foi lançado no Congresso Internacional de Pastagens, em Sidney, Austrália, DBO apresentou-o em reportagem de capa. No texto, a editora Maristela Franco lembrava que, até então, o modelo proposto por Faccio era “pouco conhecido pelos pecuaristas de corte, mas já bastante usado por produtores de leite do Rio Grande do Sul”.

Em oito anos, o rotatínuo não apenas se expandiu para vários Estados brasileiros como vem conquistando os produtores de bovinos de corte. O surgimento de empresas de assessoria pecuária compostas por técnicos especializados no sistema (grande parte sob o comando de ex-alunos do professor Faccio) claramente ajudou nisso. É o caso da Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA), empresa fundada em Porto Alegre (RS), em 2010, hoje atuando nas cinco regiões brasileiras.

“Começamos atendendo dois ou três pequenos produtores gaúchos de leite. Hoje estimamos já ter implantado 1,15 milhão de ha de pastoreio rotatínuo pelo Brasil. Só em fazendas de gado de corte são cerca de 1 milhão de ha”, revela o diretor técnico comercial da SIA, Armindo Barth Neto.

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Em 2018, Edicarlos Damacena, engenheiro agrônomo e professor da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), recebeu um pedido de seu cunhado e criador de bezerros, Gabriel Ferracini Barachi, para auxiliá-lo no início de um processo de intensificação de sua propriedade, a Fazenda São Gabriel, em Pedra Preta, no sul de Mato Grosso.

“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O sistema mescla preceitos dos sistemas contínuo com o rotacionado, privilegiando o desempenho individual do animal, que passa a comer apenas “ponta de folha”, fração do capim com maior teor de nutrientes.

Damacena foi coorientado por Faccio durante seu doutorado em Ciência do Solo, entre 2006 e 2008, e é um dos muitos ex-alunos do professor gaúcho a apostar no rotatínuo, ajudando a difundi-lo no Brasil. Somente no MT, ele estima que o sistema seja adotado atualmente em mais de 1.000 ha, área que pode triplicar nos próximos dois anos.

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Em 2013, quando o rotatínuo foi lançado no Congresso Internacional de Pastagens, em Sidney, Austrália, DBO apresentou-o em reportagem de capa. No texto, a editora Maristela Franco lembrava que, até então, o modelo proposto por Faccio era “pouco conhecido pelos pecuaristas de corte, mas já bastante usado por produtores de leite do Rio Grande do Sul”.

Em oito anos, o rotatínuo não apenas se expandiu para vários Estados brasileiros como vem conquistando os produtores de bovinos de corte. O surgimento de empresas de assessoria pecuária compostas por técnicos especializados no sistema (grande parte sob o comando de ex-alunos do professor Faccio) claramente ajudou nisso. É o caso da Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA), empresa fundada em Porto Alegre (RS), em 2010, hoje atuando nas cinco regiões brasileiras.

“Começamos atendendo dois ou três pequenos produtores gaúchos de leite. Hoje estimamos já ter implantado 1,15 milhão de ha de pastoreio rotatínuo pelo Brasil. Só em fazendas de gado de corte são cerca de 1 milhão de ha”, revela o diretor técnico comercial da SIA, Armindo Barth Neto.

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“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O sistema mescla preceitos dos sistemas contínuo com o rotacionado, privilegiando o desempenho individual do animal, que passa a comer apenas “ponta de folha”, fração do capim com maior teor de nutrientes.

Damacena foi coorientado por Faccio durante seu doutorado em Ciência do Solo, entre 2006 e 2008, e é um dos muitos ex-alunos do professor gaúcho a apostar no rotatínuo, ajudando a difundi-lo no Brasil. Somente no MT, ele estima que o sistema seja adotado atualmente em mais de 1.000 ha, área que pode triplicar nos próximos dois anos.

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“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O sistema mescla preceitos dos sistemas contínuo com o rotacionado, privilegiando o desempenho individual do animal, que passa a comer apenas “ponta de folha”, fração do capim com maior teor de nutrientes.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O sistema mescla preceitos dos sistemas contínuo com o rotacionado, privilegiando o desempenho individual do animal, que passa a comer apenas “ponta de folha”, fração do capim com maior teor de nutrientes.

Damacena foi coorientado por Faccio durante seu doutorado em Ciência do Solo, entre 2006 e 2008, e é um dos muitos ex-alunos do professor gaúcho a apostar no rotatínuo, ajudando a difundi-lo no Brasil. Somente no MT, ele estima que o sistema seja adotado atualmente em mais de 1.000 ha, área que pode triplicar nos próximos dois anos.

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Em 2013, quando o rotatínuo foi lançado no Congresso Internacional de Pastagens, em Sidney, Austrália, DBO apresentou-o em reportagem de capa. No texto, a editora Maristela Franco lembrava que, até então, o modelo proposto por Faccio era “pouco conhecido pelos pecuaristas de corte, mas já bastante usado por produtores de leite do Rio Grande do Sul”.

Em oito anos, o rotatínuo não apenas se expandiu para vários Estados brasileiros como vem conquistando os produtores de bovinos de corte. O surgimento de empresas de assessoria pecuária compostas por técnicos especializados no sistema (grande parte sob o comando de ex-alunos do professor Faccio) claramente ajudou nisso. É o caso da Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA), empresa fundada em Porto Alegre (RS), em 2010, hoje atuando nas cinco regiões brasileiras.

“Começamos atendendo dois ou três pequenos produtores gaúchos de leite. Hoje estimamos já ter implantado 1,15 milhão de ha de pastoreio rotatínuo pelo Brasil. Só em fazendas de gado de corte são cerca de 1 milhão de ha”, revela o diretor técnico comercial da SIA, Armindo Barth Neto.

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“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O sistema mescla preceitos dos sistemas contínuo com o rotacionado, privilegiando o desempenho individual do animal, que passa a comer apenas “ponta de folha”, fração do capim com maior teor de nutrientes.

Damacena foi coorientado por Faccio durante seu doutorado em Ciência do Solo, entre 2006 e 2008, e é um dos muitos ex-alunos do professor gaúcho a apostar no rotatínuo, ajudando a difundi-lo no Brasil. Somente no MT, ele estima que o sistema seja adotado atualmente em mais de 1.000 ha, área que pode triplicar nos próximos dois anos.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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Damacena foi coorientado por Faccio durante seu doutorado em Ciência do Solo, entre 2006 e 2008, e é um dos muitos ex-alunos do professor gaúcho a apostar no rotatínuo, ajudando a difundi-lo no Brasil. Somente no MT, ele estima que o sistema seja adotado atualmente em mais de 1.000 ha, área que pode triplicar nos próximos dois anos.

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Em 2013, quando o rotatínuo foi lançado no Congresso Internacional de Pastagens, em Sidney, Austrália, DBO apresentou-o em reportagem de capa. No texto, a editora Maristela Franco lembrava que, até então, o modelo proposto por Faccio era “pouco conhecido pelos pecuaristas de corte, mas já bastante usado por produtores de leite do Rio Grande do Sul”.

Em oito anos, o rotatínuo não apenas se expandiu para vários Estados brasileiros como vem conquistando os produtores de bovinos de corte. O surgimento de empresas de assessoria pecuária compostas por técnicos especializados no sistema (grande parte sob o comando de ex-alunos do professor Faccio) claramente ajudou nisso. É o caso da Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA), empresa fundada em Porto Alegre (RS), em 2010, hoje atuando nas cinco regiões brasileiras.

“Começamos atendendo dois ou três pequenos produtores gaúchos de leite. Hoje estimamos já ter implantado 1,15 milhão de ha de pastoreio rotatínuo pelo Brasil. Só em fazendas de gado de corte são cerca de 1 milhão de ha”, revela o diretor técnico comercial da SIA, Armindo Barth Neto.

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Animais em pasto de Piatã em manejo rotatínuo na Fazenda Guarita, localizada em Rondonópolis, no MT.

Por Ariosto Mesquita

Em 2018, Edicarlos Damacena, engenheiro agrônomo e professor da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), recebeu um pedido de seu cunhado e criador de bezerros, Gabriel Ferracini Barachi, para auxiliá-lo no início de um processo de intensificação de sua propriedade, a Fazenda São Gabriel, em Pedra Preta, no sul de Mato Grosso.

“Começávamos, assim, a implantar a primeira experiência de pastoreio rotatínuo no Estado”, lembra o especialista, se referindo ao modelo de manejo desenvolvido e aplicado há mais de uma década pela equipe do professor Paulo César Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O sistema mescla preceitos dos sistemas contínuo com o rotacionado, privilegiando o desempenho individual do animal, que passa a comer apenas “ponta de folha”, fração do capim com maior teor de nutrientes.

Damacena foi coorientado por Faccio durante seu doutorado em Ciência do Solo, entre 2006 e 2008, e é um dos muitos ex-alunos do professor gaúcho a apostar no rotatínuo, ajudando a difundi-lo no Brasil. Somente no MT, ele estima que o sistema seja adotado atualmente em mais de 1.000 ha, área que pode triplicar nos próximos dois anos.

VEJA TAMBÉM | Rotacionado morro acima

Em 2013, quando o rotatínuo foi lançado no Congresso Internacional de Pastagens, em Sidney, Austrália, DBO apresentou-o em reportagem de capa. No texto, a editora Maristela Franco lembrava que, até então, o modelo proposto por Faccio era “pouco conhecido pelos pecuaristas de corte, mas já bastante usado por produtores de leite do Rio Grande do Sul”.

Em oito anos, o rotatínuo não apenas se expandiu para vários Estados brasileiros como vem conquistando os produtores de bovinos de corte. O surgimento de empresas de assessoria pecuária compostas por técnicos especializados no sistema (grande parte sob o comando de ex-alunos do professor Faccio) claramente ajudou nisso. É o caso da Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA), empresa fundada em Porto Alegre (RS), em 2010, hoje atuando nas cinco regiões brasileiras.

“Começamos atendendo dois ou três pequenos produtores gaúchos de leite. Hoje estimamos já ter implantado 1,15 milhão de ha de pastoreio rotatínuo pelo Brasil. Só em fazendas de gado de corte são cerca de 1 milhão de ha”, revela o diretor técnico comercial da SIA, Armindo Barth Neto.

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