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O conceito de bem-estar influi na compra de carne?

Em artigo, a médica veterinária Adriane Zart diz que o pecuarista do futuro será aquele que tem orgulho de seu trabalho e consciência tranquila quanto às práticas que adota na propriedade

Produtor manejando lote no sistema “Nada nas Mãos” que reduz o nível de estresse dos animais.

Por Adriane Zart – Médica veterinária, uma das precursoras no Brasil da técnica de manejo de gado “Nada nas mãos”, diretora técnica da Personal PEC e consultora da Zoetis 

Os bons pecuaristas sabem que não existe produção eficiente sem saúde e bem-estar animal. Já entenderam que o desempenho de um animal que se sente seguro, confortável e tranquilo no meio onde vive é bem maior. Também já compreenderam que não é difícil tornar o manejo do gado mais eficiente. As boas práticas têm como principal objetivo fazer com que os bovinos expressem suas potencialidades num ambiente o mais favorável possível a seu comportamento natural.

Todos esses cuidados têm influência direta na qualidade do produto que chega à mesa. Também indicam respeito à relação homem-animal e ao consumidor, cada vez mais exigente quanto a essa temática. Hoje, ninguém mais questiona que o bem-estar animal é fundamental para uma cadeia produtiva sustentável. A tendência é de que os consumidores passem, cada vez mais, a tomar decisões com base em questionamentos éticos, em busca de um consumo consciente e informado. Mas será que eles estão dispostos a pagar por isso? Melhor, será que estão, de fato, atentos a isso na hora de comprar carne?

VEJA TAMBÉM |  Nada nas Mãos: para o bem-estar animal e um incremento de produtividade no rebanho

Pesquisa reveladora

Em 2016, a ONG World Animal Protection apresentou um estudo sobre a percepção do consumidor a respeito do bem-estar animal em quatro países latino-americanos: Brasil, Chile, Colômbia e México. O objetivo do levantamento era entender o pensamento dos consumidores sobre a questão do bem-estar dos animais de produção, analisando uma série de coisas: seus hábitos de compra e consumo de carne, leite e ovos; como se relacionam com a rotulagem de produtos; seu conhecimento sobre bem-estar animal; sua intenção de compra com base nesse conceito etc.

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Por Adriane Zart – Médica veterinária, uma das precursoras no Brasil da técnica de manejo de gado “Nada nas mãos”, diretora técnica da Personal PEC e consultora da Zoetis 

Os bons pecuaristas sabem que não existe produção eficiente sem saúde e bem-estar animal. Já entenderam que o desempenho de um animal que se sente seguro, confortável e tranquilo no meio onde vive é bem maior. Também já compreenderam que não é difícil tornar o manejo do gado mais eficiente. As boas práticas têm como principal objetivo fazer com que os bovinos expressem suas potencialidades num ambiente o mais favorável possível a seu comportamento natural.

Todos esses cuidados têm influência direta na qualidade do produto que chega à mesa. Também indicam respeito à relação homem-animal e ao consumidor, cada vez mais exigente quanto a essa temática. Hoje, ninguém mais questiona que o bem-estar animal é fundamental para uma cadeia produtiva sustentável. A tendência é de que os consumidores passem, cada vez mais, a tomar decisões com base em questionamentos éticos, em busca de um consumo consciente e informado. Mas será que eles estão dispostos a pagar por isso? Melhor, será que estão, de fato, atentos a isso na hora de comprar carne?

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Pesquisa reveladora

Em 2016, a ONG World Animal Protection apresentou um estudo sobre a percepção do consumidor a respeito do bem-estar animal em quatro países latino-americanos: Brasil, Chile, Colômbia e México. O objetivo do levantamento era entender o pensamento dos consumidores sobre a questão do bem-estar dos animais de produção, analisando uma série de coisas: seus hábitos de compra e consumo de carne, leite e ovos; como se relacionam com a rotulagem de produtos; seu conhecimento sobre bem-estar animal; sua intenção de compra com base nesse conceito etc.

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Os bons pecuaristas sabem que não existe produção eficiente sem saúde e bem-estar animal. Já entenderam que o desempenho de um animal que se sente seguro, confortável e tranquilo no meio onde vive é bem maior. Também já compreenderam que não é difícil tornar o manejo do gado mais eficiente. As boas práticas têm como principal objetivo fazer com que os bovinos expressem suas potencialidades num ambiente o mais favorável possível a seu comportamento natural.

Todos esses cuidados têm influência direta na qualidade do produto que chega à mesa. Também indicam respeito à relação homem-animal e ao consumidor, cada vez mais exigente quanto a essa temática. Hoje, ninguém mais questiona que o bem-estar animal é fundamental para uma cadeia produtiva sustentável. A tendência é de que os consumidores passem, cada vez mais, a tomar decisões com base em questionamentos éticos, em busca de um consumo consciente e informado. Mas será que eles estão dispostos a pagar por isso? Melhor, será que estão, de fato, atentos a isso na hora de comprar carne?

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Pesquisa reveladora

Em 2016, a ONG World Animal Protection apresentou um estudo sobre a percepção do consumidor a respeito do bem-estar animal em quatro países latino-americanos: Brasil, Chile, Colômbia e México. O objetivo do levantamento era entender o pensamento dos consumidores sobre a questão do bem-estar dos animais de produção, analisando uma série de coisas: seus hábitos de compra e consumo de carne, leite e ovos; como se relacionam com a rotulagem de produtos; seu conhecimento sobre bem-estar animal; sua intenção de compra com base nesse conceito etc.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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