Nilson Leitão é reeleito presidente do Instituto Pensar Agro
O IPA presta suporte técnico à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada ruralista, e é composto por 49 entidades representativas do setor, da produção à indústria
O atual presidente do Instituto Pensar Agro, Nilson Leitão, foi reeleito no cargo para o biênio 2023/2025, informou o instituto em nota. A escolha foi feita durante assembleia com as entidades membros do instituto na tarde desta terça-feira, 24.
Foto: Lucio Bernardo Jr / Câmara dos Deputados
“A nossa função é organizar a pauta para que a nossa Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) possa debater no Congresso Nacional. Temos a reforma tributária, infraestrutura e logística, meio ambiente, crédito e tantos outros temas importantes para tratarmos neste semestre”, disse Leitão na assembleia.
O IPA presta suporte técnico à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada ruralista, e é composto por 49 entidades representativas do setor, da produção à indústria.
Conforme mostrou a Coluna do Broadcast Agro, Leitão foi reconduzido ao cargo após a formalização de uma chapa única com apoio do ministro da Agricultura, Carlos Favaro.
O novo Conselho de Administração do IPA, que assume dia 1º de fevereiro, conta também com o ex-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Julio Cezar Busato, como 1º vice-presidente.
O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia(Unica), Evandro Gussi, ocupará a vaga de vice-presidente secretário. A formação ainda inclui Tânia Zanella pela Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e José Eduardo Sismeiro da Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja).
Daniel Gaia, zootecnista e proprietário da DG Assessoria Pecuária, comenta os preços da reposição, a oferta de boi magro e as tendências do mercado pecuário no Tocantins.
César de Castro Alves, consultor do Itaú BBA, analisa os impactos da possível interrupção das exportações para a China, a capacidade de absorção do mercado interno e os riscos para o mercado do boi gordo nos próximos meses.
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