As cotações do milho seguem em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. A pressão vem da expectativa de produção nacional mais elevada, que vem mantendo consumidores afastados das negociações, à espera de recuos mais intensos nos preços.
Esses demandantes também estão atentos ao fato de muitos produtores indicarem já não ter espaço nos armazéns.
Ressalta-se que, produtores brasileiros que, no começo do ano, estavam apreensivos com os atrasos no campo, agora estão otimistas com a produção da segunda safra, sobretudo devido às condições climáticas favoráveis até o momento.
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SOJA
As cotações internas da soja têm registrado variações positivas nos últimos dias, resultado do avanço no preço externo, da baixa produtividade das lavouras argentinas e, sobretudo, da maior demanda externa pelo grão brasileiro.
De acordo com a Secex, o Brasil exportou em março/23 mais que o dobro do volume escoado em fevereiro/23 e 8,8% a mais que o de março/22, totalizando 13,27 milhões de toneladas. Essa é a maior quantidade de soja enviada ao exterior desde maio/21 e um recorde para março.
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