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Março começa com queda de braço entre pecuarista e indústria

Saiba o motivo da cotação emperrada no mercado pecuário das principais praças de comércio
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Nesta segunda-feira, o mercado físico do boi gordo registrou baixa liquidez, marcado pela queda de braço entre pecuaristas e frigoríficos, informam os analistas de mercado.

Muitos pecuaristas continuam represando lotes no campo, em função da boa qualidade das pastagens, à espera de uma atuação mais ativa da ponta compradora diante da chegada de mais um mês – período de pagamento de salários aos trabalhadores.

Por outro lado, continua a FNP,  embora haja plantas frigorificas com apertadas escalas de abate, a maior parte das indústrias continua na defensiva e não vê espaço para maiores altas nos preços da arroba sem uma resposta mais consistente das vendas de carne bovina no atacado.

Neste contexto, o fluxo de comercialização de boiada gorda foi praticamente nulo nesta segunda-feira, dia 02 de março.

No interior de SP, os preços seguem firmes, sustentados pela escassez de oferta. A arroba é negociada a R$ 204/@, a prazo, de acordo com apuração da FNP.

 

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