As escalas de abate dos frigoríficos brasileiros enfrentam desafios para se alongarem e podem continuar a sofrer com isso nas próximas semanas, acreditam os analistas da Agrifatto.
Isso porque, diz a consultoria, é possível observar uma redução na oferta de animais prontos para o abate, especialmente relacionada ao período sazonal, marcado sobretudo pela menor disponibilidade de vacas gordas ao longo do segundo semestre do ano.
Neste contexto, segundo dados da Agrifatto, a média nacional de escalas das indústrias fechou a sexta-feira (19/7) em 9 dias úteis, apresentando estabilidade frente ao quadro apresentando na semana anterior.
Veja abaixo o quadro atual das programações de abate em alguns dos principais Estados brasileiros, conforme levantamento semanal da Agrifatto:
Tocantins – O único Estado que indicou recuo nas suas programações de abate: de 1 dia útil na comparação com a semana anterior, encerrando o período com 8 dias úteis – o menor patamar observado desde 22/04/24.
Rondônia – Registrou acréscimo de 1 dia útil sobre o quadro da sexta-feira anterior, com programações de abate ficando em 13 dias úteis.
Paraná – Apresentou um acréscimo de 1 dia útil em relação ao perfil de abates da semana anterior, com as escalas chegando em 8 dias úteis.
Goiás – Também registrou incremento de 1 dia útil em comparação ao quadro registrado na sexta-feira anterior, resultando em 8 dias úteis de escalas de abate.
Pará – As escalas avançaram 1 dia útil, encerrando o período com 9 dias úteis.
SP/MS/MG – Os Estados apresentaram estabilidade entre as semanas, com suas programações atendendo 10, 8, 9 e 9 dias úteis, respectivamente.




