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Agrifatto: escalas de abate dos frigoríficos seguem confortáveis

As indústrias frigoríficas também estão pagando preços mais baixos nas compras de boiada gorda, que hoje vale R$ 295/@ em SP, segundo dados apurados pela consultoria
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O momento ainda é de certa tranquilidade para as indústrias brasileiras, informa a consultoria Agrifatto, referindo-se às programações de abate das principais unidades frigoríficas do País.

“As escalas de abate ainda estão alongadas, com a média brasileira próxima em torno dos 12 dias úteis, apenas um dia a menos do que o quadro registrado na sexta-feira da semana anterior”, relata a Agrifatto.

Os frigoríficos também estão pagando preços mais baixos nos negócios envolvendo boiadas gordas.

“A pressão negativa sobre os preços do boi gordo segue firme no mercado físico brasileiro, com a arroba recuando para em torno de R$ 295 no Estado de São Paulo”, observa a Agrifatto.

Segundo a consultoria, a partir de 22 de agosto, a JBS retomará os abates nas plantas frigoríficas de Colíder e Alta Floresta, ambas de Mato Grosso.

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Na semana passada, essas unidades da JBS, assim como outras espalhadas na região do Brasil Central, foram desativadas temporariamente, após decisão tomada pelo frigorífico líder mundial em produção de carne bovino.

Por sua vez, informa a Agrifatto,  as unidades de Redenção e Tucumã, ambas no Pará, o abatedouro de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul, ainda não finalizaram o seu período de férias coletivas e têm previsão de retomada somente para setembro próximo.

Veja abaixo os dados atuais sobre as programações de abate nas principais regiões pecuárias do Brasil, conforme dados apurados nesta sexta-feira, 19 de agosto, pela Agrifatto:

São Paulo – Os frigoríficos locais fecharam a sexta-feira com 16 dias úteis programados, queda de 1 dia no comparativo entre as semanas.

Minas Gerais – As indústrias mineiras recuaram as suas escalas em 3 dias e a média das programações se encontram completas para 20 dias úteis.

Mato Grosso do Sul e Goiás – As programações de abate se encontram na casa de 12 dias úteis em ambos os Estados. Os frigoríficos sul-matogrossenses mantiveram as escalas estáveis, enquanto os goianos avançaram 2 dias, no comparativo semanal.

Pará – Os frigoríficos encerraram a semana com a média de 11 dias úteis programados, 4 dias de queda no comparativo semanal.

Rondônia – As indústrias rondonienses avançaram as suas escalas em 3 dias e a média do estado se encontra em 10 dias úteis.

Tocantins – Os frigoríficos fecharam a semana com as programações de abate na média de 9 dias úteis, avanço semanal de 1 dia.

Mato Grosso – As escalas de abate se encontram na média de 8 dias úteis, 3 dias de queda ante a sexta-feira anterior.

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