Apresentado Por:

Dados de exportações da carne bovina brasileira ainda carregam efeito negativo da saída da China

Na parcial de março/23, foram embarcadas 107,47 mil t da proteína in natura, média de 5,97 mil toneladas/dia – queda de 22,3% sobre a média diária de março/22, segundo a Secex
Compartilhe:

Continue depois da publicidade

Continue depois da publicidade

A retomada das certificações para a China continuam surtindo efeito positivo aos preços internos do boi gordo, porém os dados atuais de exportações de carne bovina do Brasil ainda mostram o vácuo causado pela saída do país asiático das compras do produto nacional, informa a consultoria Agrifatto.

Segundo os números parciais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ao longo dos 18 primeiros dias úteis de março/23, foram embarcadas 107,47 mil toneladas, média de 5,97 mil toneladas/dia, o que representa retração de 22,34% sobre a média diária de março/22.

VEJA TAMBÉM | Carne bovina: quatro novas plantas frigoríficas são habilitadas para exportar à China

“Essa forte queda nos envios de carne bovina ainda é resultado da paralisação das certificações, devido ao caso atípico de “vaca louca” no Pará”, reforça a Agrifatto.

Considerando os mesmos de 18 dias deste mês, o faturamento médio diário com os embarques da proteína in natura ficou em US$ 28,8 milhões, baixa de 36,5% sobre a média diária obtida em março do ano passado.

No último dia 23, a Administração Geral das Alfândegas da China (GA) anunciou a retomada dos embarques da proteína brasileira, interrompendo um embargo de 28 dias.

Gostou? Compartilhe:

Mais Lidas

1.

Encontre aqui a consultoria ideal para sua fazenda

Vídeos em destaque

Mais Lidas

Colunistas