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Controle de plantas infestantes de pastagens – Parte 2

Confira as dicas do zootecnista e consultor Adilson de Paula Almeida Aguiar, professor em cursos de pós-graduação da Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu)

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Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação da Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

No primeiro artigo desta série, publicado na edição de março de 2021, descrevi as definições de plantas indesejáveis, suas denominações técnicas e populares, as classes das famílias onde são encontradas, as causas de seu aparecimento e as consequências de sua presença nas pastagens.

O manejo de plantas infestantes é a combinação racional de medidas preventivas e culturais, enquanto o controle é a combinação de métodos combativos, para se erradicar as plantas indesejáveis já presentes na pastagem. Manejo e controle de plantas infestantes têm sido investigados pela pesquisa e validados em fazendas comerciais por quase cinco décadas.

As medidas preventivas consistem na adoção de procedimentos que previnam a introdução de plantas infestantes em um continente, um país, uma região dentro do país, um estado em determinada região, uma fazenda ou retiros da fazenda. Já as medidas culturais consistem em manejar corretamente a pastagem para que o pasto consiga dominar o terreno e competir com as plantas infestantes pelos fatores de crescimento. O manejo e controle dessas espécies invasoras deve ser executado de forma integrada, usando técnicas já validadas pela pesquisa e no campo, em fazendas comerciais.

Dentre as medidas preventivas, posso citar a compra de sementes com alta porcentagem de pureza; o jejum em animais recém-introduzidos na propriedade; a lavagem de implementos, de máquinas e veículos após cada operação em uma área infestada por plantas indesejáveis e a lavagem de calçados e roupas de trabalhadores que executam serviços em áreas infestadas.

O manejo cultural também faz parte das ações preventivas. Ele consiste em adotar certas práticas agronômicas e de pastoreio que ajudam a reduzir a proliferação das invasoras, desde antes da formação da pastagem e durante sua condução, de forma a dar condições para que a planta forrageira tenha rebrotas mais vigorosas, perfilhe mais, acumule mais massa de forragem, alcance maiores alturas e, assim, domine os espaços, competindo com as plantas infestantes. Basta observar as causas do aparecimento de plantas invasoras nas pastagens (ler artigo na edição de março de 2021) e combater essas causas para se adotar, na íntegra, o método de controle cultural.

Controle mecânico e biológico

Como medidas de controle, temos os métodos mecânico, biológico, químico e o fogo. O controle mecânico é realizado com ajuda dos seguintes equipamentos: enxada, enxadão, foice, roçadeira, correntão, triângulo, rolo-faca, mata-broto, aração e gradagem.

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No primeiro artigo desta série, publicado na edição de março de 2021, descrevi as definições de plantas indesejáveis, suas denominações técnicas e populares, as classes das famílias onde são encontradas, as causas de seu aparecimento e as consequências de sua presença nas pastagens.

O manejo de plantas infestantes é a combinação racional de medidas preventivas e culturais, enquanto o controle é a combinação de métodos combativos, para se erradicar as plantas indesejáveis já presentes na pastagem. Manejo e controle de plantas infestantes têm sido investigados pela pesquisa e validados em fazendas comerciais por quase cinco décadas.

As medidas preventivas consistem na adoção de procedimentos que previnam a introdução de plantas infestantes em um continente, um país, uma região dentro do país, um estado em determinada região, uma fazenda ou retiros da fazenda. Já as medidas culturais consistem em manejar corretamente a pastagem para que o pasto consiga dominar o terreno e competir com as plantas infestantes pelos fatores de crescimento. O manejo e controle dessas espécies invasoras deve ser executado de forma integrada, usando técnicas já validadas pela pesquisa e no campo, em fazendas comerciais.

Dentre as medidas preventivas, posso citar a compra de sementes com alta porcentagem de pureza; o jejum em animais recém-introduzidos na propriedade; a lavagem de implementos, de máquinas e veículos após cada operação em uma área infestada por plantas indesejáveis e a lavagem de calçados e roupas de trabalhadores que executam serviços em áreas infestadas.

O manejo cultural também faz parte das ações preventivas. Ele consiste em adotar certas práticas agronômicas e de pastoreio que ajudam a reduzir a proliferação das invasoras, desde antes da formação da pastagem e durante sua condução, de forma a dar condições para que a planta forrageira tenha rebrotas mais vigorosas, perfilhe mais, acumule mais massa de forragem, alcance maiores alturas e, assim, domine os espaços, competindo com as plantas infestantes. Basta observar as causas do aparecimento de plantas invasoras nas pastagens (ler artigo na edição de março de 2021) e combater essas causas para se adotar, na íntegra, o método de controle cultural.

Controle mecânico e biológico

Como medidas de controle, temos os métodos mecânico, biológico, químico e o fogo. O controle mecânico é realizado com ajuda dos seguintes equipamentos: enxada, enxadão, foice, roçadeira, correntão, triângulo, rolo-faca, mata-broto, aração e gradagem.

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No primeiro artigo desta série, publicado na edição de março de 2021, descrevi as definições de plantas indesejáveis, suas denominações técnicas e populares, as classes das famílias onde são encontradas, as causas de seu aparecimento e as consequências de sua presença nas pastagens.

O manejo de plantas infestantes é a combinação racional de medidas preventivas e culturais, enquanto o controle é a combinação de métodos combativos, para se erradicar as plantas indesejáveis já presentes na pastagem. Manejo e controle de plantas infestantes têm sido investigados pela pesquisa e validados em fazendas comerciais por quase cinco décadas.

As medidas preventivas consistem na adoção de procedimentos que previnam a introdução de plantas infestantes em um continente, um país, uma região dentro do país, um estado em determinada região, uma fazenda ou retiros da fazenda. Já as medidas culturais consistem em manejar corretamente a pastagem para que o pasto consiga dominar o terreno e competir com as plantas infestantes pelos fatores de crescimento. O manejo e controle dessas espécies invasoras deve ser executado de forma integrada, usando técnicas já validadas pela pesquisa e no campo, em fazendas comerciais.

Dentre as medidas preventivas, posso citar a compra de sementes com alta porcentagem de pureza; o jejum em animais recém-introduzidos na propriedade; a lavagem de implementos, de máquinas e veículos após cada operação em uma área infestada por plantas indesejáveis e a lavagem de calçados e roupas de trabalhadores que executam serviços em áreas infestadas.

O manejo cultural também faz parte das ações preventivas. Ele consiste em adotar certas práticas agronômicas e de pastoreio que ajudam a reduzir a proliferação das invasoras, desde antes da formação da pastagem e durante sua condução, de forma a dar condições para que a planta forrageira tenha rebrotas mais vigorosas, perfilhe mais, acumule mais massa de forragem, alcance maiores alturas e, assim, domine os espaços, competindo com as plantas infestantes. Basta observar as causas do aparecimento de plantas invasoras nas pastagens (ler artigo na edição de março de 2021) e combater essas causas para se adotar, na íntegra, o método de controle cultural.

Controle mecânico e biológico

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O manejo de plantas infestantes é a combinação racional de medidas preventivas e culturais, enquanto o controle é a combinação de métodos combativos, para se erradicar as plantas indesejáveis já presentes na pastagem. Manejo e controle de plantas infestantes têm sido investigados pela pesquisa e validados em fazendas comerciais por quase cinco décadas.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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O manejo de plantas infestantes é a combinação racional de medidas preventivas e culturais, enquanto o controle é a combinação de métodos combativos, para se erradicar as plantas indesejáveis já presentes na pastagem. Manejo e controle de plantas infestantes têm sido investigados pela pesquisa e validados em fazendas comerciais por quase cinco décadas.

As medidas preventivas consistem na adoção de procedimentos que previnam a introdução de plantas infestantes em um continente, um país, uma região dentro do país, um estado em determinada região, uma fazenda ou retiros da fazenda. Já as medidas culturais consistem em manejar corretamente a pastagem para que o pasto consiga dominar o terreno e competir com as plantas infestantes pelos fatores de crescimento. O manejo e controle dessas espécies invasoras deve ser executado de forma integrada, usando técnicas já validadas pela pesquisa e no campo, em fazendas comerciais.

Dentre as medidas preventivas, posso citar a compra de sementes com alta porcentagem de pureza; o jejum em animais recém-introduzidos na propriedade; a lavagem de implementos, de máquinas e veículos após cada operação em uma área infestada por plantas indesejáveis e a lavagem de calçados e roupas de trabalhadores que executam serviços em áreas infestadas.

O manejo cultural também faz parte das ações preventivas. Ele consiste em adotar certas práticas agronômicas e de pastoreio que ajudam a reduzir a proliferação das invasoras, desde antes da formação da pastagem e durante sua condução, de forma a dar condições para que a planta forrageira tenha rebrotas mais vigorosas, perfilhe mais, acumule mais massa de forragem, alcance maiores alturas e, assim, domine os espaços, competindo com as plantas infestantes. Basta observar as causas do aparecimento de plantas invasoras nas pastagens (ler artigo na edição de março de 2021) e combater essas causas para se adotar, na íntegra, o método de controle cultural.

Controle mecânico e biológico

Como medidas de controle, temos os métodos mecânico, biológico, químico e o fogo. O controle mecânico é realizado com ajuda dos seguintes equipamentos: enxada, enxadão, foice, roçadeira, correntão, triângulo, rolo-faca, mata-broto, aração e gradagem.

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Roçada manual é indicado apenas para pequenas áreas.

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação da Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

No primeiro artigo desta série, publicado na edição de março de 2021, descrevi as definições de plantas indesejáveis, suas denominações técnicas e populares, as classes das famílias onde são encontradas, as causas de seu aparecimento e as consequências de sua presença nas pastagens.

O manejo de plantas infestantes é a combinação racional de medidas preventivas e culturais, enquanto o controle é a combinação de métodos combativos, para se erradicar as plantas indesejáveis já presentes na pastagem. Manejo e controle de plantas infestantes têm sido investigados pela pesquisa e validados em fazendas comerciais por quase cinco décadas.

As medidas preventivas consistem na adoção de procedimentos que previnam a introdução de plantas infestantes em um continente, um país, uma região dentro do país, um estado em determinada região, uma fazenda ou retiros da fazenda. Já as medidas culturais consistem em manejar corretamente a pastagem para que o pasto consiga dominar o terreno e competir com as plantas infestantes pelos fatores de crescimento. O manejo e controle dessas espécies invasoras deve ser executado de forma integrada, usando técnicas já validadas pela pesquisa e no campo, em fazendas comerciais.

Dentre as medidas preventivas, posso citar a compra de sementes com alta porcentagem de pureza; o jejum em animais recém-introduzidos na propriedade; a lavagem de implementos, de máquinas e veículos após cada operação em uma área infestada por plantas indesejáveis e a lavagem de calçados e roupas de trabalhadores que executam serviços em áreas infestadas.

O manejo cultural também faz parte das ações preventivas. Ele consiste em adotar certas práticas agronômicas e de pastoreio que ajudam a reduzir a proliferação das invasoras, desde antes da formação da pastagem e durante sua condução, de forma a dar condições para que a planta forrageira tenha rebrotas mais vigorosas, perfilhe mais, acumule mais massa de forragem, alcance maiores alturas e, assim, domine os espaços, competindo com as plantas infestantes. Basta observar as causas do aparecimento de plantas invasoras nas pastagens (ler artigo na edição de março de 2021) e combater essas causas para se adotar, na íntegra, o método de controle cultural.

Controle mecânico e biológico

Como medidas de controle, temos os métodos mecânico, biológico, químico e o fogo. O controle mecânico é realizado com ajuda dos seguintes equipamentos: enxada, enxadão, foice, roçadeira, correntão, triângulo, rolo-faca, mata-broto, aração e gradagem.

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