No segundo artigo sobre os principais inimigos das pastagens, o zootecnista Adilson Aguiar aborda técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas
A lagarta das pastagens é uma das pragas que exige métodos integrados de controle.
Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
O objetivo da primeira parte desta série de artigos sobre o tema “manejando e controlando pragas que atacam pastagem”, publicado em agosto de 2021, foi abordar o histórico do ataque de insetos, fungos e outros patógenos às culturas desde o início da revolução agrícola até os dias atuais, citar as pragas que atacam especificamente gramíneas forrageiras e classificá-las, descrever as causas do seu aparecimento, as formas como atuam, as partes das plantas mais atacadas e as consequências dos danos causados por elas, com prejuízos para a produção de forragem e, consequentemente, para a capacidade de suporte da pastagem, que também sofre perda de qualidade nutricional.
Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
O que o ser humano faz, principalmente os entomologistas e os geneticistas, é observar a natureza, coletar materiais, levá-los para centros de pesquisas, avaliarem seus comportamentos e, por meio de melhoramento genético, selecionar ou cruzar variedades resistentes que são lançadas como cultivares comerciais.
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A lagarta das pastagens é uma das pragas que exige métodos integrados de controle.
Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
O objetivo da primeira parte desta série de artigos sobre o tema “manejando e controlando pragas que atacam pastagem”, publicado em agosto de 2021, foi abordar o histórico do ataque de insetos, fungos e outros patógenos às culturas desde o início da revolução agrícola até os dias atuais, citar as pragas que atacam especificamente gramíneas forrageiras e classificá-las, descrever as causas do seu aparecimento, as formas como atuam, as partes das plantas mais atacadas e as consequências dos danos causados por elas, com prejuízos para a produção de forragem e, consequentemente, para a capacidade de suporte da pastagem, que também sofre perda de qualidade nutricional.
Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
O que o ser humano faz, principalmente os entomologistas e os geneticistas, é observar a natureza, coletar materiais, levá-los para centros de pesquisas, avaliarem seus comportamentos e, por meio de melhoramento genético, selecionar ou cruzar variedades resistentes que são lançadas como cultivares comerciais.
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No segundo artigo sobre os principais inimigos das pastagens, o zootecnista Adilson Aguiar aborda técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas
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Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
O objetivo da primeira parte desta série de artigos sobre o tema “manejando e controlando pragas que atacam pastagem”, publicado em agosto de 2021, foi abordar o histórico do ataque de insetos, fungos e outros patógenos às culturas desde o início da revolução agrícola até os dias atuais, citar as pragas que atacam especificamente gramíneas forrageiras e classificá-las, descrever as causas do seu aparecimento, as formas como atuam, as partes das plantas mais atacadas e as consequências dos danos causados por elas, com prejuízos para a produção de forragem e, consequentemente, para a capacidade de suporte da pastagem, que também sofre perda de qualidade nutricional.
Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
O que o ser humano faz, principalmente os entomologistas e os geneticistas, é observar a natureza, coletar materiais, levá-los para centros de pesquisas, avaliarem seus comportamentos e, por meio de melhoramento genético, selecionar ou cruzar variedades resistentes que são lançadas como cultivares comerciais.
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O objetivo da primeira parte desta série de artigos sobre o tema “manejando e controlando pragas que atacam pastagem”, publicado em agosto de 2021, foi abordar o histórico do ataque de insetos, fungos e outros patógenos às culturas desde o início da revolução agrícola até os dias atuais, citar as pragas que atacam especificamente gramíneas forrageiras e classificá-las, descrever as causas do seu aparecimento, as formas como atuam, as partes das plantas mais atacadas e as consequências dos danos causados por elas, com prejuízos para a produção de forragem e, consequentemente, para a capacidade de suporte da pastagem, que também sofre perda de qualidade nutricional.
Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
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Daniel Gaia, zootecnista e proprietário da DG Assessoria Pecuária, comenta os preços da reposição, a oferta de boi magro e as tendências do mercado pecuário no Tocantins.
César de Castro Alves, consultor do Itaú BBA, analisa os impactos da possível interrupção das exportações para a China, a capacidade de absorção do mercado interno e os riscos para o mercado do boi gordo nos próximos meses.
O objetivo da primeira parte desta série de artigos sobre o tema “manejando e controlando pragas que atacam pastagem”, publicado em agosto de 2021, foi abordar o histórico do ataque de insetos, fungos e outros patógenos às culturas desde o início da revolução agrícola até os dias atuais, citar as pragas que atacam especificamente gramíneas forrageiras e classificá-las, descrever as causas do seu aparecimento, as formas como atuam, as partes das plantas mais atacadas e as consequências dos danos causados por elas, com prejuízos para a produção de forragem e, consequentemente, para a capacidade de suporte da pastagem, que também sofre perda de qualidade nutricional.
Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
O que o ser humano faz, principalmente os entomologistas e os geneticistas, é observar a natureza, coletar materiais, levá-los para centros de pesquisas, avaliarem seus comportamentos e, por meio de melhoramento genético, selecionar ou cruzar variedades resistentes que são lançadas como cultivares comerciais.
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Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
O que o ser humano faz, principalmente os entomologistas e os geneticistas, é observar a natureza, coletar materiais, levá-los para centros de pesquisas, avaliarem seus comportamentos e, por meio de melhoramento genético, selecionar ou cruzar variedades resistentes que são lançadas como cultivares comerciais.
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Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
O que o ser humano faz, principalmente os entomologistas e os geneticistas, é observar a natureza, coletar materiais, levá-los para centros de pesquisas, avaliarem seus comportamentos e, por meio de melhoramento genético, selecionar ou cruzar variedades resistentes que são lançadas como cultivares comerciais.
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Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
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Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
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A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
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O objetivo da primeira parte desta série de artigos sobre o tema “manejando e controlando pragas que atacam pastagem”, publicado em agosto de 2021, foi abordar o histórico do ataque de insetos, fungos e outros patógenos às culturas desde o início da revolução agrícola até os dias atuais, citar as pragas que atacam especificamente gramíneas forrageiras e classificá-las, descrever as causas do seu aparecimento, as formas como atuam, as partes das plantas mais atacadas e as consequências dos danos causados por elas, com prejuízos para a produção de forragem e, consequentemente, para a capacidade de suporte da pastagem, que também sofre perda de qualidade nutricional.
Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
O que o ser humano faz, principalmente os entomologistas e os geneticistas, é observar a natureza, coletar materiais, levá-los para centros de pesquisas, avaliarem seus comportamentos e, por meio de melhoramento genético, selecionar ou cruzar variedades resistentes que são lançadas como cultivares comerciais.
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A lagarta das pastagens é uma das pragas que exige métodos integrados de controle.
Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
O objetivo da primeira parte desta série de artigos sobre o tema “manejando e controlando pragas que atacam pastagem”, publicado em agosto de 2021, foi abordar o histórico do ataque de insetos, fungos e outros patógenos às culturas desde o início da revolução agrícola até os dias atuais, citar as pragas que atacam especificamente gramíneas forrageiras e classificá-las, descrever as causas do seu aparecimento, as formas como atuam, as partes das plantas mais atacadas e as consequências dos danos causados por elas, com prejuízos para a produção de forragem e, consequentemente, para a capacidade de suporte da pastagem, que também sofre perda de qualidade nutricional.
Neste segundo artigo, abordarei técnicas de manejo e controles gerais dessas pragas. Tais controles compreendem desde regulamentos (dispositivos legais) que estão fora do alcance do pecuarista, até métodos que podem ser e são adotados nas fazendas. Os dispositivos legais podem ter desde abrangência continental até municipal, com a finalidade de prevenir a introdução de pragas que ainda não existem localmente ou foram identificadas recentemente.
Esses regulamentos podem ser editados na forma de leis, decretos e portarias federais ou estaduais, podendo assumir modalidades diversas, tais como normas de serviço quarentenário e medidas obrigatórias de controle. Um exemplo são os chamados vazios sanitários. O mais conhecido no País é o da soja, estabelecido como medida sanitária para barrar pragas, em função da forte expansão dessa cultura e sua importância econômica.
Já nas fazendas comerciais, pode-se empregar uma série de estratégias para barrar o avanço de inimigos das pastagens. Dentre as mais adotadas, estão os métodos de manejo (que compreendem técnicas preventivas, culturais, uso de cultivares resistentes) e os métodos de controle (mecânico, biológico, fisiológico e químico).
A técnica de manejo por meio de resistência de plantas tem por base o histórico de coevolução das forrageiras, que, ao conviverem com certas pragas, desenvolveram, por meio da seleção natural, mecanismos de defesa, tornando-se resistentes, moderadamente resistentes, moderadamente susceptíveis e susceptíveis.
O que o ser humano faz, principalmente os entomologistas e os geneticistas, é observar a natureza, coletar materiais, levá-los para centros de pesquisas, avaliarem seus comportamentos e, por meio de melhoramento genético, selecionar ou cruzar variedades resistentes que são lançadas como cultivares comerciais.
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