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Boi gordo: oferta enxuta e escalas de abate encurtadas dão suporte aos preços da arroba

Mapa informou que não há mais pendência frente aos chineses e que, por isso, espera que a retomada dos embarques de carne ao país asiático seja permitida o mais rápido possível
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As indústrias frigoríficas e os pecuaristas aguardam o possível retorno, no curtíssimo prazo, das exportações de carne bovina à China e, assim, o mercado do boi gordo permaneceu em compasso de espera, resultando em estabilidade nos preços da arroba nas principais praças brasileiras.

Segundo apurou a Scot Consultoria, no mercado paulista, o boi gordo “comum” continua valendo R$ 277/@, enquanto a vaca gorda e a novilha gordas seguem cotadas em R$ 260/@ e R$ 270/@, respectivamente (preços brutos e a prazo).

Para o “boi-China”, ainda não há ofertas de compra, acrescenta a Scot.

SAIBA MAIS | Negociação com a China sobre carne bovina está na reta final, diz Fávaro

Na madrugada desta quarta-feira, membros do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e as autoridades alfandegárias da China discutiram sobre o fim do embargo envolvendo o comércio de carne bovina brasileira ao país asiático, paralisado desde a confirmação de um caso atípico de “vaca louca” no Pará, em 22 de fevereiro.

Após o encontro, o Mapa informou que não há mais pendência frente aos chineses e que, por isso, espera que a retomada dos embarques seja permitida o mais rápido possível.

De acordo com informações da S&P Global, a disponibilidade de animais para abate nas regiões monitoradas pela consultoria se apresenta enxuta, sobretudo para animais com padrões para comercialização no mercado externo.

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“Nessas regiões, há grande dificuldade em originar bovinos padrão-exportação (abatidos mais jovens, abaixo dos 30 meses de idade), levando algumas unidades frigoríficas a paralisar temporariamente abates”, relata a S&P Global, acrescentando que muitas unidades operam com escalas de abate bastante curtas.

Cotações máximas de machos e fêmeas nesta quarta-feira, 8/3
(Fonte: S&P Global)

SP-Noroeste:

boi a R$ 276/@ (prazo)
vaca a R$ 258/@ (prazo)

MS-Dourados:

boi a R$ 264/@ (à vista)
vaca a R$ 254/@ (à vista)

MS-C.Grande:

boi a R$ 263/@ (prazo)
vaca a R$ 243/@ (prazo)

MT-Cáceres:

boi a R$ 236/@ (prazo)
vaca a R$ 221/@ (prazo)

MT-Cuiabá:

boi a R$ 236/@ (à vista)
vaca a R$ 217/@ (à vista)

MT-Colíder:

boi a R$ 234/@ (à vista)
vaca a R$ 216/@ (à vista)

GO-Goiânia:

boi a R$ 246/@ (prazo)
vaca R$ 231/@ (prazo)

GO-Sul:

boi a R$ 246/@ (prazo)
vaca a R$ 231/@ (prazo)

PR-Maringá:

boi a R$ 271/@ (à vista)
vaca a R$ 246/@ (à vista)

MG-Triângulo:

boi a R$ 261/@ (prazo)
vaca a R$ 251/@ (prazo)

MG-B.H.:

boi a R$ 236/@ (prazo)
vaca a R$ 227/@ (prazo)

BA-F. Santana:

boi a R$ 246/@ (à vista)
vaca a R$ 236/@ (à vista)

RS-Fronteira:

boi a R$ 276/@ (à vista)
vaca a R$ 246/@ (prazo)

PA-Marabá:

boi a R$ 219/@ (prazo)
vaca a R$ 209/@ (prazo)

PA-Redenção:

boi a R$ 224/@ (prazo)
vaca a R$ 214/@ (prazo)

PA-Paragominas:

boi a R$ 246/@ (prazo)
vaca a R$ 227/@ (prazo)

TO-Araguaína:

boi a R$ 227/@ (prazo)
vaca a R$ 207/@ (prazo)

RO-Cacoal:

boi a R$ 221/@ (à vista)
vaca a R$ 201/@ (à vista)

MA-Açailândia:

boi a R$ 221/@ (à vista)
vaca a R$ 212/@ (à vista)

 


Não é permitida a cópia integral do conteúdo acima. A reprodução parcial é autorizada apenas na forma de citação e com link para o conteúdo na íntegra. Plágio é crime de acordo com a Lei 9610/98.
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