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Anuário DBO | Como fazer um bom planejamento de oferta e demanda de forragem?

Confira o artigo da zootecnista Janaína Azevedo Martuscello, doutora em Forragicultura e Pastagens e professora do Departamento de Zootecnia da UFSJ-MG

Por Janaína Azevedo Martuscello – Zootecnista, doutora em Forragicultura e Pastagens e professora do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ-MG)

Define-se como planejamento forrageiro o planejamento alimentar da fazenda, que atenda à demanda dos animais durante o ano ou durante um ciclo de produção. Para que seja bem-sucedido, passa, necessariamente, pela relação adequada entre oferta e demanda de forragem.

E, para que isso ocorra, é essencial que se tenha metas e objetivos claros, bem definidos. Por exemplo: Quantos animais precisarão ser alimentados? Por quanto tempo? Em qual categoria se encaixam? Qual a estimativa de consumo? Será usado algum suplemento? Qual o ganho esperado?

Anuário DBO | Degradação recua, mas nem tanto

Quanto à meta, o pecuarista não poderá simplesmente dizer: “Quero aumentar minha taxa de lotação”. Terá de ser: “Quero aumentar minha taxa de lotação para tantas unidades animais (UAs) por hectare, num prazo de tantos meses”. Ou, então, dizer: “Quero dividir meus piquetes”, e, sim, “Quero fazer tantos módulos rotacionados até a próxima safra”.

Uma vez estabelecidos a meta e o prazo para seu cumprimento, deve-se partir para o planejamento das ações que levarão ao sucesso.

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Define-se como planejamento forrageiro o planejamento alimentar da fazenda, que atenda à demanda dos animais durante o ano ou durante um ciclo de produção. Para que seja bem-sucedido, passa, necessariamente, pela relação adequada entre oferta e demanda de forragem.

E, para que isso ocorra, é essencial que se tenha metas e objetivos claros, bem definidos. Por exemplo: Quantos animais precisarão ser alimentados? Por quanto tempo? Em qual categoria se encaixam? Qual a estimativa de consumo? Será usado algum suplemento? Qual o ganho esperado?

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Quanto à meta, o pecuarista não poderá simplesmente dizer: “Quero aumentar minha taxa de lotação”. Terá de ser: “Quero aumentar minha taxa de lotação para tantas unidades animais (UAs) por hectare, num prazo de tantos meses”. Ou, então, dizer: “Quero dividir meus piquetes”, e, sim, “Quero fazer tantos módulos rotacionados até a próxima safra”.

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Define-se como planejamento forrageiro o planejamento alimentar da fazenda, que atenda à demanda dos animais durante o ano ou durante um ciclo de produção. Para que seja bem-sucedido, passa, necessariamente, pela relação adequada entre oferta e demanda de forragem.

E, para que isso ocorra, é essencial que se tenha metas e objetivos claros, bem definidos. Por exemplo: Quantos animais precisarão ser alimentados? Por quanto tempo? Em qual categoria se encaixam? Qual a estimativa de consumo? Será usado algum suplemento? Qual o ganho esperado?

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E, para que isso ocorra, é essencial que se tenha metas e objetivos claros, bem definidos. Por exemplo: Quantos animais precisarão ser alimentados? Por quanto tempo? Em qual categoria se encaixam? Qual a estimativa de consumo? Será usado algum suplemento? Qual o ganho esperado?

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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