Alcides Torres: “Optei por ser relva e não carvalho”
O caminho de Alcides Torres até tornar sua Scot Consultoria em referência e, de quebra, sua visão atual do mercado estão na conversa com Maristela Franco, editora da Revista DBO
“Nada substitui o contato direto. A gente percebe quando o comprador de gado está nervoso, quando está calmo, quando está sem tempo. Isso é informação” – Alcides Torres
Por Maristela Franco
Alcides Moura Torres Júnior, diretor-fundador da Scot Consultoria, 67 anos, paulistano do Cambuci, engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), é um dos profissionais mais conhecidos (e queridos) da pecuária brasileira pelo trabalho que desenvolve, tanto na área de inteligência de mercado quanto de informação técnica.
Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
Alcides também gosta de ensinar. A empresa que criou “sem planejar” é uma fábrica de profissionais renomados, que sempre lhe honram tributo.
“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
Nesta entrevista à editora de DBO, Maristela Franco, Scot conta um pouco de sua trajetória e – evidentemente – fala sobre o mercado do boi. Confira.
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“Nada substitui o contato direto. A gente percebe quando o comprador de gado está nervoso, quando está calmo, quando está sem tempo. Isso é informação” – Alcides Torres
Por Maristela Franco
Alcides Moura Torres Júnior, diretor-fundador da Scot Consultoria, 67 anos, paulistano do Cambuci, engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), é um dos profissionais mais conhecidos (e queridos) da pecuária brasileira pelo trabalho que desenvolve, tanto na área de inteligência de mercado quanto de informação técnica.
Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
Alcides também gosta de ensinar. A empresa que criou “sem planejar” é uma fábrica de profissionais renomados, que sempre lhe honram tributo.
“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
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Por Maristela Franco
Alcides Moura Torres Júnior, diretor-fundador da Scot Consultoria, 67 anos, paulistano do Cambuci, engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), é um dos profissionais mais conhecidos (e queridos) da pecuária brasileira pelo trabalho que desenvolve, tanto na área de inteligência de mercado quanto de informação técnica.
Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
Alcides também gosta de ensinar. A empresa que criou “sem planejar” é uma fábrica de profissionais renomados, que sempre lhe honram tributo.
“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
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Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
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“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
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Daniel Gaia, zootecnista e proprietário da DG Assessoria Pecuária, comenta os preços da reposição, a oferta de boi magro e as tendências do mercado pecuário no Tocantins.
César de Castro Alves, consultor do Itaú BBA, analisa os impactos da possível interrupção das exportações para a China, a capacidade de absorção do mercado interno e os riscos para o mercado do boi gordo nos próximos meses.
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Por Maristela Franco
Alcides Moura Torres Júnior, diretor-fundador da Scot Consultoria, 67 anos, paulistano do Cambuci, engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), é um dos profissionais mais conhecidos (e queridos) da pecuária brasileira pelo trabalho que desenvolve, tanto na área de inteligência de mercado quanto de informação técnica.
Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
Alcides também gosta de ensinar. A empresa que criou “sem planejar” é uma fábrica de profissionais renomados, que sempre lhe honram tributo.
“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
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Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
Alcides também gosta de ensinar. A empresa que criou “sem planejar” é uma fábrica de profissionais renomados, que sempre lhe honram tributo.
“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
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Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
Alcides também gosta de ensinar. A empresa que criou “sem planejar” é uma fábrica de profissionais renomados, que sempre lhe honram tributo.
“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
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Alcides Moura Torres Júnior, diretor-fundador da Scot Consultoria, 67 anos, paulistano do Cambuci, engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), é um dos profissionais mais conhecidos (e queridos) da pecuária brasileira pelo trabalho que desenvolve, tanto na área de inteligência de mercado quanto de informação técnica.
Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
Alcides também gosta de ensinar. A empresa que criou “sem planejar” é uma fábrica de profissionais renomados, que sempre lhe honram tributo.
“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
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Os eventos que organiza são concorridíssimos, com mais de 1.000 participantes presenciais em tempos pré-pandemia. Alcides não tem medo algum de se reinventar – “optei por ser relva e não carvalho” –, mas continua fiel aos princípios aprendidos nos tempos de coroinha, com padres franciscanos: o respeito à dimensão humana e a valorização do bem coletivo. “Não basta ser bom, precisa ser bondoso”, lembra.
Apaixonado por livros e cinema, tira deles uma série de referências úteis. “Venho de uma família de jornalistas, onde se discutia de tudo. Como muitos tinham essa profissão, me disseram: ‘Vai fazer agronomia, porque jornalismo não dá dinheiro’. Aí eu descobri que agronomia também não dá dinheiro (risos)”. O humor crítico porém amável é sua marca registrada. Gosta de brincar com os colaboradores e fazer trote com os iniciantes (hábito reforçado pela cultura esalquiana).
Alcides também gosta de ensinar. A empresa que criou “sem planejar” é uma fábrica de profissionais renomados, que sempre lhe honram tributo.
“Isso também ocorreu por acaso. Uma vez assisti na TV Cultura, uma série de entrevistas com imigrantes e gostei muito do depoimento de um japonês. Ele disse que a coisa de que mais gostava no Brasil era da expressão ‘mais ou menos’, porque no Japão é apenas certo ou errado. Vejo assim a Scot Consultoria, é uma empresa ‘mais ou menos’ no bom sentido: não somos absolutos, nem ruins, a gente sabe quando não sabe e isso é bom, porque nos ajuda a duvidar, a fazer perguntas como os jornalistas”.
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