Em janeiro/26, as unidades brasileiras com selo SIF (Serviço de Inspeção Federal) abateram 878 mil fêmeas, o que representou um recuo de 12,68% em relação ao resultado registrado em janeiro/25, de 1,006 milhão de cabeças, informa a Agrifatto.
De acordo com dados do SIF, a média dos abates de fêmeas em janeiro nos últimos cinco anos foi de 791,71 mil cabeças, o que coloca janeiro de 2026 acima dessa média em 10,92%.
No entanto, diz a Agrifatto, em janeiro de 2025, o volume havia superado a média histórica em 27,03%.
“Apesar do patamar ainda elevado, o ritmo de crescimento perdeu intensidade de forma relevante”, ressalta a consultoria.
Incluindo os machos, abates recuam 4,6%
Em janeiro de 2026, foram abatidas 2,30 milhões de cabeças, com queda de 4,58% em relação ao mesmo período de 2025, informa a Agrifatto. O abate de machos somaram 1,42 milhão de cabeças, com leve incremento anual de 1,21%.
Regionalmente, Rio Grande do Sul (-39,96%), Paraná (-18,90%) e Bahia (-14,24%) foram os Estados que mais contribuíram para a queda do volume total dos abates, detalha a Agrifatto.
Para fevereiro, prevê a consultoria, a expectativa é de manutenção de um ritmo mais contido nos abates, com tendência de estabilidade a leve ajuste negativo, sobretudo para fêmeas, reforçando a leitura de oferta mais ajustada no curto prazo.




