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Em MT, abates de fêmeas têm leve alta em mai/25 sobre abr/25

Frigoríficos do Estado abateram 332,86 mil cabeças (entre vacas e novilhas) no mês passado, um ligeiro aumento de 0,75% sobre o resultado obtido em abril/25, segundo dados do Indea-MT
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Os abates de fêmeas nas indústrias de Mato Grosso tiveram ligeiro aumento de 0,75% em maio/25, na comparação com abril/25, atingindo 332,86 mil cabeças, informa a Agrifatto, com base em dados da Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT).

Com isso, relata a consultoria, a variação anual do abate de fêmeas, que vinha acumulando três meses consecutivos de queda, voltou a crescer no quinto mês do ano, resultando em uma participação de 54,39% sobre o total abatido no estado mato-grossense – o segundo maior patamar na série histórica.

Segundo a Agrifatto, a expectativa para os próximos meses é de uma menor presença de fêmeas nos abates de MT, um reflexo da transição da fase do ciclo pecuário.

“A margem da cria apresentou melhora, o que estimula o movimento de retenção de matrizes”, ressaltam os analistas da consultoria.

Além disso, acrescenta a Agrifatto, a tendência é que a oferta de machos seja maior, uma vez que a margem de tende a melhorar com a recuperação nos preços do boi gordo já sentidas na primeira semana de junho/2025.

No total, abates avançam 

Pelo segundo mês consecutivo, o abate de bovinos em Mato Grosso cresceu, com 611,95 mil bovinos encaminhados para as indústrias locais, um avanço de 5,24% no comparativo mensal.

Os machos registraram um aumento mensal de 11,14%, atingindo 279,09 mil cabeças abatidas, o maior volume desde janeiro/25.

Preços do boi e da vaca recuaram no mês passado

Com o avanço nos abates em maio/25, o preço do boi gordo no Mato Grosso fechou o mês com desvalorização de 4,63%, cotado em média a R$ 310,89/@, informa a Agrifatto.

As fêmeas seguiram o mesmo caminho, com a cotação da vaca gorda registrando baixa de 5,58% em maio/25, para R$ 278,39/@, em média.

Porém, nesta parcial de junho/25, diz a Agrifatto, a arroba do boi em Mato Grosso (e nas demais praças brasileiras) sinaliza recuperação, estimulada pela capacidade do pecuarista em controlar melhor a oferta, pelas boas condições de pastagem, e, consequentemente, pela dificuldade das indústrias locais em alongar as programações de abate.

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