Em entrevista à DBO, novo presidente da ABCZ, Gabriel Garcia Cid, fala de suas metas com ênfase em gestão aberta e novos avanços na área de melhoramento genético.

Por Larissa Vieira
Ciente dos desafios que enfrentará nos próximos três anos (2023-2025), o paranaense Gabriel Garcia Cid tomou posse, oficialmente, como presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) no dia 4 de fevereiro. Neto de Celso Garcia Cid, que participou da histórica importação de zebuínos da Índia na década de 60, Gabriel tem vasta experiência em melhoramento genético, dedicando-se atualmente à seleção de Nelore e Gir na Fazenda Cachoeira 2C, localizada em Sertanópolis (PR).
Nesta entrevista à repórter Larissa Vieira, ele falou sobre as novidades da Expozebu 2023, mudanças no PMGZ e reivindicações feitas ao Mapa. Ainda comemorou o desempenho de raças zebuínas de corte no mercado genético, apesar da retração nas vendas de sêmen em 2022. Segundo Garcia Cid, a ABCZ vai se posicionar cada vez mais politicamente em defesa dos interesses dos pecuaristas, para garantir que o criador seja respeitado e ouvido. “Não renunciaremos à democracia e ao diálogo, mas a representatividade do setor será reforçada”, garantiu.
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Ciente dos desafios que enfrentará nos próximos três anos (2023-2025), o paranaense Gabriel Garcia Cid tomou posse, oficialmente, como presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) no dia 4 de fevereiro. Neto de Celso Garcia Cid, que participou da histórica importação de zebuínos da Índia na década de 60, Gabriel tem vasta experiência em melhoramento genético, dedicando-se atualmente à seleção de Nelore e Gir na Fazenda Cachoeira 2C, localizada em Sertanópolis (PR).
Nesta entrevista à repórter Larissa Vieira, ele falou sobre as novidades da Expozebu 2023, mudanças no PMGZ e reivindicações feitas ao Mapa. Ainda comemorou o desempenho de raças zebuínas de corte no mercado genético, apesar da retração nas vendas de sêmen em 2022. Segundo Garcia Cid, a ABCZ vai se posicionar cada vez mais politicamente em defesa dos interesses dos pecuaristas, para garantir que o criador seja respeitado e ouvido. “Não renunciaremos à democracia e ao diálogo, mas a representatividade do setor será reforçada”, garantiu.




