Produtor arrenda fazenda leiteira e ganha com confinamento coberto no município de Tiros, na região centro-oeste de MG
Compost barn da Fazenda Paraíso, em Tiros, MG: antes, abrigava 240 vacas leiteiras; agora, são 425 bois de corte.
Por Moacir José
Desde 2008 a Fazenda Boi Gordo, situada em Tiros, região centro-oeste de Minas Gerais, pratica o confinamento de bois magros para terminação, número que chegou a 8.000 cabeças em 2020. Até 2019, a terminação intensiva era exclusivamente a céu aberto, durante o ano todo, e, como em qualquer confinamento desse tipo, a poeira é um fator que desencadeia problemas respiratórios nos animais, reduzindo a produtividade.
O proprietário da fazenda, Leonardo Rodrigues Lopes ‒ o “Leo Boiadeiro” ‒, já estava pensando em resolver esse problema de uma forma mais eficaz e a cobertura da instalação seria uma das saídas. Foi quando surgiu uma oportunidade ímpar: no ano passado, seu vizinho de cerca, produtor de leite, estava em dificuldades e lhe ofereceu a propriedade, a Fazenda Paraíso, para arrendamento. Junto com ela, dois galpões do tipo compost barn, ou seja, instalação com área de descanso acoplada ao cocho (veja matéria de capa de DBO, edição de agosto/2020), onde as vacas recebiam a ração diária.
Era o que Leo precisava para testar o resultado que viria com o gado de corte. Reuniu-se com o consultor André Melo, fizeram contas e viram que o confinamento coberto traria várias vantagens, sobretudo em desempenho dos animais, e que o investimento valia a pena. Além de agregar mais 1.200 animais para abate em sua carteira pecuária, que responde por 40% do faturamento de sua empresa ‒ a L2 Agronegócios, que tem como carro-chefe a agricultura (produção de alho, soja e milho) ‒, Leo reduziu significativamente o problema sanitário das doenças respiratórias. “Gastei uns 50% menos em medicamentos com os animais da área coberta”, calcula ele.
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Desde 2008 a Fazenda Boi Gordo, situada em Tiros, região centro-oeste de Minas Gerais, pratica o confinamento de bois magros para terminação, número que chegou a 8.000 cabeças em 2020. Até 2019, a terminação intensiva era exclusivamente a céu aberto, durante o ano todo, e, como em qualquer confinamento desse tipo, a poeira é um fator que desencadeia problemas respiratórios nos animais, reduzindo a produtividade.
O proprietário da fazenda, Leonardo Rodrigues Lopes ‒ o “Leo Boiadeiro” ‒, já estava pensando em resolver esse problema de uma forma mais eficaz e a cobertura da instalação seria uma das saídas. Foi quando surgiu uma oportunidade ímpar: no ano passado, seu vizinho de cerca, produtor de leite, estava em dificuldades e lhe ofereceu a propriedade, a Fazenda Paraíso, para arrendamento. Junto com ela, dois galpões do tipo compost barn, ou seja, instalação com área de descanso acoplada ao cocho (veja matéria de capa de DBO, edição de agosto/2020), onde as vacas recebiam a ração diária.
Era o que Leo precisava para testar o resultado que viria com o gado de corte. Reuniu-se com o consultor André Melo, fizeram contas e viram que o confinamento coberto traria várias vantagens, sobretudo em desempenho dos animais, e que o investimento valia a pena. Além de agregar mais 1.200 animais para abate em sua carteira pecuária, que responde por 40% do faturamento de sua empresa ‒ a L2 Agronegócios, que tem como carro-chefe a agricultura (produção de alho, soja e milho) ‒, Leo reduziu significativamente o problema sanitário das doenças respiratórias. “Gastei uns 50% menos em medicamentos com os animais da área coberta”, calcula ele.
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O proprietário da fazenda, Leonardo Rodrigues Lopes ‒ o “Leo Boiadeiro” ‒, já estava pensando em resolver esse problema de uma forma mais eficaz e a cobertura da instalação seria uma das saídas. Foi quando surgiu uma oportunidade ímpar: no ano passado, seu vizinho de cerca, produtor de leite, estava em dificuldades e lhe ofereceu a propriedade, a Fazenda Paraíso, para arrendamento. Junto com ela, dois galpões do tipo compost barn, ou seja, instalação com área de descanso acoplada ao cocho (veja matéria de capa de DBO, edição de agosto/2020), onde as vacas recebiam a ração diária.
Era o que Leo precisava para testar o resultado que viria com o gado de corte. Reuniu-se com o consultor André Melo, fizeram contas e viram que o confinamento coberto traria várias vantagens, sobretudo em desempenho dos animais, e que o investimento valia a pena. Além de agregar mais 1.200 animais para abate em sua carteira pecuária, que responde por 40% do faturamento de sua empresa ‒ a L2 Agronegócios, que tem como carro-chefe a agricultura (produção de alho, soja e milho) ‒, Leo reduziu significativamente o problema sanitário das doenças respiratórias. “Gastei uns 50% menos em medicamentos com os animais da área coberta”, calcula ele.
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O proprietário da fazenda, Leonardo Rodrigues Lopes ‒ o “Leo Boiadeiro” ‒, já estava pensando em resolver esse problema de uma forma mais eficaz e a cobertura da instalação seria uma das saídas. Foi quando surgiu uma oportunidade ímpar: no ano passado, seu vizinho de cerca, produtor de leite, estava em dificuldades e lhe ofereceu a propriedade, a Fazenda Paraíso, para arrendamento. Junto com ela, dois galpões do tipo compost barn, ou seja, instalação com área de descanso acoplada ao cocho (veja matéria de capa de DBO, edição de agosto/2020), onde as vacas recebiam a ração diária.
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O proprietário da fazenda, Leonardo Rodrigues Lopes ‒ o “Leo Boiadeiro” ‒, já estava pensando em resolver esse problema de uma forma mais eficaz e a cobertura da instalação seria uma das saídas. Foi quando surgiu uma oportunidade ímpar: no ano passado, seu vizinho de cerca, produtor de leite, estava em dificuldades e lhe ofereceu a propriedade, a Fazenda Paraíso, para arrendamento. Junto com ela, dois galpões do tipo compost barn, ou seja, instalação com área de descanso acoplada ao cocho (veja matéria de capa de DBO, edição de agosto/2020), onde as vacas recebiam a ração diária.
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O proprietário da fazenda, Leonardo Rodrigues Lopes ‒ o “Leo Boiadeiro” ‒, já estava pensando em resolver esse problema de uma forma mais eficaz e a cobertura da instalação seria uma das saídas. Foi quando surgiu uma oportunidade ímpar: no ano passado, seu vizinho de cerca, produtor de leite, estava em dificuldades e lhe ofereceu a propriedade, a Fazenda Paraíso, para arrendamento. Junto com ela, dois galpões do tipo compost barn, ou seja, instalação com área de descanso acoplada ao cocho (veja matéria de capa de DBO, edição de agosto/2020), onde as vacas recebiam a ração diária.
Era o que Leo precisava para testar o resultado que viria com o gado de corte. Reuniu-se com o consultor André Melo, fizeram contas e viram que o confinamento coberto traria várias vantagens, sobretudo em desempenho dos animais, e que o investimento valia a pena. Além de agregar mais 1.200 animais para abate em sua carteira pecuária, que responde por 40% do faturamento de sua empresa ‒ a L2 Agronegócios, que tem como carro-chefe a agricultura (produção de alho, soja e milho) ‒, Leo reduziu significativamente o problema sanitário das doenças respiratórias. “Gastei uns 50% menos em medicamentos com os animais da área coberta”, calcula ele.
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O proprietário da fazenda, Leonardo Rodrigues Lopes ‒ o “Leo Boiadeiro” ‒, já estava pensando em resolver esse problema de uma forma mais eficaz e a cobertura da instalação seria uma das saídas. Foi quando surgiu uma oportunidade ímpar: no ano passado, seu vizinho de cerca, produtor de leite, estava em dificuldades e lhe ofereceu a propriedade, a Fazenda Paraíso, para arrendamento. Junto com ela, dois galpões do tipo compost barn, ou seja, instalação com área de descanso acoplada ao cocho (veja matéria de capa de DBO, edição de agosto/2020), onde as vacas recebiam a ração diária.
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