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Revista DBO | Setor quer prorrogar novas regras para cisticercose

Prazo estabelecido vence em agosto, mas entidades alegam que, por conta da pandemia, não conseguiram implementar ações necessárias ao combate da doença

Pela nova regra, um cisto, mesmo morto, leva ao tratamento pelo frio.

Por Renato Villela

A Câmara Setorial da Carne Bovina pediu, ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a prorrogação, por mais dois anos, do prazo para entrada em vigor das novas regras sobre inspeção de cisticercose nos frigoríficos, consideradas muito rígidas, pois determinam o tratamento de carcaças com apenas um cisticerco, mesmo que já esteja morto. Ao invés de 1º de setembro próximo, como previsto, as entidades do setor querem que essa norma passe a valer somente em setembro de 2024.

“Pedimos a prorrogação para montar um grupo de trabalho e criar uma força tarefa multidisciplinar. A cisticercose é um problema de saúde pública que precisa ser atacado em várias frentes. Por isso, precisamos de mais tempo”, defende Francisco Manzi, vice-presidente da Câmara Setorial.

VEJA TAMBÉM | Arma eletrônica contra a cisticercose bovina

Se a solicitação do órgão consultivo for aceita pelo ministro Marcos Montes, será o segundo adiamento da medida. A Instrução Normativa (IN) 121, de 26 de fevereiro de 2021, já havia prorrogado por 18 meses a aplicação das novas normas estabelecidas pelo Decreto 10.468, de agosto de 2020, que atualizou o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).

Nos poucos meses em que esteve em vigor, a norma causou rebuliço no setor devido aos prejuízos causados aos pecuaristas, que amargaram deságios de até 50% nas carcaças que tiveram que ser submetidas a tratamento pelo frio nas câmaras frigoríficas.

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A Câmara Setorial da Carne Bovina pediu, ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a prorrogação, por mais dois anos, do prazo para entrada em vigor das novas regras sobre inspeção de cisticercose nos frigoríficos, consideradas muito rígidas, pois determinam o tratamento de carcaças com apenas um cisticerco, mesmo que já esteja morto. Ao invés de 1º de setembro próximo, como previsto, as entidades do setor querem que essa norma passe a valer somente em setembro de 2024.

“Pedimos a prorrogação para montar um grupo de trabalho e criar uma força tarefa multidisciplinar. A cisticercose é um problema de saúde pública que precisa ser atacado em várias frentes. Por isso, precisamos de mais tempo”, defende Francisco Manzi, vice-presidente da Câmara Setorial.

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Se a solicitação do órgão consultivo for aceita pelo ministro Marcos Montes, será o segundo adiamento da medida. A Instrução Normativa (IN) 121, de 26 de fevereiro de 2021, já havia prorrogado por 18 meses a aplicação das novas normas estabelecidas pelo Decreto 10.468, de agosto de 2020, que atualizou o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).

Nos poucos meses em que esteve em vigor, a norma causou rebuliço no setor devido aos prejuízos causados aos pecuaristas, que amargaram deságios de até 50% nas carcaças que tiveram que ser submetidas a tratamento pelo frio nas câmaras frigoríficas.

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“Pedimos a prorrogação para montar um grupo de trabalho e criar uma força tarefa multidisciplinar. A cisticercose é um problema de saúde pública que precisa ser atacado em várias frentes. Por isso, precisamos de mais tempo”, defende Francisco Manzi, vice-presidente da Câmara Setorial.

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Se a solicitação do órgão consultivo for aceita pelo ministro Marcos Montes, será o segundo adiamento da medida. A Instrução Normativa (IN) 121, de 26 de fevereiro de 2021, já havia prorrogado por 18 meses a aplicação das novas normas estabelecidas pelo Decreto 10.468, de agosto de 2020, que atualizou o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).

Nos poucos meses em que esteve em vigor, a norma causou rebuliço no setor devido aos prejuízos causados aos pecuaristas, que amargaram deságios de até 50% nas carcaças que tiveram que ser submetidas a tratamento pelo frio nas câmaras frigoríficas.

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“Pedimos a prorrogação para montar um grupo de trabalho e criar uma força tarefa multidisciplinar. A cisticercose é um problema de saúde pública que precisa ser atacado em várias frentes. Por isso, precisamos de mais tempo”, defende Francisco Manzi, vice-presidente da Câmara Setorial.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Pela nova regra, um cisto, mesmo morto, leva ao tratamento pelo frio.

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“Pedimos a prorrogação para montar um grupo de trabalho e criar uma força tarefa multidisciplinar. A cisticercose é um problema de saúde pública que precisa ser atacado em várias frentes. Por isso, precisamos de mais tempo”, defende Francisco Manzi, vice-presidente da Câmara Setorial.

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Se a solicitação do órgão consultivo for aceita pelo ministro Marcos Montes, será o segundo adiamento da medida. A Instrução Normativa (IN) 121, de 26 de fevereiro de 2021, já havia prorrogado por 18 meses a aplicação das novas normas estabelecidas pelo Decreto 10.468, de agosto de 2020, que atualizou o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).

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“Pedimos a prorrogação para montar um grupo de trabalho e criar uma força tarefa multidisciplinar. A cisticercose é um problema de saúde pública que precisa ser atacado em várias frentes. Por isso, precisamos de mais tempo”, defende Francisco Manzi, vice-presidente da Câmara Setorial.

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Nos poucos meses em que esteve em vigor, a norma causou rebuliço no setor devido aos prejuízos causados aos pecuaristas, que amargaram deságios de até 50% nas carcaças que tiveram que ser submetidas a tratamento pelo frio nas câmaras frigoríficas.

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“Pedimos a prorrogação para montar um grupo de trabalho e criar uma força tarefa multidisciplinar. A cisticercose é um problema de saúde pública que precisa ser atacado em várias frentes. Por isso, precisamos de mais tempo”, defende Francisco Manzi, vice-presidente da Câmara Setorial.

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Se a solicitação do órgão consultivo for aceita pelo ministro Marcos Montes, será o segundo adiamento da medida. A Instrução Normativa (IN) 121, de 26 de fevereiro de 2021, já havia prorrogado por 18 meses a aplicação das novas normas estabelecidas pelo Decreto 10.468, de agosto de 2020, que atualizou o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).

Nos poucos meses em que esteve em vigor, a norma causou rebuliço no setor devido aos prejuízos causados aos pecuaristas, que amargaram deságios de até 50% nas carcaças que tiveram que ser submetidas a tratamento pelo frio nas câmaras frigoríficas.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

Pela nova regra, um cisto, mesmo morto, leva ao tratamento pelo frio.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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