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Recessão global à frente?

Vento contra à frente, sinal de recessão global a caminho; confira o artigo do zootecnista Danilo Grandini, diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health

Danilo Grandini

Por Danilo Grandini – Zootecnista, com pós-graduacão em análise econômica, e diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health

Head wind ahead. A tradução literal é “vento contrário pela frente”, uma clara analogia ao risco de recessão global no final do próximo ano ou início de 2024. O tema é atual e está associado à conjuntura dos EUA (motor da economia mundial), à inflação e à alta dos juros nas principais economias do planeta.

Um artigo publicado em 1º de novembro, na Revista Forbes, pelo economista Bill Conerly, traz informações muito interessantes sobre os por quês do atraso de algo que se esperava ocorrer já nesta virada de 2022. Segundo o economista, a poupança gerada nos anos de Covid 19, que hoje acumula US$ 1,5 trilhão, estaria sendo exaurida a uma taxa mensal de US$ 90 bilhões, agindo como um amortecedor naquele país e explicando o crescimento de 2,6% no PIB, registrado no terceiro trimestre deste ano.

O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

No setor de carnes norte-americano, por exemplo, essa crise já é sentida de perto pelos frigoríficos, que amargaram margens negativas de US$ 28 por animal abatido, na última semana do mês de novembro, em contraste com lucro de US$ 488 no mesmo período de 2021.

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Head wind ahead. A tradução literal é “vento contrário pela frente”, uma clara analogia ao risco de recessão global no final do próximo ano ou início de 2024. O tema é atual e está associado à conjuntura dos EUA (motor da economia mundial), à inflação e à alta dos juros nas principais economias do planeta.

Um artigo publicado em 1º de novembro, na Revista Forbes, pelo economista Bill Conerly, traz informações muito interessantes sobre os por quês do atraso de algo que se esperava ocorrer já nesta virada de 2022. Segundo o economista, a poupança gerada nos anos de Covid 19, que hoje acumula US$ 1,5 trilhão, estaria sendo exaurida a uma taxa mensal de US$ 90 bilhões, agindo como um amortecedor naquele país e explicando o crescimento de 2,6% no PIB, registrado no terceiro trimestre deste ano.

O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

No setor de carnes norte-americano, por exemplo, essa crise já é sentida de perto pelos frigoríficos, que amargaram margens negativas de US$ 28 por animal abatido, na última semana do mês de novembro, em contraste com lucro de US$ 488 no mesmo período de 2021.

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Head wind ahead. A tradução literal é “vento contrário pela frente”, uma clara analogia ao risco de recessão global no final do próximo ano ou início de 2024. O tema é atual e está associado à conjuntura dos EUA (motor da economia mundial), à inflação e à alta dos juros nas principais economias do planeta.

Um artigo publicado em 1º de novembro, na Revista Forbes, pelo economista Bill Conerly, traz informações muito interessantes sobre os por quês do atraso de algo que se esperava ocorrer já nesta virada de 2022. Segundo o economista, a poupança gerada nos anos de Covid 19, que hoje acumula US$ 1,5 trilhão, estaria sendo exaurida a uma taxa mensal de US$ 90 bilhões, agindo como um amortecedor naquele país e explicando o crescimento de 2,6% no PIB, registrado no terceiro trimestre deste ano.

O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

No setor de carnes norte-americano, por exemplo, essa crise já é sentida de perto pelos frigoríficos, que amargaram margens negativas de US$ 28 por animal abatido, na última semana do mês de novembro, em contraste com lucro de US$ 488 no mesmo período de 2021.

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Um artigo publicado em 1º de novembro, na Revista Forbes, pelo economista Bill Conerly, traz informações muito interessantes sobre os por quês do atraso de algo que se esperava ocorrer já nesta virada de 2022. Segundo o economista, a poupança gerada nos anos de Covid 19, que hoje acumula US$ 1,5 trilhão, estaria sendo exaurida a uma taxa mensal de US$ 90 bilhões, agindo como um amortecedor naquele país e explicando o crescimento de 2,6% no PIB, registrado no terceiro trimestre deste ano.

O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

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O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Um artigo publicado em 1º de novembro, na Revista Forbes, pelo economista Bill Conerly, traz informações muito interessantes sobre os por quês do atraso de algo que se esperava ocorrer já nesta virada de 2022. Segundo o economista, a poupança gerada nos anos de Covid 19, que hoje acumula US$ 1,5 trilhão, estaria sendo exaurida a uma taxa mensal de US$ 90 bilhões, agindo como um amortecedor naquele país e explicando o crescimento de 2,6% no PIB, registrado no terceiro trimestre deste ano.

O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

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O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

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Um artigo publicado em 1º de novembro, na Revista Forbes, pelo economista Bill Conerly, traz informações muito interessantes sobre os por quês do atraso de algo que se esperava ocorrer já nesta virada de 2022. Segundo o economista, a poupança gerada nos anos de Covid 19, que hoje acumula US$ 1,5 trilhão, estaria sendo exaurida a uma taxa mensal de US$ 90 bilhões, agindo como um amortecedor naquele país e explicando o crescimento de 2,6% no PIB, registrado no terceiro trimestre deste ano.

O mesmo economista cita que o consumo ainda estaria ativo nos EUA, mas que o setor de construção civil já mostra sinais de redução nas atividades. Ou seja, bastarão 16 meses para que o saldo entre poupança e gastos volte aos patamares pré-Covid e para que os fundamentos de uma possível crise se concretizem de fato.

No setor de carnes norte-americano, por exemplo, essa crise já é sentida de perto pelos frigoríficos, que amargaram margens negativas de US$ 28 por animal abatido, na última semana do mês de novembro, em contraste com lucro de US$ 488 no mesmo período de 2021.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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