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Pessoa física ou jurídica? Eis o dilema do produtor

Andre Bendin Pirajá, advogado e produtor rural, aponta em artigo pontos a considerar pelo produtor para tocar o negócio rural como pessoa física ou jurídica

Andre Bendin Pirajá, advogado, especialista em direito pela FGV e Uninter e produtor rural.

Por Andre Bendin Pirajá – Advogado, especialista em direito pela FGV e Uninter e produtor rural. Autor do livro “Como Salvar Minha Fazenda – Manual Jurídico para o Produtor Rural”. Fundador do movimento “Produtores pela Liberdade”.

Um dos grandes dilemas do Agro brasileiro envolve o pagamento de impostos. De forma legal, é possível pagar o mínimo possível, desde que conhecendo seu negócio e a legislação. Mas como? Qual modalidade jurídica para o exercício da atividade é mais interessante: pessoa física (PF) ou pessoa jurídica (PJ)? Em qual delas o produtor rural obtém mais benefícios?

É preciso analisar cada caso e a fase em que se encontra o negócio, considerando-se que esta decisão vai além da questão contábil. Por exemplo, nas etapas iniciais de investimento, é provável que seja mais interessante manter a empresa na pessoa física. Após a estabilidade do negócio, para a divisão de dividendos entre os sócios, é melhor como pessoa jurídica, conforme explicarei neste artigo.

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É preciso analisar cada caso e a fase em que se encontra o negócio, considerando-se que esta decisão vai além da questão contábil. Por exemplo, nas etapas iniciais de investimento, é provável que seja mais interessante manter a empresa na pessoa física. Após a estabilidade do negócio, para a divisão de dividendos entre os sócios, é melhor como pessoa jurídica, conforme explicarei neste artigo.

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É preciso analisar cada caso e a fase em que se encontra o negócio, considerando-se que esta decisão vai além da questão contábil. Por exemplo, nas etapas iniciais de investimento, é provável que seja mais interessante manter a empresa na pessoa física. Após a estabilidade do negócio, para a divisão de dividendos entre os sócios, é melhor como pessoa jurídica, conforme explicarei neste artigo.

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É preciso analisar cada caso e a fase em que se encontra o negócio, considerando-se que esta decisão vai além da questão contábil. Por exemplo, nas etapas iniciais de investimento, é provável que seja mais interessante manter a empresa na pessoa física. Após a estabilidade do negócio, para a divisão de dividendos entre os sócios, é melhor como pessoa jurídica, conforme explicarei neste artigo.

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