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Na direção da precocidade sexual

Para atender ao mercado de ciclo completo, Nelore Pronel repagina seu projeto de seleção, com o uso intensivo de tecnologias, como a FIV e genotipagem

Lote de precocinhas que emprenharam aos 17 meses de idade.

Por Larissa Vieira

É no clima desafiador de Barra do Garças – situada na região sudeste do Mato Grosso, na divisa com Goiás, onde o período seco pode chegar a oito meses do ano – é que a Fazenda Santa Filomena das Águas vem intensificando, nos últimos três anos, seu projeto de seleção da raça Nelore. Medidas como suplementação alimentar com silagem ou feno, reforma de pastagens e acasalamento genético direcionado para a obtenção de animais que sirvam para todos os segmentos (cria, recria, engorda e rebanhos puros) têm levado o criatório a conquistar uma fatia maior do mercado pecuário.

Raimundo Daldoino Matos, gerente do Nelore Pronel, há 25 anos atuando na propriedade, conta que a Santa Filomena, por muitos anos, focou seu trabalho na pecuária de elite. As primeiras 150 matrizes foram adquiridas 20 anos atrás, por seu então proprietário – o advogado Ivan Szligowski Ramos –, da Fazenda Madras, de propriedade da criadora Nilza Menezes, cujo pai, Durval Garcia Menezes, teve importante participação na difusão do Nelore em terras fluminenses.

“Passamos a utilizar touros provados nos acasalamentos e a submeter o rebanho à avaliação do PMGZ. Essa base genética também vem sendo utilizada no rebanho de corte comercial, pois acreditamos muito no Nelore, uma raça espetacular que tem apresentado grande evolução com a maior pressão de seleção adotada”, informa o gerente.

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Raimundo Daldoino Matos, gerente do Nelore Pronel, há 25 anos atuando na propriedade, conta que a Santa Filomena, por muitos anos, focou seu trabalho na pecuária de elite. As primeiras 150 matrizes foram adquiridas 20 anos atrás, por seu então proprietário – o advogado Ivan Szligowski Ramos –, da Fazenda Madras, de propriedade da criadora Nilza Menezes, cujo pai, Durval Garcia Menezes, teve importante participação na difusão do Nelore em terras fluminenses.

“Passamos a utilizar touros provados nos acasalamentos e a submeter o rebanho à avaliação do PMGZ. Essa base genética também vem sendo utilizada no rebanho de corte comercial, pois acreditamos muito no Nelore, uma raça espetacular que tem apresentado grande evolução com a maior pressão de seleção adotada”, informa o gerente.

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Lote de precocinhas que emprenharam aos 17 meses de idade.

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É no clima desafiador de Barra do Garças – situada na região sudeste do Mato Grosso, na divisa com Goiás, onde o período seco pode chegar a oito meses do ano – é que a Fazenda Santa Filomena das Águas vem intensificando, nos últimos três anos, seu projeto de seleção da raça Nelore. Medidas como suplementação alimentar com silagem ou feno, reforma de pastagens e acasalamento genético direcionado para a obtenção de animais que sirvam para todos os segmentos (cria, recria, engorda e rebanhos puros) têm levado o criatório a conquistar uma fatia maior do mercado pecuário.

Raimundo Daldoino Matos, gerente do Nelore Pronel, há 25 anos atuando na propriedade, conta que a Santa Filomena, por muitos anos, focou seu trabalho na pecuária de elite. As primeiras 150 matrizes foram adquiridas 20 anos atrás, por seu então proprietário – o advogado Ivan Szligowski Ramos –, da Fazenda Madras, de propriedade da criadora Nilza Menezes, cujo pai, Durval Garcia Menezes, teve importante participação na difusão do Nelore em terras fluminenses.

“Passamos a utilizar touros provados nos acasalamentos e a submeter o rebanho à avaliação do PMGZ. Essa base genética também vem sendo utilizada no rebanho de corte comercial, pois acreditamos muito no Nelore, uma raça espetacular que tem apresentado grande evolução com a maior pressão de seleção adotada”, informa o gerente.

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Raimundo Daldoino Matos, gerente do Nelore Pronel, há 25 anos atuando na propriedade, conta que a Santa Filomena, por muitos anos, focou seu trabalho na pecuária de elite. As primeiras 150 matrizes foram adquiridas 20 anos atrás, por seu então proprietário – o advogado Ivan Szligowski Ramos –, da Fazenda Madras, de propriedade da criadora Nilza Menezes, cujo pai, Durval Garcia Menezes, teve importante participação na difusão do Nelore em terras fluminenses.

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Lote de precocinhas que emprenharam aos 17 meses de idade.

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Raimundo Daldoino Matos, gerente do Nelore Pronel, há 25 anos atuando na propriedade, conta que a Santa Filomena, por muitos anos, focou seu trabalho na pecuária de elite. As primeiras 150 matrizes foram adquiridas 20 anos atrás, por seu então proprietário – o advogado Ivan Szligowski Ramos –, da Fazenda Madras, de propriedade da criadora Nilza Menezes, cujo pai, Durval Garcia Menezes, teve importante participação na difusão do Nelore em terras fluminenses.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Raimundo Daldoino Matos, gerente do Nelore Pronel, há 25 anos atuando na propriedade, conta que a Santa Filomena, por muitos anos, focou seu trabalho na pecuária de elite. As primeiras 150 matrizes foram adquiridas 20 anos atrás, por seu então proprietário – o advogado Ivan Szligowski Ramos –, da Fazenda Madras, de propriedade da criadora Nilza Menezes, cujo pai, Durval Garcia Menezes, teve importante participação na difusão do Nelore em terras fluminenses.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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