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Revista DBO | MS troca quantidade por mais eficiência

Em 10 anos (2011 à 2021), Estado perde 14% do rebanho e abates caem 5%, mas produção de carne bovina aumenta 6,5%

Por Ariosto Mesquita

No início do milênio, o Mato Grosso do Sul ostentava o título de maior rebanho bovino do País. Em 2004, por exemplo, liderava o ranking nacional com quase 25 milhões de cabeças, segundo dados da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro). Com o passar dos anos, esse quadro mudou. Em 2021, MS ficou em 5º no ranking do IBGE, com 19,02 milhões de bovinos, atrás de MT (32,7 milhões), GO (23,6 milhões), PA (22,3 milhões) e MG (22,2 milhões), mas essa queda em efetivo foi compensada pelo avanço em produtividade.

Nos últimos 10 anos (2011 à 2021), o Estado perdeu 14% do rebanho e registrou queda de 5% nos abates, mas produziu 6,5% mais carne (entre 750.000 e 800.000 t). O indicador “quilo de carne por cabeça abatida” aumentou 10,2% entre 2008 (235 kg) e 2020 (259 kg). Enquanto isso, em 12 anos (2009 à 2021), a produtividade média dos municípios “top 10” na pecuária de corte sul-mato-grossense subiu 27,2%, passando de 5,5 para 7@/ha.

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Nos últimos 10 anos (2011 à 2021), o Estado perdeu 14% do rebanho e registrou queda de 5% nos abates, mas produziu 6,5% mais carne (entre 750.000 e 800.000 t). O indicador “quilo de carne por cabeça abatida” aumentou 10,2% entre 2008 (235 kg) e 2020 (259 kg). Enquanto isso, em 12 anos (2009 à 2021), a produtividade média dos municípios “top 10” na pecuária de corte sul-mato-grossense subiu 27,2%, passando de 5,5 para 7@/ha.

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No início do milênio, o Mato Grosso do Sul ostentava o título de maior rebanho bovino do País. Em 2004, por exemplo, liderava o ranking nacional com quase 25 milhões de cabeças, segundo dados da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro). Com o passar dos anos, esse quadro mudou. Em 2021, MS ficou em 5º no ranking do IBGE, com 19,02 milhões de bovinos, atrás de MT (32,7 milhões), GO (23,6 milhões), PA (22,3 milhões) e MG (22,2 milhões), mas essa queda em efetivo foi compensada pelo avanço em produtividade.

Nos últimos 10 anos (2011 à 2021), o Estado perdeu 14% do rebanho e registrou queda de 5% nos abates, mas produziu 6,5% mais carne (entre 750.000 e 800.000 t). O indicador “quilo de carne por cabeça abatida” aumentou 10,2% entre 2008 (235 kg) e 2020 (259 kg). Enquanto isso, em 12 anos (2009 à 2021), a produtividade média dos municípios “top 10” na pecuária de corte sul-mato-grossense subiu 27,2%, passando de 5,5 para 7@/ha.

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Nos últimos 10 anos (2011 à 2021), o Estado perdeu 14% do rebanho e registrou queda de 5% nos abates, mas produziu 6,5% mais carne (entre 750.000 e 800.000 t). O indicador “quilo de carne por cabeça abatida” aumentou 10,2% entre 2008 (235 kg) e 2020 (259 kg). Enquanto isso, em 12 anos (2009 à 2021), a produtividade média dos municípios “top 10” na pecuária de corte sul-mato-grossense subiu 27,2%, passando de 5,5 para 7@/ha.

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Nos últimos 10 anos (2011 à 2021), o Estado perdeu 14% do rebanho e registrou queda de 5% nos abates, mas produziu 6,5% mais carne (entre 750.000 e 800.000 t). O indicador “quilo de carne por cabeça abatida” aumentou 10,2% entre 2008 (235 kg) e 2020 (259 kg). Enquanto isso, em 12 anos (2009 à 2021), a produtividade média dos municípios “top 10” na pecuária de corte sul-mato-grossense subiu 27,2%, passando de 5,5 para 7@/ha.

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