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Preço do boi gordo recua R$ 3/@ em SP, para R$ 322/@, informa Scot

Quedas nos preços futuros e no mercado de reposição alimentam um ambiente especulativo de baixa nos preços da arroba, relata a Agrifatto
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A Scot Consultoria detectou elevação de oferta de animais para abate no mercado paulista e, ao mesmo tempo, um escoamento de carne bovina pouco expressivo, apesar do recebimento dos salários no início deste mês. Com isso, o preço do boi gordo “comum” (sem padrão-exportação) teve baixa de R$ 3/@ nesta terça-feira (11/2) em São Paulo, fechando o dia negociado em R$ 322/@, no prazo, de acordo com os dados da Scot.

Confira as cotações dos animais terminados, apurados no dia 11/2 pela Agrifatto; clique AQUI.

Na mesma região, a vaca gorda segue valendo R$ 295/@, a novilha está cotada em R$ 312/@ e o “boi- China” está apregoado em R$ 325/@, acrescenta a consultoria.

As escalas de abate no Estado de São Paulo atendem, em média, cinco dias, aponta a Scot.

Segundo a Agrifatto, no mercado futuro, os preços do boi gordo vêm recuando nos últimos dias, assim como o valor do gado de reposição – um reflexo da maior oferta de animais jovens.

Tal cenário, diz a Agrifatto, alimenta um ambiente especulativo de baixa nos preços da arroba. “Como reflexo, já há registros de negócios abaixo da referência média em Estados como GO, MG, MS, PA e TO”, informa a Agrifatto.

Em outras regiões, afirma a consultoria, fatos semelhantes também ocorrem, contudo, devido ao baixo volume negociado, “os novos valores ainda não se firmaram como referência de mercado”.

Dessa maneira, pelos dados da Agrifato, o preço médio da arroba em São Paulo segue em R$ 320, para o “boi comum”, e R$ 330, para o “boi China”. Nas outras 18 regiões monitoradas pela consultoria, porém, o preço médio do boi gordo cedeu para R$ 299,10/@.

“Seis das 17 praças acompanhadas registraram desvalorização da arroba (AC, GO, MG, MS, PA e TO); as outras 11 não registraram alterações nas cotações”, detalha a Agrifatto.

Quedas no mercado futuro

No pregão de segunda-feira (10/2), a B3 operou sob um cenário de pessimismo, informa a Agrifatto. O contrato com vencimento em maio/25 registrou a maior desvalorização, encerrando o pregão a R$ 311,40, uma queda de 1,87% em comparação com o fechamento da sexta-feira.

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