Anuário DBO | Oscilação deverá reger arroba em 2022
Na avaliação dos analistas, a tendência de fortes oscilações da arroba veio para ficar e, portanto, em 2022 os pecuaristas precisam estar atentos aos solavancos
Foto: Fabiano Bastos/Embrapa
Por Denis Cardoso
A palavra que resume o mercado pecuário em 2021 é volatilidade. O embargo chinês, depois do registro de dois casos atípicos da doença da “vaca louca” no País, virou de ponta cabeça os preços do boi gordo, tanto no mercado físico quanto no futuro. “As oscilações levaram pecuaristas e frigoríficos do céu ao inferno em semanas”, diz o veterinário Leandro Bovo, diretor da Radar Investimentos, de São Paulo (SP).
Na avaliação dos analistas, a tendência de fortes oscilações da arroba veio para ficar e, portanto, em 2022 os pecuaristas e demais agentes da cadeia de produção da carne bovina precisam estar atentos aos solavancos. “A nova realidade da pecuária de corte em 2022 será de custos elevados em um ambiente de grande volatilidade de preços”, diz.
Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
De maneira geral, prevê Lígia, 2022 será de margens apertadas aos pecuaristas. “Acabou o estoque de insumos baratos e, além disso, o gado que será abatido este ano é precificado a valores de reposição de 2021, os maiores da história em termos reais”, relata Yago Travagini.
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A palavra que resume o mercado pecuário em 2021 é volatilidade. O embargo chinês, depois do registro de dois casos atípicos da doença da “vaca louca” no País, virou de ponta cabeça os preços do boi gordo, tanto no mercado físico quanto no futuro. “As oscilações levaram pecuaristas e frigoríficos do céu ao inferno em semanas”, diz o veterinário Leandro Bovo, diretor da Radar Investimentos, de São Paulo (SP).
Na avaliação dos analistas, a tendência de fortes oscilações da arroba veio para ficar e, portanto, em 2022 os pecuaristas e demais agentes da cadeia de produção da carne bovina precisam estar atentos aos solavancos. “A nova realidade da pecuária de corte em 2022 será de custos elevados em um ambiente de grande volatilidade de preços”, diz.
Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
De maneira geral, prevê Lígia, 2022 será de margens apertadas aos pecuaristas. “Acabou o estoque de insumos baratos e, além disso, o gado que será abatido este ano é precificado a valores de reposição de 2021, os maiores da história em termos reais”, relata Yago Travagini.
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Por Denis Cardoso
A palavra que resume o mercado pecuário em 2021 é volatilidade. O embargo chinês, depois do registro de dois casos atípicos da doença da “vaca louca” no País, virou de ponta cabeça os preços do boi gordo, tanto no mercado físico quanto no futuro. “As oscilações levaram pecuaristas e frigoríficos do céu ao inferno em semanas”, diz o veterinário Leandro Bovo, diretor da Radar Investimentos, de São Paulo (SP).
Na avaliação dos analistas, a tendência de fortes oscilações da arroba veio para ficar e, portanto, em 2022 os pecuaristas e demais agentes da cadeia de produção da carne bovina precisam estar atentos aos solavancos. “A nova realidade da pecuária de corte em 2022 será de custos elevados em um ambiente de grande volatilidade de preços”, diz.
Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
De maneira geral, prevê Lígia, 2022 será de margens apertadas aos pecuaristas. “Acabou o estoque de insumos baratos e, além disso, o gado que será abatido este ano é precificado a valores de reposição de 2021, os maiores da história em termos reais”, relata Yago Travagini.
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Na avaliação dos analistas, a tendência de fortes oscilações da arroba veio para ficar e, portanto, em 2022 os pecuaristas e demais agentes da cadeia de produção da carne bovina precisam estar atentos aos solavancos. “A nova realidade da pecuária de corte em 2022 será de custos elevados em um ambiente de grande volatilidade de preços”, diz.
Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
De maneira geral, prevê Lígia, 2022 será de margens apertadas aos pecuaristas. “Acabou o estoque de insumos baratos e, além disso, o gado que será abatido este ano é precificado a valores de reposição de 2021, os maiores da história em termos reais”, relata Yago Travagini.
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Carlos Guaritá, sócio-diretor da Leiloboi Leilões Rurais, analisa o mercado de reposição no Mato Grosso do Sul e projeta um cenário mais calmo para os preços até setembro.
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Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
De maneira geral, prevê Lígia, 2022 será de margens apertadas aos pecuaristas. “Acabou o estoque de insumos baratos e, além disso, o gado que será abatido este ano é precificado a valores de reposição de 2021, os maiores da história em termos reais”, relata Yago Travagini.
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Na avaliação dos analistas, a tendência de fortes oscilações da arroba veio para ficar e, portanto, em 2022 os pecuaristas e demais agentes da cadeia de produção da carne bovina precisam estar atentos aos solavancos. “A nova realidade da pecuária de corte em 2022 será de custos elevados em um ambiente de grande volatilidade de preços”, diz.
Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
De maneira geral, prevê Lígia, 2022 será de margens apertadas aos pecuaristas. “Acabou o estoque de insumos baratos e, além disso, o gado que será abatido este ano é precificado a valores de reposição de 2021, os maiores da história em termos reais”, relata Yago Travagini.
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Na avaliação dos analistas, a tendência de fortes oscilações da arroba veio para ficar e, portanto, em 2022 os pecuaristas e demais agentes da cadeia de produção da carne bovina precisam estar atentos aos solavancos. “A nova realidade da pecuária de corte em 2022 será de custos elevados em um ambiente de grande volatilidade de preços”, diz.
Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
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Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
De maneira geral, prevê Lígia, 2022 será de margens apertadas aos pecuaristas. “Acabou o estoque de insumos baratos e, além disso, o gado que será abatido este ano é precificado a valores de reposição de 2021, os maiores da história em termos reais”, relata Yago Travagini.
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Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
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Na avaliação dos analistas, a tendência de fortes oscilações da arroba veio para ficar e, portanto, em 2022 os pecuaristas e demais agentes da cadeia de produção da carne bovina precisam estar atentos aos solavancos. “A nova realidade da pecuária de corte em 2022 será de custos elevados em um ambiente de grande volatilidade de preços”, diz.
Tem opinião semelhante a veterinária Lygia Pimentel, da Agrifatto. “A pecuária brasileira está em processo de intensificação gigantesco, que incrementa a volatilidade”, observa ela. Segundo o economista Yago Travigini, também da Agrifatto, a volatilidade nunca esteve tão intensa como nos últimos três anos.
“Para se ter uma ideia, entre 2010 e 2018, a arroba no mercado interno variou mais de 10% em 30 dias em apenas três momentos. De 2019 para cá já foram oito”, compara.
De maneira geral, prevê Lígia, 2022 será de margens apertadas aos pecuaristas. “Acabou o estoque de insumos baratos e, além disso, o gado que será abatido este ano é precificado a valores de reposição de 2021, os maiores da história em termos reais”, relata Yago Travagini.
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