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Nova Zelândia suspende exportações de aves após primeiro caso de gripe aviária H7

Os testes confirmaram o subtipo H7N6 da gripe aviária em uma granja rural na região de Otago
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A Nova Zelândia suspendeu todas as exportações de aves após detectar uma variante altamente patogênica da gripe aviária em uma granja avícola na Ilha Sul, informou a agência Reuters.

Os testes confirmaram o subtipo H7N6 da gripe aviária em uma granja rural na região de Otago, disse a Biosecurity New Zealand em um comunicado.

A cepa é diferente da cepa H5N1 que se espalhou globalmente e levantou temores de transmissão humana, e provavelmente se desenvolveu a partir de interações com aves aquáticas locais e selvagens, informou o portal norte-americano www.porkbusiness.com.

“Embora não seja o tipo H5N1 que atualmente está circulando ao redor do mundo, estamos levando a descoberta a sério”, disse Stuart Anderso, vice-diretor-geral da Biosecurity New Zealand, em comunicado.

Os testes na zona rural de Otago, na Nova Zelândia, mostram que não há relação com uma cepa H7 que foi identificada na Austrália no início deste ano, diz a reportagem do portal www.porkbusiness.com.

“É importante notar que a cepa encontrada nesta fazenda não é uma cepa adaptada à vida selvagem como o H5N1, então acreditamos que é improvável que seja transmitida para mamíferos”, observa Anderso.

O relatório diz que não houve relatos de outras aves doentes ou mortas em outras granjas avícolas. “Não há preocupações com a saúde humana ou segurança alimentar; é seguro consumir ovos e produtos avícolas completamente cozidos”, disse o comunicado.

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