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Anuário DBO | Atingidos pelos estilhaços da guerra

Crise mundial provocada pelo conflito Rússia-Ucrânia acertou em cheio o setor de nutrição animal em 2022; na indústria de suplementação, houve recuo de 6% na comercialização de produtos

Por Mônica Costa

O setor de nutrição animal foi fortemente afetado pelos desdobramentos negativos da Guerra entre Rússia e Ucrânia, deflagrada no início de 2022.

Importantes produtores de grãos e de fertilizantes, a rotina rompida pelo conflito afetou as principais commodities agropecuárias, elevando os custos de produção da pecuária brasileira e pressionou a desvalorização do real frente ao dólar, o que contribuiu para o avanço da inflação no mercado interno, reduzindo, ainda mais, o poder de compra do consumidor brasileiro, já debilitado pela crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus.

Na indústria de suplementação, houve recuo de 6% na comercialização de produtos (de 2,608 milhões de toneladas para 2,449 milhões/t), resultado bem distante da previsão do setor, de crescimento médio de 9% para o ano. Já na indústria de rações (que inclui bovinos leiteiros e outras espécies animais) houve ligeiro aumento, de 1,3% (de 80,8 para 81,8 milhões de toneladas), bem inferior, porém à previsão de crescimento de 4,5% para o ano, apontada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

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Na indústria de suplementação, houve recuo de 6% na comercialização de produtos (de 2,608 milhões de toneladas para 2,449 milhões/t), resultado bem distante da previsão do setor, de crescimento médio de 9% para o ano. Já na indústria de rações (que inclui bovinos leiteiros e outras espécies animais) houve ligeiro aumento, de 1,3% (de 80,8 para 81,8 milhões de toneladas), bem inferior, porém à previsão de crescimento de 4,5% para o ano, apontada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

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O setor de nutrição animal foi fortemente afetado pelos desdobramentos negativos da Guerra entre Rússia e Ucrânia, deflagrada no início de 2022.

Importantes produtores de grãos e de fertilizantes, a rotina rompida pelo conflito afetou as principais commodities agropecuárias, elevando os custos de produção da pecuária brasileira e pressionou a desvalorização do real frente ao dólar, o que contribuiu para o avanço da inflação no mercado interno, reduzindo, ainda mais, o poder de compra do consumidor brasileiro, já debilitado pela crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus.

Na indústria de suplementação, houve recuo de 6% na comercialização de produtos (de 2,608 milhões de toneladas para 2,449 milhões/t), resultado bem distante da previsão do setor, de crescimento médio de 9% para o ano. Já na indústria de rações (que inclui bovinos leiteiros e outras espécies animais) houve ligeiro aumento, de 1,3% (de 80,8 para 81,8 milhões de toneladas), bem inferior, porém à previsão de crescimento de 4,5% para o ano, apontada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

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Na indústria de suplementação, houve recuo de 6% na comercialização de produtos (de 2,608 milhões de toneladas para 2,449 milhões/t), resultado bem distante da previsão do setor, de crescimento médio de 9% para o ano. Já na indústria de rações (que inclui bovinos leiteiros e outras espécies animais) houve ligeiro aumento, de 1,3% (de 80,8 para 81,8 milhões de toneladas), bem inferior, porém à previsão de crescimento de 4,5% para o ano, apontada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

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Na indústria de suplementação, houve recuo de 6% na comercialização de produtos (de 2,608 milhões de toneladas para 2,449 milhões/t), resultado bem distante da previsão do setor, de crescimento médio de 9% para o ano. Já na indústria de rações (que inclui bovinos leiteiros e outras espécies animais) houve ligeiro aumento, de 1,3% (de 80,8 para 81,8 milhões de toneladas), bem inferior, porém à previsão de crescimento de 4,5% para o ano, apontada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

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