Embrapa trabalha na elaboração da marca conceito “Carbono Nativo”, para gado criado em áreas com árvores nativas.
Área de pasto com árvores nativas em Chapadão do Sul (MS), modelo que será testado a partir deste ano.
Por Ariosto Mesquita
A Embrapa Gado de Corte divulgou, durante a Dinapec 2023, realizada em março, que está desenvolvendo uma terceira marca-conceito dentro da “Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono”, criada pela empresa em 2012 com o objetivo de valorizar a proteína vermelha brasileira produzido sob modelos sustentáveis, que mitiguem ou neutralizem as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) do setor.
A nova marca-conceito é a carne Carbono Nativo (CN), destinada a certificar bovinos criados em pastagens que têm árvores ou capões de vegetação nativa. “O protocolo do novo selo deverá ser apresentado até 2024”, informa o biólogo Rodiney Mauro, coordenador do projeto.
Como suas predecessoras (a Carne Carbono Neutro e a Carne de Baixo Carbono), a CN pretende oferecer garantias de produção sustentável aos consumidores, o que pode favorecer a colocação da carne brasileira em mercados mais exigentes.
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A Embrapa Gado de Corte divulgou, durante a Dinapec 2023, realizada em março, que está desenvolvendo uma terceira marca-conceito dentro da “Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono”, criada pela empresa em 2012 com o objetivo de valorizar a proteína vermelha brasileira produzido sob modelos sustentáveis, que mitiguem ou neutralizem as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) do setor.
A nova marca-conceito é a carne Carbono Nativo (CN), destinada a certificar bovinos criados em pastagens que têm árvores ou capões de vegetação nativa. “O protocolo do novo selo deverá ser apresentado até 2024”, informa o biólogo Rodiney Mauro, coordenador do projeto.
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A Embrapa Gado de Corte divulgou, durante a Dinapec 2023, realizada em março, que está desenvolvendo uma terceira marca-conceito dentro da “Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono”, criada pela empresa em 2012 com o objetivo de valorizar a proteína vermelha brasileira produzido sob modelos sustentáveis, que mitiguem ou neutralizem as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) do setor.
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A nova marca-conceito é a carne Carbono Nativo (CN), destinada a certificar bovinos criados em pastagens que têm árvores ou capões de vegetação nativa. “O protocolo do novo selo deverá ser apresentado até 2024”, informa o biólogo Rodiney Mauro, coordenador do projeto.
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Luiz Carlos Marino, vice-presidente da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), analisa o momento de valorização vivido pela principal raça de corte do País.
Área de pasto com árvores nativas em Chapadão do Sul (MS), modelo que será testado a partir deste ano.
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A Embrapa Gado de Corte divulgou, durante a Dinapec 2023, realizada em março, que está desenvolvendo uma terceira marca-conceito dentro da “Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono”, criada pela empresa em 2012 com o objetivo de valorizar a proteína vermelha brasileira produzido sob modelos sustentáveis, que mitiguem ou neutralizem as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) do setor.
A nova marca-conceito é a carne Carbono Nativo (CN), destinada a certificar bovinos criados em pastagens que têm árvores ou capões de vegetação nativa. “O protocolo do novo selo deverá ser apresentado até 2024”, informa o biólogo Rodiney Mauro, coordenador do projeto.
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A nova marca-conceito é a carne Carbono Nativo (CN), destinada a certificar bovinos criados em pastagens que têm árvores ou capões de vegetação nativa. “O protocolo do novo selo deverá ser apresentado até 2024”, informa o biólogo Rodiney Mauro, coordenador do projeto.
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