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Pequeno pode verticalizar

Exemplo de verticalização bem-sucedida em pequena área (537 ha), a Fazenda Frei Galvão, em Caldas Novas (GO), tem visto os cortes do dianteiro avançarem em qualidade e prestígio

Animais produzidos com capricho na Fazenda Frei Galvão, em Caldas Novas (GO).

Por Ariosto Mesquita

Desde outubro de 2021, quando lançou seu projeto verticalizado de carne premium, o produtor goiano Luiz Regis Galvão Filho tem ouvido a mesma pergunta: “Você tem Denver?”. O corte, extraído do miolo do acém, é altamente demandado por restaurantes e casas de carne gourmet de São Paulo, principal destino da marca Galvão Beef. Exemplo de verticalização bem-sucedida em pequena área (537 ha), a Fazenda Frei Galvão, em Caldas Novas (GO), também produz peças grill tradicionais (picanha, maminha, contrafilé), mas tem visto os cortes do dianteiro avançarem em qualidade e prestígio.

SAIBA MAIS | A revolução do dianteiro

Luiz Regis Galvão Filho,
proprietário da Galvão Beef.

“Não tenho dificuldade nenhuma em vender outras partes do boi, mas o Denver é o mais disputado, atualmente. Por ser leve (pesa de 1 a 1,1 kg) e de baixa oferta, tem muita demanda represada”, conta o pecuarista que confessa comercializar o corte por preços bastante atrativos. “Entrego o denver a R$ 92/kg e o ancho (retirado do contrafilé), por exemplo, a R$ 88/kg. A picanha se mantém à frente, com R$ 127/kg”, revela. Os valores citados são uma média obtida, nos meses de agosto e setembro, em vendas feitas para casas de carne e restaurantes gourmets paulistanos.

Galvão prefere não informar os valores investidos em seu projeto de carne premium verticalizado, mas afirma trabalhar no azul: “A partir dos abates feitos em agosto, por exemplo, meu preço de venda foi 38% superior à média paga pela carcaça bovina na região”, garante. O produtor avisa que ainda não contabilizou a participação do dianteiro na rentabilidade de seu negócio, mas garante que há um equilíbrio muito grande. “Esses cortes novos são tão valorizados quanto os do traseiro. A procura é imensa. Não existe mais aquele desespero de pedir ‘Separe a Picanha!’. A primeira pergunta dos compradores é: “Vai ter Denver?”, frisa o empresário.

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Por Ariosto Mesquita

Desde outubro de 2021, quando lançou seu projeto verticalizado de carne premium, o produtor goiano Luiz Regis Galvão Filho tem ouvido a mesma pergunta: “Você tem Denver?”. O corte, extraído do miolo do acém, é altamente demandado por restaurantes e casas de carne gourmet de São Paulo, principal destino da marca Galvão Beef. Exemplo de verticalização bem-sucedida em pequena área (537 ha), a Fazenda Frei Galvão, em Caldas Novas (GO), também produz peças grill tradicionais (picanha, maminha, contrafilé), mas tem visto os cortes do dianteiro avançarem em qualidade e prestígio.

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Luiz Regis Galvão Filho,
proprietário da Galvão Beef.

“Não tenho dificuldade nenhuma em vender outras partes do boi, mas o Denver é o mais disputado, atualmente. Por ser leve (pesa de 1 a 1,1 kg) e de baixa oferta, tem muita demanda represada”, conta o pecuarista que confessa comercializar o corte por preços bastante atrativos. “Entrego o denver a R$ 92/kg e o ancho (retirado do contrafilé), por exemplo, a R$ 88/kg. A picanha se mantém à frente, com R$ 127/kg”, revela. Os valores citados são uma média obtida, nos meses de agosto e setembro, em vendas feitas para casas de carne e restaurantes gourmets paulistanos.

Galvão prefere não informar os valores investidos em seu projeto de carne premium verticalizado, mas afirma trabalhar no azul: “A partir dos abates feitos em agosto, por exemplo, meu preço de venda foi 38% superior à média paga pela carcaça bovina na região”, garante. O produtor avisa que ainda não contabilizou a participação do dianteiro na rentabilidade de seu negócio, mas garante que há um equilíbrio muito grande. “Esses cortes novos são tão valorizados quanto os do traseiro. A procura é imensa. Não existe mais aquele desespero de pedir ‘Separe a Picanha!’. A primeira pergunta dos compradores é: “Vai ter Denver?”, frisa o empresário.

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Luiz Regis Galvão Filho,
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“Não tenho dificuldade nenhuma em vender outras partes do boi, mas o Denver é o mais disputado, atualmente. Por ser leve (pesa de 1 a 1,1 kg) e de baixa oferta, tem muita demanda represada”, conta o pecuarista que confessa comercializar o corte por preços bastante atrativos. “Entrego o denver a R$ 92/kg e o ancho (retirado do contrafilé), por exemplo, a R$ 88/kg. A picanha se mantém à frente, com R$ 127/kg”, revela. Os valores citados são uma média obtida, nos meses de agosto e setembro, em vendas feitas para casas de carne e restaurantes gourmets paulistanos.

Galvão prefere não informar os valores investidos em seu projeto de carne premium verticalizado, mas afirma trabalhar no azul: “A partir dos abates feitos em agosto, por exemplo, meu preço de venda foi 38% superior à média paga pela carcaça bovina na região”, garante. O produtor avisa que ainda não contabilizou a participação do dianteiro na rentabilidade de seu negócio, mas garante que há um equilíbrio muito grande. “Esses cortes novos são tão valorizados quanto os do traseiro. A procura é imensa. Não existe mais aquele desespero de pedir ‘Separe a Picanha!’. A primeira pergunta dos compradores é: “Vai ter Denver?”, frisa o empresário.

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“Não tenho dificuldade nenhuma em vender outras partes do boi, mas o Denver é o mais disputado, atualmente. Por ser leve (pesa de 1 a 1,1 kg) e de baixa oferta, tem muita demanda represada”, conta o pecuarista que confessa comercializar o corte por preços bastante atrativos. “Entrego o denver a R$ 92/kg e o ancho (retirado do contrafilé), por exemplo, a R$ 88/kg. A picanha se mantém à frente, com R$ 127/kg”, revela. Os valores citados são uma média obtida, nos meses de agosto e setembro, em vendas feitas para casas de carne e restaurantes gourmets paulistanos.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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“Não tenho dificuldade nenhuma em vender outras partes do boi, mas o Denver é o mais disputado, atualmente. Por ser leve (pesa de 1 a 1,1 kg) e de baixa oferta, tem muita demanda represada”, conta o pecuarista que confessa comercializar o corte por preços bastante atrativos. “Entrego o denver a R$ 92/kg e o ancho (retirado do contrafilé), por exemplo, a R$ 88/kg. A picanha se mantém à frente, com R$ 127/kg”, revela. Os valores citados são uma média obtida, nos meses de agosto e setembro, em vendas feitas para casas de carne e restaurantes gourmets paulistanos.

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“Não tenho dificuldade nenhuma em vender outras partes do boi, mas o Denver é o mais disputado, atualmente. Por ser leve (pesa de 1 a 1,1 kg) e de baixa oferta, tem muita demanda represada”, conta o pecuarista que confessa comercializar o corte por preços bastante atrativos. “Entrego o denver a R$ 92/kg e o ancho (retirado do contrafilé), por exemplo, a R$ 88/kg. A picanha se mantém à frente, com R$ 127/kg”, revela. Os valores citados são uma média obtida, nos meses de agosto e setembro, em vendas feitas para casas de carne e restaurantes gourmets paulistanos.

Galvão prefere não informar os valores investidos em seu projeto de carne premium verticalizado, mas afirma trabalhar no azul: “A partir dos abates feitos em agosto, por exemplo, meu preço de venda foi 38% superior à média paga pela carcaça bovina na região”, garante. O produtor avisa que ainda não contabilizou a participação do dianteiro na rentabilidade de seu negócio, mas garante que há um equilíbrio muito grande. “Esses cortes novos são tão valorizados quanto os do traseiro. A procura é imensa. Não existe mais aquele desespero de pedir ‘Separe a Picanha!’. A primeira pergunta dos compradores é: “Vai ter Denver?”, frisa o empresário.

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Luiz Regis Galvão Filho,
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“Não tenho dificuldade nenhuma em vender outras partes do boi, mas o Denver é o mais disputado, atualmente. Por ser leve (pesa de 1 a 1,1 kg) e de baixa oferta, tem muita demanda represada”, conta o pecuarista que confessa comercializar o corte por preços bastante atrativos. “Entrego o denver a R$ 92/kg e o ancho (retirado do contrafilé), por exemplo, a R$ 88/kg. A picanha se mantém à frente, com R$ 127/kg”, revela. Os valores citados são uma média obtida, nos meses de agosto e setembro, em vendas feitas para casas de carne e restaurantes gourmets paulistanos.

Galvão prefere não informar os valores investidos em seu projeto de carne premium verticalizado, mas afirma trabalhar no azul: “A partir dos abates feitos em agosto, por exemplo, meu preço de venda foi 38% superior à média paga pela carcaça bovina na região”, garante. O produtor avisa que ainda não contabilizou a participação do dianteiro na rentabilidade de seu negócio, mas garante que há um equilíbrio muito grande. “Esses cortes novos são tão valorizados quanto os do traseiro. A procura é imensa. Não existe mais aquele desespero de pedir ‘Separe a Picanha!’. A primeira pergunta dos compradores é: “Vai ter Denver?”, frisa o empresário.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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Animais produzidos com capricho na Fazenda Frei Galvão, em Caldas Novas (GO).

Por Ariosto Mesquita

Desde outubro de 2021, quando lançou seu projeto verticalizado de carne premium, o produtor goiano Luiz Regis Galvão Filho tem ouvido a mesma pergunta: “Você tem Denver?”. O corte, extraído do miolo do acém, é altamente demandado por restaurantes e casas de carne gourmet de São Paulo, principal destino da marca Galvão Beef. Exemplo de verticalização bem-sucedida em pequena área (537 ha), a Fazenda Frei Galvão, em Caldas Novas (GO), também produz peças grill tradicionais (picanha, maminha, contrafilé), mas tem visto os cortes do dianteiro avançarem em qualidade e prestígio.

SAIBA MAIS | A revolução do dianteiro

Luiz Regis Galvão Filho,
proprietário da Galvão Beef.

“Não tenho dificuldade nenhuma em vender outras partes do boi, mas o Denver é o mais disputado, atualmente. Por ser leve (pesa de 1 a 1,1 kg) e de baixa oferta, tem muita demanda represada”, conta o pecuarista que confessa comercializar o corte por preços bastante atrativos. “Entrego o denver a R$ 92/kg e o ancho (retirado do contrafilé), por exemplo, a R$ 88/kg. A picanha se mantém à frente, com R$ 127/kg”, revela. Os valores citados são uma média obtida, nos meses de agosto e setembro, em vendas feitas para casas de carne e restaurantes gourmets paulistanos.

Galvão prefere não informar os valores investidos em seu projeto de carne premium verticalizado, mas afirma trabalhar no azul: “A partir dos abates feitos em agosto, por exemplo, meu preço de venda foi 38% superior à média paga pela carcaça bovina na região”, garante. O produtor avisa que ainda não contabilizou a participação do dianteiro na rentabilidade de seu negócio, mas garante que há um equilíbrio muito grande. “Esses cortes novos são tão valorizados quanto os do traseiro. A procura é imensa. Não existe mais aquele desespero de pedir ‘Separe a Picanha!’. A primeira pergunta dos compradores é: “Vai ter Denver?”, frisa o empresário.

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