Revista DBO | Contra aftosa, SP reforça defesa e recria Fundepec
Governo incrementou a frota de veículos, contratou funcionários, reorganizou serviços, enquanto iniciativa privada discute recriação do Fundepec como fundo indenizatório
Parte dos 45 Sanderos alugados pela Secretaria de Agricultura para fortalecer a defesa sanitária no Estado de São Paulo.
Por Renato Villela
Atrasado em relação à maioria dos integrantes do Bloco IV do Plano Estratégio do Programa Nacional de Vigilância contra a Febre Aftosa (Pnefa), São Paulo não foi autorizado pelo governo federal a parar de vacinar seu rebanho após novembro de 2022, junto com Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Espírito Santo, além do Distrito Federal. O Estado mais rico do Brasil ficou na “lanterninha” do grupo, a exemplo da Bahia, Sergipe e Rio de Janeiro, que deverão continuar vacinando contra a aftosa em 2023.
Essa posição desconfortável levou autoridades e entidades paulistas a discutir o tema na Câmara Setorial da Carne Bovina do Estado de São Paulo, em maio. Segundo Chris Morais, presidente do órgão, várias medidas estão sendo tomadas. Uma delas é a recriação do Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo (Fundepec), que teve papel crucial no combate à aftosa nos anos 90 e agora ressurge com função mais delimitada: garantir recursos privados para a rápida indenização dos produtores que tiverem animais sacrificados, em caso de ocorrência de focos. “A criação desse tipo de fundo é uma das principais exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para suspender a vacinação”, diz Chris.
Duas entidades estão à frente da ressurreição do Fundepec: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRA). Segundo Cláudio Brisolara, gerente do Departamento Técnico e Econômico da Faesp, o Fundepec já teve seu CNPJ reativado junto à Receita Federal e encontra-se, atualmente, em processo de regularização cartorial. O próximo passo é congregar outras entidades do setor para viabilizar um modelo de arrecadação. “Já conversamos com o Sindicato da Indústria do Frio e estamos buscando apoio junto ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados”, informa.
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Atrasado em relação à maioria dos integrantes do Bloco IV do Plano Estratégio do Programa Nacional de Vigilância contra a Febre Aftosa (Pnefa), São Paulo não foi autorizado pelo governo federal a parar de vacinar seu rebanho após novembro de 2022, junto com Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Espírito Santo, além do Distrito Federal. O Estado mais rico do Brasil ficou na “lanterninha” do grupo, a exemplo da Bahia, Sergipe e Rio de Janeiro, que deverão continuar vacinando contra a aftosa em 2023.
Essa posição desconfortável levou autoridades e entidades paulistas a discutir o tema na Câmara Setorial da Carne Bovina do Estado de São Paulo, em maio. Segundo Chris Morais, presidente do órgão, várias medidas estão sendo tomadas. Uma delas é a recriação do Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo (Fundepec), que teve papel crucial no combate à aftosa nos anos 90 e agora ressurge com função mais delimitada: garantir recursos privados para a rápida indenização dos produtores que tiverem animais sacrificados, em caso de ocorrência de focos. “A criação desse tipo de fundo é uma das principais exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para suspender a vacinação”, diz Chris.
Duas entidades estão à frente da ressurreição do Fundepec: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRA). Segundo Cláudio Brisolara, gerente do Departamento Técnico e Econômico da Faesp, o Fundepec já teve seu CNPJ reativado junto à Receita Federal e encontra-se, atualmente, em processo de regularização cartorial. O próximo passo é congregar outras entidades do setor para viabilizar um modelo de arrecadação. “Já conversamos com o Sindicato da Indústria do Frio e estamos buscando apoio junto ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados”, informa.
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Atrasado em relação à maioria dos integrantes do Bloco IV do Plano Estratégio do Programa Nacional de Vigilância contra a Febre Aftosa (Pnefa), São Paulo não foi autorizado pelo governo federal a parar de vacinar seu rebanho após novembro de 2022, junto com Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Espírito Santo, além do Distrito Federal. O Estado mais rico do Brasil ficou na “lanterninha” do grupo, a exemplo da Bahia, Sergipe e Rio de Janeiro, que deverão continuar vacinando contra a aftosa em 2023.
Essa posição desconfortável levou autoridades e entidades paulistas a discutir o tema na Câmara Setorial da Carne Bovina do Estado de São Paulo, em maio. Segundo Chris Morais, presidente do órgão, várias medidas estão sendo tomadas. Uma delas é a recriação do Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo (Fundepec), que teve papel crucial no combate à aftosa nos anos 90 e agora ressurge com função mais delimitada: garantir recursos privados para a rápida indenização dos produtores que tiverem animais sacrificados, em caso de ocorrência de focos. “A criação desse tipo de fundo é uma das principais exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para suspender a vacinação”, diz Chris.
Duas entidades estão à frente da ressurreição do Fundepec: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRA). Segundo Cláudio Brisolara, gerente do Departamento Técnico e Econômico da Faesp, o Fundepec já teve seu CNPJ reativado junto à Receita Federal e encontra-se, atualmente, em processo de regularização cartorial. O próximo passo é congregar outras entidades do setor para viabilizar um modelo de arrecadação. “Já conversamos com o Sindicato da Indústria do Frio e estamos buscando apoio junto ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados”, informa.
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Essa posição desconfortável levou autoridades e entidades paulistas a discutir o tema na Câmara Setorial da Carne Bovina do Estado de São Paulo, em maio. Segundo Chris Morais, presidente do órgão, várias medidas estão sendo tomadas. Uma delas é a recriação do Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo (Fundepec), que teve papel crucial no combate à aftosa nos anos 90 e agora ressurge com função mais delimitada: garantir recursos privados para a rápida indenização dos produtores que tiverem animais sacrificados, em caso de ocorrência de focos. “A criação desse tipo de fundo é uma das principais exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para suspender a vacinação”, diz Chris.
Duas entidades estão à frente da ressurreição do Fundepec: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRA). Segundo Cláudio Brisolara, gerente do Departamento Técnico e Econômico da Faesp, o Fundepec já teve seu CNPJ reativado junto à Receita Federal e encontra-se, atualmente, em processo de regularização cartorial. O próximo passo é congregar outras entidades do setor para viabilizar um modelo de arrecadação. “Já conversamos com o Sindicato da Indústria do Frio e estamos buscando apoio junto ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados”, informa.
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Duas entidades estão à frente da ressurreição do Fundepec: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRA). Segundo Cláudio Brisolara, gerente do Departamento Técnico e Econômico da Faesp, o Fundepec já teve seu CNPJ reativado junto à Receita Federal e encontra-se, atualmente, em processo de regularização cartorial. O próximo passo é congregar outras entidades do setor para viabilizar um modelo de arrecadação. “Já conversamos com o Sindicato da Indústria do Frio e estamos buscando apoio junto ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados”, informa.
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Essa posição desconfortável levou autoridades e entidades paulistas a discutir o tema na Câmara Setorial da Carne Bovina do Estado de São Paulo, em maio. Segundo Chris Morais, presidente do órgão, várias medidas estão sendo tomadas. Uma delas é a recriação do Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo (Fundepec), que teve papel crucial no combate à aftosa nos anos 90 e agora ressurge com função mais delimitada: garantir recursos privados para a rápida indenização dos produtores que tiverem animais sacrificados, em caso de ocorrência de focos. “A criação desse tipo de fundo é uma das principais exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para suspender a vacinação”, diz Chris.
Duas entidades estão à frente da ressurreição do Fundepec: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRA). Segundo Cláudio Brisolara, gerente do Departamento Técnico e Econômico da Faesp, o Fundepec já teve seu CNPJ reativado junto à Receita Federal e encontra-se, atualmente, em processo de regularização cartorial. O próximo passo é congregar outras entidades do setor para viabilizar um modelo de arrecadação. “Já conversamos com o Sindicato da Indústria do Frio e estamos buscando apoio junto ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados”, informa.
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Essa posição desconfortável levou autoridades e entidades paulistas a discutir o tema na Câmara Setorial da Carne Bovina do Estado de São Paulo, em maio. Segundo Chris Morais, presidente do órgão, várias medidas estão sendo tomadas. Uma delas é a recriação do Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo (Fundepec), que teve papel crucial no combate à aftosa nos anos 90 e agora ressurge com função mais delimitada: garantir recursos privados para a rápida indenização dos produtores que tiverem animais sacrificados, em caso de ocorrência de focos. “A criação desse tipo de fundo é uma das principais exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para suspender a vacinação”, diz Chris.
Duas entidades estão à frente da ressurreição do Fundepec: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRA). Segundo Cláudio Brisolara, gerente do Departamento Técnico e Econômico da Faesp, o Fundepec já teve seu CNPJ reativado junto à Receita Federal e encontra-se, atualmente, em processo de regularização cartorial. O próximo passo é congregar outras entidades do setor para viabilizar um modelo de arrecadação. “Já conversamos com o Sindicato da Indústria do Frio e estamos buscando apoio junto ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados”, informa.
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Essa posição desconfortável levou autoridades e entidades paulistas a discutir o tema na Câmara Setorial da Carne Bovina do Estado de São Paulo, em maio. Segundo Chris Morais, presidente do órgão, várias medidas estão sendo tomadas. Uma delas é a recriação do Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo (Fundepec), que teve papel crucial no combate à aftosa nos anos 90 e agora ressurge com função mais delimitada: garantir recursos privados para a rápida indenização dos produtores que tiverem animais sacrificados, em caso de ocorrência de focos. “A criação desse tipo de fundo é uma das principais exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para suspender a vacinação”, diz Chris.
Duas entidades estão à frente da ressurreição do Fundepec: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRA). Segundo Cláudio Brisolara, gerente do Departamento Técnico e Econômico da Faesp, o Fundepec já teve seu CNPJ reativado junto à Receita Federal e encontra-se, atualmente, em processo de regularização cartorial. O próximo passo é congregar outras entidades do setor para viabilizar um modelo de arrecadação. “Já conversamos com o Sindicato da Indústria do Frio e estamos buscando apoio junto ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados”, informa.
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