Em artigo, Moacyr Corsi, doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Esalq/USP, explica os conceitos de reforma e recuperação das pastagens

Por Moacyr Corsi – Engenheiro agrônomo, doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Esalq/USP, PhD em Agronomia pela Universidade de Ohio (EUA) e pós-doutorado pelas universidades de West Virginia (EUA) e Massey (Nova Zelândia). É, desde 1989, professor titular do Departamento de Zootecnia da Esalq/USP.
É considerável a variação numérica sobre áreas de pastagens degradadas em nossos sistemas de produção pecuária, pois elas variam de bioma para bioma. Trabalho de 2014 do pesquisador Moacyr Bernardino Dias-Filho, da Embrapa Amazônia Oriental, mostra que elas estão próximas de 70% nas regiões Norte e Nordeste, ao redor de 50% na Sudeste e na Centro-Oeste, e de cerca de 15% na região Sul. São números que conferem ao Brasil 50% de áreas degradadas ou com algum estado de degradação.
Entretanto, as métricas usadas para qualificar essas áreas parecem não estar bem definidas. Presença de plantas invasoras, solos erodidos, baixa produtividade animal são algumas delas. As interações entre elas complicam a análise das informações e podem mudar os conceitos de reforma e recuperação das pastagens.
VEJA TAMBÉM | Anuário DBO: Pastagem: degradação recua 25% em duas décadas
Pastagens degradadas são menos produtivas. A produção de forragem, por sua vez, é componente importante, mas insuficiente para explicar a produtividade animal em sistemas de produção.
Como se pode ver na tabela abaixo, a interação dos aumentos da eficiência de pastejo – quando passa de 50% (média brasileira) para 70% – e do desempenho animal – quando passa de 600 para 750 gramas/cabeça/dia – proporciona, com a mesma produção de 15 t/ha de forragem, aumento de 75% na produtividade animal, nas condições mais favoráveis de eficiência de pastejo e de desempenho animal.
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Por Moacyr Corsi – Engenheiro agrônomo, doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Esalq/USP, PhD em Agronomia pela Universidade de Ohio (EUA) e pós-doutorado pelas universidades de West Virginia (EUA) e Massey (Nova Zelândia). É, desde 1989, professor titular do Departamento de Zootecnia da Esalq/USP.
É considerável a variação numérica sobre áreas de pastagens degradadas em nossos sistemas de produção pecuária, pois elas variam de bioma para bioma. Trabalho de 2014 do pesquisador Moacyr Bernardino Dias-Filho, da Embrapa Amazônia Oriental, mostra que elas estão próximas de 70% nas regiões Norte e Nordeste, ao redor de 50% na Sudeste e na Centro-Oeste, e de cerca de 15% na região Sul. São números que conferem ao Brasil 50% de áreas degradadas ou com algum estado de degradação.
Entretanto, as métricas usadas para qualificar essas áreas parecem não estar bem definidas. Presença de plantas invasoras, solos erodidos, baixa produtividade animal são algumas delas. As interações entre elas complicam a análise das informações e podem mudar os conceitos de reforma e recuperação das pastagens.
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Pastagens degradadas são menos produtivas. A produção de forragem, por sua vez, é componente importante, mas insuficiente para explicar a produtividade animal em sistemas de produção.
Como se pode ver na tabela abaixo, a interação dos aumentos da eficiência de pastejo – quando passa de 50% (média brasileira) para 70% – e do desempenho animal – quando passa de 600 para 750 gramas/cabeça/dia – proporciona, com a mesma produção de 15 t/ha de forragem, aumento de 75% na produtividade animal, nas condições mais favoráveis de eficiência de pastejo e de desempenho animal.
Por Moacyr Corsi – Engenheiro agrônomo, doutor em Ciência Animal e Pastagens pela Esalq/USP, PhD em Agronomia pela Universidade de Ohio (EUA) e pós-doutorado pelas universidades de West Virginia (EUA) e Massey (Nova Zelândia). É, desde 1989, professor titular do Departamento de Zootecnia da Esalq/USP.




