Em Sapezal, noroeste do MT, o Grupo Webler, forte em agricultura e pecuária, monta projeto de cria intensiva com lotação de até 10 UA/ha e obtém lucro próximo ao do algodão
Lote de matrizes com cria ao pé entrando na praça de alimentação de um dos módulos da Fazenda Encantado IV, em Sapezal, no Mato Grosso.
Por Renato Villela
A forte valorização do bezerro – hoje, cotado a R$ 3.300, em São Paulo – já era prevista há tempos. Segundo analistas do setor, ela faz parte do longo processo de reestruturação da pecuária de corte, que gradativamente vem cedendo áreas à agricultura e perdendo matrizes, sendo forçada a intensificar seu sistema de produção da ponta (terminação) à base (cria), para sobreviver. DBO tem registrando esse movimento nos criatórios desde 2001, quando os produtores começaram a colocar vacas em módulos de rotacionado para aumentar a lotação de 0,5 UA (sistema convencional) para 1,2 a 1,5 UA/ha (sistema semi-intensivo).
Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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Por Renato Villela
A forte valorização do bezerro – hoje, cotado a R$ 3.300, em São Paulo – já era prevista há tempos. Segundo analistas do setor, ela faz parte do longo processo de reestruturação da pecuária de corte, que gradativamente vem cedendo áreas à agricultura e perdendo matrizes, sendo forçada a intensificar seu sistema de produção da ponta (terminação) à base (cria), para sobreviver. DBO tem registrando esse movimento nos criatórios desde 2001, quando os produtores começaram a colocar vacas em módulos de rotacionado para aumentar a lotação de 0,5 UA (sistema convencional) para 1,2 a 1,5 UA/ha (sistema semi-intensivo).
Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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Em Sapezal, noroeste do MT, o Grupo Webler, forte em agricultura e pecuária, monta projeto de cria intensiva com lotação de até 10 UA/ha e obtém lucro próximo ao do algodão
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A forte valorização do bezerro – hoje, cotado a R$ 3.300, em São Paulo – já era prevista há tempos. Segundo analistas do setor, ela faz parte do longo processo de reestruturação da pecuária de corte, que gradativamente vem cedendo áreas à agricultura e perdendo matrizes, sendo forçada a intensificar seu sistema de produção da ponta (terminação) à base (cria), para sobreviver. DBO tem registrando esse movimento nos criatórios desde 2001, quando os produtores começaram a colocar vacas em módulos de rotacionado para aumentar a lotação de 0,5 UA (sistema convencional) para 1,2 a 1,5 UA/ha (sistema semi-intensivo).
Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
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“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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A forte valorização do bezerro – hoje, cotado a R$ 3.300, em São Paulo – já era prevista há tempos. Segundo analistas do setor, ela faz parte do longo processo de reestruturação da pecuária de corte, que gradativamente vem cedendo áreas à agricultura e perdendo matrizes, sendo forçada a intensificar seu sistema de produção da ponta (terminação) à base (cria), para sobreviver. DBO tem registrando esse movimento nos criatórios desde 2001, quando os produtores começaram a colocar vacas em módulos de rotacionado para aumentar a lotação de 0,5 UA (sistema convencional) para 1,2 a 1,5 UA/ha (sistema semi-intensivo).
Em 2008, a “corrida” pelo bezerro de qualidade reforçou investimentos na cria, que começou a quebrar paradigmas (dizia-se que não compensava suplementar matrizes, por exemplo). Hoje, temos plantéis sob pivôs, comendo feno a pasto ou sendo 100% confinados (o ano inteiro), como nas fazendas do Grupo ARG, de Minas Gerais, que foi capa de DBOem 2018.
Os objetivos da intensificação da cria são claros: alojar mais matrizes por área, melhorar os índices reprodutivos e obter mais quilos de bezerro por hectare. Uma das maneiras de se conseguir isso é usar protocolos nutricionais específicos para fêmeas, associados à integração lavoura-pecuária (ILP), como vem fazendo o Grupo Webler, de Sapezal, no noroeste do Mato Grosso.
Desde 2016, essa empresa adota um sistema inédito de intensificação da cria, ainda em parte pequena de sua área, mas com excelentes resultados: lotação de 4 a 10/UA/ha nas águas, em pastagens rotacionadas/adubadas, e igual lotação na seca, quando as fêmeas são “sequestradas” na área de lazer dos módulos, onde recebem ração no cocho.
O Grupo Webler (constituído por Inácio Webler e seus quatro filhos) é um grande player agrícola do Mato Grosso. Com cerca de 26.000 ha de área total, mais 8.284 ha arrendados, a empresa pretende plantar 20.800 ha de milho, soja e algodão na safra 2021/2022, porém sem prejuízo à pecuária. Hoje, a família tem 10.000 ha de pastagens, área que poderá ser reduzida a 6.000 ha no próximo verão, para possibilitar o avanço da agricultura, voltando depois à área anterior, em função da rotação de culturas. Apesar das oscilações de área, a família mantém seu rebanho de 24.000 cabeças (a pasto e em confinamento), justamente porque está intensificando a cria, que, no sistema tradicional, é uma grande consumidora de terras.
“A pecuária mudou: está competindo melhor com as commodities, em função de sua maior produtividade e receita comparável à dos grãos ou à do algodão. Nossas pastagens intensivas são tratadas como cultura. Escolhi um modelo de produção que me permite bater de frente, digamos assim, com a rentabilidade agrícola”, diz Carlos Webler, gestor do projeto.
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