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Suínos: cotações do vivo reagem; exportação cai frente a jun/23, mas sobe ante jul/22

De acordo com dados da Secex analisados pelo Cepea, o Brasil exportou 104,2 mil toneladas de carne suína no último mês
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As vendas domésticas de boa parte dos produtos de origem suinícola, bem como de suínos vivos, reagiram neste começo de agosto.

Com as negociações mais aquecidas, o movimento de queda dos preços, observado na segunda quinzena de julho, foi interrompido, e altas passaram a ser registradas em todas as praças acompanhadas pelo Cepea.

Para a carne suína, a cotação da carcaça especial acompanhou o movimento de alta verificado para o animal.

Quanto às vendas externas, o ritmo das exportações brasileiras de carne suína (considerando-se produtos in natura e processados) diminuiu em julho, mas registrou forte avanço frente ao de julho de 2022, sendo também o quinto mês consecutivo de volume exportado acima de 100 mil toneladas.

VEJA TAMBÉM | Exportações de carne suína crescem 9,3% em julho, informa a ABPA

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) analisados pelo Cepea, o Brasil exportou 104,2 mil toneladas de carne suína no último mês, quantidade 2,6% menor que a embarcada em junho, mas ainda 9,8% superior à enviada ao mercado internacional no mesmo período do ano passado.

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