Tributo a Adir do Carmo Leonel, patrono do Nelore padrão e da pureza racial

Por Carolina Rodrigues

Adir do Carmo Leonel (mais conhecido com Seu Adir), faleceu, na manhã do dia 4 de outubro, aos 85 anos, na cidade de Ribeirão Preto (SP), onde morava com a família e onde fica a Estância 2L, seu criatório de Nelore desde o final de 1950. Naquele dia, perfis de redes sociais, grupos de WhatsApp e diferentes sites ligados ao agronegócio se encheram de homenagens e depoimentos sobre o pecuarista, como este de José Maria de Albuquerque Júnior, titular da Nelore JMAJ: “Adir foi um grande mestre, profissional exemplar, selecionador nato. pilar da minha formação e de tantos outros criadores”. Postando uma foto ao lado de Adir, o pecuarista Hélio Fernandes Teixeira declarou: “Um professor que nunca se negou a compartilhar, humildemente, seus conhecimentos”.
As mensagens foram publicadas no grupo “Grandes Raçadores do Nelore”, com 432 participantes, onde Adir é frequentemente citado, não apenas pelo seu trabalho de seleção, mas pelas ideias que defendia com veemência. Ele era um patrono do Nelore padrão e da pureza racial, como citou em um artigo escrito para a DBO, em dezembro de 2005: “Animais puros fazem história, transformam e criam plantéis. Mestiços produzem indivíduos. É essa a diferença entre a pecuária seletiva e a pecuária de corte. No atual modismo [desvio das linhagens puras], o animal até traz um resultado satisfatório, mas depois fica a sucata, pois se prova, na observação diária, que a genética não era tão apurada assim”.
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Por Carolina Rodrigues

Adir do Carmo Leonel (mais conhecido com Seu Adir), faleceu, na manhã do dia 4 de outubro, aos 85 anos, na cidade de Ribeirão Preto (SP), onde morava com a família e onde fica a Estância 2L, seu criatório de Nelore desde o final de 1950. Naquele dia, perfis de redes sociais, grupos de WhatsApp e diferentes sites ligados ao agronegócio se encheram de homenagens e depoimentos sobre o pecuarista, como este de José Maria de Albuquerque Júnior, titular da Nelore JMAJ: “Adir foi um grande mestre, profissional exemplar, selecionador nato. pilar da minha formação e de tantos outros criadores”. Postando uma foto ao lado de Adir, o pecuarista Hélio Fernandes Teixeira declarou: “Um professor que nunca se negou a compartilhar, humildemente, seus conhecimentos”.
As mensagens foram publicadas no grupo “Grandes Raçadores do Nelore”, com 432 participantes, onde Adir é frequentemente citado, não apenas pelo seu trabalho de seleção, mas pelas ideias que defendia com veemência. Ele era um patrono do Nelore padrão e da pureza racial, como citou em um artigo escrito para a DBO, em dezembro de 2005: “Animais puros fazem história, transformam e criam plantéis. Mestiços produzem indivíduos. É essa a diferença entre a pecuária seletiva e a pecuária de corte. No atual modismo [desvio das linhagens puras], o animal até traz um resultado satisfatório, mas depois fica a sucata, pois se prova, na observação diária, que a genética não era tão apurada assim”.