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Revista DBO | Sua fazenda atira na lua?

Termo é usado para definir um projeto disruptivo dentro da fazenda, capaz de multiplicar resultados; saiba mais no artigo do zootecnista Antônio Chaker

Por Antônio Chaker – Zootecnista e coordenador do Instituto de Métricas Agropecuárias (Inttegra)

Existem várias ferramentas que promovem a transformação econômica das fazendas, mas não conheço nenhuma mais empolgante do que o “tiro na lua”. Antes de você achar estranho ou mesmo correlacionar com algo ligado à artilharia de guerra, vou explicar. O tiro na lua é o termo que usamos para um projeto disruptivo dentro da fazenda, uma hipótese capaz de multiplicar os resultados de forma decisiva. Essa técnica é muito empregada por empresas de tecnologia, que usam o termo em inglês moon shot.

Infelizmente, as fazendas entregam muito menos do que poderiam, tanto em produtividade quanto em rentabilidade, tudo isso em decorrência da dificuldade de utilizar as tecnologias disponíveis. Ano após ano, as terras valorizam e a produtividade não acompanha esse aumento. Quando a terra valoriza e a propriedade não amplia sua capacidade de geração de caixa, o negócio perde seu potencial de monetizar os ativos e, assim, se torna inviável economicamente.

VEJA TAMBÉM | Revista DBO | Quem planta acho, colhe quase!

O resultado da atividade pecuária é sustentado por quatro elementos básicos: lotação, ganho médio diário, desembolso/cabeça/mês e valor de venda. O objetivo de todo pecuarista é estruturar um projeto que amplie a produção e a margem ao mesmo tempo; ou seja, que aumente a lotação e o GMD, gastando menos por @ produzida. Na planilha de Excel, é uma atividade fácil. O desafio é trazer isso para o mundo real, e aí entra o projeto.

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Existem várias ferramentas que promovem a transformação econômica das fazendas, mas não conheço nenhuma mais empolgante do que o “tiro na lua”. Antes de você achar estranho ou mesmo correlacionar com algo ligado à artilharia de guerra, vou explicar. O tiro na lua é o termo que usamos para um projeto disruptivo dentro da fazenda, uma hipótese capaz de multiplicar os resultados de forma decisiva. Essa técnica é muito empregada por empresas de tecnologia, que usam o termo em inglês moon shot.

Infelizmente, as fazendas entregam muito menos do que poderiam, tanto em produtividade quanto em rentabilidade, tudo isso em decorrência da dificuldade de utilizar as tecnologias disponíveis. Ano após ano, as terras valorizam e a produtividade não acompanha esse aumento. Quando a terra valoriza e a propriedade não amplia sua capacidade de geração de caixa, o negócio perde seu potencial de monetizar os ativos e, assim, se torna inviável economicamente.

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Existem várias ferramentas que promovem a transformação econômica das fazendas, mas não conheço nenhuma mais empolgante do que o “tiro na lua”. Antes de você achar estranho ou mesmo correlacionar com algo ligado à artilharia de guerra, vou explicar. O tiro na lua é o termo que usamos para um projeto disruptivo dentro da fazenda, uma hipótese capaz de multiplicar os resultados de forma decisiva. Essa técnica é muito empregada por empresas de tecnologia, que usam o termo em inglês moon shot.

Infelizmente, as fazendas entregam muito menos do que poderiam, tanto em produtividade quanto em rentabilidade, tudo isso em decorrência da dificuldade de utilizar as tecnologias disponíveis. Ano após ano, as terras valorizam e a produtividade não acompanha esse aumento. Quando a terra valoriza e a propriedade não amplia sua capacidade de geração de caixa, o negócio perde seu potencial de monetizar os ativos e, assim, se torna inviável economicamente.

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Infelizmente, as fazendas entregam muito menos do que poderiam, tanto em produtividade quanto em rentabilidade, tudo isso em decorrência da dificuldade de utilizar as tecnologias disponíveis. Ano após ano, as terras valorizam e a produtividade não acompanha esse aumento. Quando a terra valoriza e a propriedade não amplia sua capacidade de geração de caixa, o negócio perde seu potencial de monetizar os ativos e, assim, se torna inviável economicamente.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Infelizmente, as fazendas entregam muito menos do que poderiam, tanto em produtividade quanto em rentabilidade, tudo isso em decorrência da dificuldade de utilizar as tecnologias disponíveis. Ano após ano, as terras valorizam e a produtividade não acompanha esse aumento. Quando a terra valoriza e a propriedade não amplia sua capacidade de geração de caixa, o negócio perde seu potencial de monetizar os ativos e, assim, se torna inviável economicamente.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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