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Revista DBO | Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

Em artigo, o zootecnista Adilson de Paula Almeida Aguiar apresenta dados e conclusões de um experimento conduzido no bioma Cerrado

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Dando sequência à série de artigos que associam manejo de pastagens com suplementação animal, ainda com foco nos resultados da estação seca, vou apresentar dados e conclusões de outro experimento conduzido no bioma Cerrado, entre os meses de junho e setembro. Objetivou-se, neste experimento, avaliar os efeitos da suplementação com proteico-energético, em comparação somente com sal mineral comum, observando-se o impacto da frequência de fornecimento desses produtos sobre os custos e o desempenho animal.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Diferimento de pastagens, boa estratégia para seca

O trabalho foi conduzido em uma área de 8 ha, estruturada em quatro módulos de pastoreio de 2 ha cada, divididos em 6 piquetes. Dois desses módulos eram formados com Panicum maximum, cultivar Mombaça, e os outros dois com Panicum maximum, cultivar Tanzânia. As pastagens foram diferidas por 74 dias antes da entrada dos animais.

O método de pastoreio usado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 42 dias, sendo 35 de descanso e 7 de ocupação. Durante o experimento, foram avaliados 21 machos Nelore inteiros, com 12 meses de idade e peso inicial de 232 kg. A taxa de lotação foi de 2,62 cabeças/ha (21 animais/8 ha) ou 1,35 UA/ha. Houve um período de adaptação de duas semanas antes do início da coleta dos dados.

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Dando sequência à série de artigos que associam manejo de pastagens com suplementação animal, ainda com foco nos resultados da estação seca, vou apresentar dados e conclusões de outro experimento conduzido no bioma Cerrado, entre os meses de junho e setembro. Objetivou-se, neste experimento, avaliar os efeitos da suplementação com proteico-energético, em comparação somente com sal mineral comum, observando-se o impacto da frequência de fornecimento desses produtos sobre os custos e o desempenho animal.

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O trabalho foi conduzido em uma área de 8 ha, estruturada em quatro módulos de pastoreio de 2 ha cada, divididos em 6 piquetes. Dois desses módulos eram formados com Panicum maximum, cultivar Mombaça, e os outros dois com Panicum maximum, cultivar Tanzânia. As pastagens foram diferidas por 74 dias antes da entrada dos animais.

O método de pastoreio usado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 42 dias, sendo 35 de descanso e 7 de ocupação. Durante o experimento, foram avaliados 21 machos Nelore inteiros, com 12 meses de idade e peso inicial de 232 kg. A taxa de lotação foi de 2,62 cabeças/ha (21 animais/8 ha) ou 1,35 UA/ha. Houve um período de adaptação de duas semanas antes do início da coleta dos dados.

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Dando sequência à série de artigos que associam manejo de pastagens com suplementação animal, ainda com foco nos resultados da estação seca, vou apresentar dados e conclusões de outro experimento conduzido no bioma Cerrado, entre os meses de junho e setembro. Objetivou-se, neste experimento, avaliar os efeitos da suplementação com proteico-energético, em comparação somente com sal mineral comum, observando-se o impacto da frequência de fornecimento desses produtos sobre os custos e o desempenho animal.

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O método de pastoreio usado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 42 dias, sendo 35 de descanso e 7 de ocupação. Durante o experimento, foram avaliados 21 machos Nelore inteiros, com 12 meses de idade e peso inicial de 232 kg. A taxa de lotação foi de 2,62 cabeças/ha (21 animais/8 ha) ou 1,35 UA/ha. Houve um período de adaptação de duas semanas antes do início da coleta dos dados.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

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O método de pastoreio usado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 42 dias, sendo 35 de descanso e 7 de ocupação. Durante o experimento, foram avaliados 21 machos Nelore inteiros, com 12 meses de idade e peso inicial de 232 kg. A taxa de lotação foi de 2,62 cabeças/ha (21 animais/8 ha) ou 1,35 UA/ha. Houve um período de adaptação de duas semanas antes do início da coleta dos dados.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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