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Revista DBO | Luz que traz segurança

Frigoríficos testam luz ultravioleta do tipo C (UVC) no controle de bactérias em carcaças e também do coronavírus, nas embalagens.

Equipamento de UVC sob a esteira de desossa.

Por Ariosto Mesquita

Não se trata de uma tecnologia nova. A luz ultravioleta do tipo C (UVC) já é usada, há algumas décadas, na esterilização de espaços e instrumentos hospitalares em vários países do mundo, incluindo o Brasil, mas seu emprego em frigoríficos para eliminação de bactérias perigosas como a Salmonella, Listeria e E. coli na linha industrial promete aperfeiçoar (e simplificar) processos, elevando o nível de segurança alimentar e tornando a carne bovina brasileira mais competitiva no mercado internacional.

A empresa Biolambda – startup criada pelo físico e mestre em tecnologia nuclear, José Tort Vidal, e pelo doutor em ciências farmacêuticas, Caetano Padial Sabino – já está testando a tecnologia em unidades de abate, com eficácia de 99%.

“A luz ultravioleta é uma espécie de energia eletromagnética. Para que ela apresente ação germicida, precisa ser do tipo UVC (radiação de ondas curtas) com o comprimento de onda entre 200 e 280 nanômetros (nm)”, explica Sabino. Nestas condições, a partir de seu acionamento, uma lâmpada UVC consegue destruir o DNA (que armazena as informações genéticas) e o RNA (que atua na produção de proteínas) dos microrganismos, inclusive do coronavírus.

Nos frigoríficos, a tecnologia pode ter diversas aplicações: desinfecção de carcaças inteiras, equipamentos, facas, esteiras e peças embaladas. A expectativa é de que ela possa reduzir os riscos de embargos (como o dos chineses) por detecção de coronavírus em contêineres e caixas.

“Grandes frigoríficos exportadores como o JBS, Marfrig e Naturafrig já nos procuraram em busca dessa tecnologia. Por isso, estabelecemos uma parceria com o laboratório de virologia da Universidade de São Paulo (USP) para validar diversas produtos e processos capazes de eliminar microrganismos das caixas de papelão. Além da UVC, vamos testar também ozônio e alguns compostos. A ideia é conseguir eliminar este resíduo em pelo menos 99%”, diz Sabino.

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Por Ariosto Mesquita

Não se trata de uma tecnologia nova. A luz ultravioleta do tipo C (UVC) já é usada, há algumas décadas, na esterilização de espaços e instrumentos hospitalares em vários países do mundo, incluindo o Brasil, mas seu emprego em frigoríficos para eliminação de bactérias perigosas como a Salmonella, Listeria e E. coli na linha industrial promete aperfeiçoar (e simplificar) processos, elevando o nível de segurança alimentar e tornando a carne bovina brasileira mais competitiva no mercado internacional.

A empresa Biolambda – startup criada pelo físico e mestre em tecnologia nuclear, José Tort Vidal, e pelo doutor em ciências farmacêuticas, Caetano Padial Sabino – já está testando a tecnologia em unidades de abate, com eficácia de 99%.

“A luz ultravioleta é uma espécie de energia eletromagnética. Para que ela apresente ação germicida, precisa ser do tipo UVC (radiação de ondas curtas) com o comprimento de onda entre 200 e 280 nanômetros (nm)”, explica Sabino. Nestas condições, a partir de seu acionamento, uma lâmpada UVC consegue destruir o DNA (que armazena as informações genéticas) e o RNA (que atua na produção de proteínas) dos microrganismos, inclusive do coronavírus.

Nos frigoríficos, a tecnologia pode ter diversas aplicações: desinfecção de carcaças inteiras, equipamentos, facas, esteiras e peças embaladas. A expectativa é de que ela possa reduzir os riscos de embargos (como o dos chineses) por detecção de coronavírus em contêineres e caixas.

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A empresa Biolambda – startup criada pelo físico e mestre em tecnologia nuclear, José Tort Vidal, e pelo doutor em ciências farmacêuticas, Caetano Padial Sabino – já está testando a tecnologia em unidades de abate, com eficácia de 99%.

“A luz ultravioleta é uma espécie de energia eletromagnética. Para que ela apresente ação germicida, precisa ser do tipo UVC (radiação de ondas curtas) com o comprimento de onda entre 200 e 280 nanômetros (nm)”, explica Sabino. Nestas condições, a partir de seu acionamento, uma lâmpada UVC consegue destruir o DNA (que armazena as informações genéticas) e o RNA (que atua na produção de proteínas) dos microrganismos, inclusive do coronavírus.

Nos frigoríficos, a tecnologia pode ter diversas aplicações: desinfecção de carcaças inteiras, equipamentos, facas, esteiras e peças embaladas. A expectativa é de que ela possa reduzir os riscos de embargos (como o dos chineses) por detecção de coronavírus em contêineres e caixas.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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“A luz ultravioleta é uma espécie de energia eletromagnética. Para que ela apresente ação germicida, precisa ser do tipo UVC (radiação de ondas curtas) com o comprimento de onda entre 200 e 280 nanômetros (nm)”, explica Sabino. Nestas condições, a partir de seu acionamento, uma lâmpada UVC consegue destruir o DNA (que armazena as informações genéticas) e o RNA (que atua na produção de proteínas) dos microrganismos, inclusive do coronavírus.

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Nos frigoríficos, a tecnologia pode ter diversas aplicações: desinfecção de carcaças inteiras, equipamentos, facas, esteiras e peças embaladas. A expectativa é de que ela possa reduzir os riscos de embargos (como o dos chineses) por detecção de coronavírus em contêineres e caixas.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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A empresa Biolambda – startup criada pelo físico e mestre em tecnologia nuclear, José Tort Vidal, e pelo doutor em ciências farmacêuticas, Caetano Padial Sabino – já está testando a tecnologia em unidades de abate, com eficácia de 99%.

“A luz ultravioleta é uma espécie de energia eletromagnética. Para que ela apresente ação germicida, precisa ser do tipo UVC (radiação de ondas curtas) com o comprimento de onda entre 200 e 280 nanômetros (nm)”, explica Sabino. Nestas condições, a partir de seu acionamento, uma lâmpada UVC consegue destruir o DNA (que armazena as informações genéticas) e o RNA (que atua na produção de proteínas) dos microrganismos, inclusive do coronavírus.

Nos frigoríficos, a tecnologia pode ter diversas aplicações: desinfecção de carcaças inteiras, equipamentos, facas, esteiras e peças embaladas. A expectativa é de que ela possa reduzir os riscos de embargos (como o dos chineses) por detecção de coronavírus em contêineres e caixas.

“Grandes frigoríficos exportadores como o JBS, Marfrig e Naturafrig já nos procuraram em busca dessa tecnologia. Por isso, estabelecemos uma parceria com o laboratório de virologia da Universidade de São Paulo (USP) para validar diversas produtos e processos capazes de eliminar microrganismos das caixas de papelão. Além da UVC, vamos testar também ozônio e alguns compostos. A ideia é conseguir eliminar este resíduo em pelo menos 99%”, diz Sabino.

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