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Revista DBO | Fazenda pequena, mas altamente produtiva

Em apenas 28 ha de pasto, cria intensiva da Estância G’Martin rende 1.050 kg de bezerro/ha e tem margem de até 33%.

Bezerros cruzados são desmamados com 210 a 240 kg.

Por Larissa Vieira

Quem disse que pequenas propriedades não conseguem fazer pecuária de corte lucrativa? A Estância G’Martin, em Uberlândia (MG), quebrou esse paradigma. Com apenas 33 ha de área total e 28 de pastagens, ela desmama cinco bezerros/ha (média de 1.050 kg), quantidade 16 vezes maior do que a média brasileira, de 0,3 bezerro/ha. Não foi fácil atingir esse nível de produtividade.

Conforme relata o atual gestor da fazenda, Gusthavo Wagner Freitas, as terras adquiridas há 30 anos por seu pai, Claudionor, foram exploradas de diversas formas (cria, recria/engorda, pecuária leiteira, ovinocultura, arrendamento), mas a cria mostrou-se mais lucrativa, sendo escolhida como atividade principal a partir de 2018, quando ele assumiu a propriedade e decidiu intensificá-la.

“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

Hoje, se orgulha dos bons resultados zootécnicos, como a taxa de prenhez de 66% com apenas um protocolo de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), quando a média nacional é de 50%. Seu custo alimentar por vaca corresponde a 43% do preço de venda do bezerro (uma relação excelente para cria) e sua taxa de descarte de vacas vazias após a estação de monta é de apenas 10%. Como resultado de tudo isso, seu lucro líquido na atividade tem superado os 30%.

 

 

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Bezerros cruzados são desmamados com 210 a 240 kg.

Por Larissa Vieira

Quem disse que pequenas propriedades não conseguem fazer pecuária de corte lucrativa? A Estância G’Martin, em Uberlândia (MG), quebrou esse paradigma. Com apenas 33 ha de área total e 28 de pastagens, ela desmama cinco bezerros/ha (média de 1.050 kg), quantidade 16 vezes maior do que a média brasileira, de 0,3 bezerro/ha. Não foi fácil atingir esse nível de produtividade.

Conforme relata o atual gestor da fazenda, Gusthavo Wagner Freitas, as terras adquiridas há 30 anos por seu pai, Claudionor, foram exploradas de diversas formas (cria, recria/engorda, pecuária leiteira, ovinocultura, arrendamento), mas a cria mostrou-se mais lucrativa, sendo escolhida como atividade principal a partir de 2018, quando ele assumiu a propriedade e decidiu intensificá-la.

“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

Hoje, se orgulha dos bons resultados zootécnicos, como a taxa de prenhez de 66% com apenas um protocolo de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), quando a média nacional é de 50%. Seu custo alimentar por vaca corresponde a 43% do preço de venda do bezerro (uma relação excelente para cria) e sua taxa de descarte de vacas vazias após a estação de monta é de apenas 10%. Como resultado de tudo isso, seu lucro líquido na atividade tem superado os 30%.

 

 

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Quem disse que pequenas propriedades não conseguem fazer pecuária de corte lucrativa? A Estância G’Martin, em Uberlândia (MG), quebrou esse paradigma. Com apenas 33 ha de área total e 28 de pastagens, ela desmama cinco bezerros/ha (média de 1.050 kg), quantidade 16 vezes maior do que a média brasileira, de 0,3 bezerro/ha. Não foi fácil atingir esse nível de produtividade.

Conforme relata o atual gestor da fazenda, Gusthavo Wagner Freitas, as terras adquiridas há 30 anos por seu pai, Claudionor, foram exploradas de diversas formas (cria, recria/engorda, pecuária leiteira, ovinocultura, arrendamento), mas a cria mostrou-se mais lucrativa, sendo escolhida como atividade principal a partir de 2018, quando ele assumiu a propriedade e decidiu intensificá-la.

“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

Hoje, se orgulha dos bons resultados zootécnicos, como a taxa de prenhez de 66% com apenas um protocolo de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), quando a média nacional é de 50%. Seu custo alimentar por vaca corresponde a 43% do preço de venda do bezerro (uma relação excelente para cria) e sua taxa de descarte de vacas vazias após a estação de monta é de apenas 10%. Como resultado de tudo isso, seu lucro líquido na atividade tem superado os 30%.

 

 

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Conforme relata o atual gestor da fazenda, Gusthavo Wagner Freitas, as terras adquiridas há 30 anos por seu pai, Claudionor, foram exploradas de diversas formas (cria, recria/engorda, pecuária leiteira, ovinocultura, arrendamento), mas a cria mostrou-se mais lucrativa, sendo escolhida como atividade principal a partir de 2018, quando ele assumiu a propriedade e decidiu intensificá-la.

“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

Hoje, se orgulha dos bons resultados zootécnicos, como a taxa de prenhez de 66% com apenas um protocolo de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), quando a média nacional é de 50%. Seu custo alimentar por vaca corresponde a 43% do preço de venda do bezerro (uma relação excelente para cria) e sua taxa de descarte de vacas vazias após a estação de monta é de apenas 10%. Como resultado de tudo isso, seu lucro líquido na atividade tem superado os 30%.

 

 

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Conforme relata o atual gestor da fazenda, Gusthavo Wagner Freitas, as terras adquiridas há 30 anos por seu pai, Claudionor, foram exploradas de diversas formas (cria, recria/engorda, pecuária leiteira, ovinocultura, arrendamento), mas a cria mostrou-se mais lucrativa, sendo escolhida como atividade principal a partir de 2018, quando ele assumiu a propriedade e decidiu intensificá-la.

“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Bezerros cruzados são desmamados com 210 a 240 kg.

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“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

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Conforme relata o atual gestor da fazenda, Gusthavo Wagner Freitas, as terras adquiridas há 30 anos por seu pai, Claudionor, foram exploradas de diversas formas (cria, recria/engorda, pecuária leiteira, ovinocultura, arrendamento), mas a cria mostrou-se mais lucrativa, sendo escolhida como atividade principal a partir de 2018, quando ele assumiu a propriedade e decidiu intensificá-la.

“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

Hoje, se orgulha dos bons resultados zootécnicos, como a taxa de prenhez de 66% com apenas um protocolo de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), quando a média nacional é de 50%. Seu custo alimentar por vaca corresponde a 43% do preço de venda do bezerro (uma relação excelente para cria) e sua taxa de descarte de vacas vazias após a estação de monta é de apenas 10%. Como resultado de tudo isso, seu lucro líquido na atividade tem superado os 30%.

 

 

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Conforme relata o atual gestor da fazenda, Gusthavo Wagner Freitas, as terras adquiridas há 30 anos por seu pai, Claudionor, foram exploradas de diversas formas (cria, recria/engorda, pecuária leiteira, ovinocultura, arrendamento), mas a cria mostrou-se mais lucrativa, sendo escolhida como atividade principal a partir de 2018, quando ele assumiu a propriedade e decidiu intensificá-la.

“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

Hoje, se orgulha dos bons resultados zootécnicos, como a taxa de prenhez de 66% com apenas um protocolo de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), quando a média nacional é de 50%. Seu custo alimentar por vaca corresponde a 43% do preço de venda do bezerro (uma relação excelente para cria) e sua taxa de descarte de vacas vazias após a estação de monta é de apenas 10%. Como resultado de tudo isso, seu lucro líquido na atividade tem superado os 30%.

 

 

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Conforme relata o atual gestor da fazenda, Gusthavo Wagner Freitas, as terras adquiridas há 30 anos por seu pai, Claudionor, foram exploradas de diversas formas (cria, recria/engorda, pecuária leiteira, ovinocultura, arrendamento), mas a cria mostrou-se mais lucrativa, sendo escolhida como atividade principal a partir de 2018, quando ele assumiu a propriedade e decidiu intensificá-la.

“Antes, com baixa lotação, nossa receita era mínima. Precisávamos mudar o modelo de negócios para viabilizar a pecuária de corte em área tão pequena”, explica Freitas. Apostando em genética de alta qualidade e bons protocolos nutricionais, ele conseguiu reestruturar o projeto.

Hoje, se orgulha dos bons resultados zootécnicos, como a taxa de prenhez de 66% com apenas um protocolo de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), quando a média nacional é de 50%. Seu custo alimentar por vaca corresponde a 43% do preço de venda do bezerro (uma relação excelente para cria) e sua taxa de descarte de vacas vazias após a estação de monta é de apenas 10%. Como resultado de tudo isso, seu lucro líquido na atividade tem superado os 30%.

 

 

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

Bezerros cruzados são desmamados com 210 a 240 kg.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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