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Revista DBO | Dieta de alto impacto

Confinamentos usam formulações com pouco ou nenhum volumoso, reduzindo operações, melhorando a eficiência animal e lucrando mais. 

Por Maristela Franco

Em julho de 2006, DBO publicou uma reportagem de capa histórica intitulada “Guerra no cocho”, mostrando como as dietas de confinamento estavam migrando do “alto volumoso” (maior quantidade de fontes de fibra, principalmente silagens) para o “alto concentrado” (mínimo de 70% de grãos e subprodutos). À época, o baixo preço do milho e a necessidade de melhoria do desempenho zootécnico na engorda estimulavam essa migração, mas agora uma nova revolução está em curso.

Do alto concentrado, está-se passando ao “quase nenhum” ou até mesmo “zero volumoso’’. Por pura necessidade. Quanto maior a operação de engorda, maior a “dor de cabeça” com fontes fibrosas (silagens, feno, bagaço de cana), devido à falta de áreas para plantio e dificuldades operacionais. Por isso, muitos projetos grandes (e até mesmo alguns médios e pequenos) estão aderindo à chamada dieta fast (0% a 5% de volumoso), que recebeu esse nome por ser rápida para fabricar, distribuir e consumir.

No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

Segundo ele, essa tendência veio para ficar. “A ideia da dieta fast surgiu de uma ‘dor’ dos confinadores. Eles relatavam inúmeros problemas associados às fontes tradicionais de fibra, como incertezas no abastecimento, custos elevados de picagem e distribuição, transtornos na rotina de trato e entraves ao crescimento da operação. Após vários experimentos, criamos tecnologias que nos permitem retirar boa parte ou totalmente o volumoso da formulação, sem prejuízo aos animais”, garante o zootecnista.

Ração fast (5% de feno de tifton), que contrasta bastante com a dieta de alto concentrado convencional, que contém 17% do mesmo volumoso.

 

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Do alto concentrado, está-se passando ao “quase nenhum” ou até mesmo “zero volumoso’’. Por pura necessidade. Quanto maior a operação de engorda, maior a “dor de cabeça” com fontes fibrosas (silagens, feno, bagaço de cana), devido à falta de áreas para plantio e dificuldades operacionais. Por isso, muitos projetos grandes (e até mesmo alguns médios e pequenos) estão aderindo à chamada dieta fast (0% a 5% de volumoso), que recebeu esse nome por ser rápida para fabricar, distribuir e consumir.

No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

Segundo ele, essa tendência veio para ficar. “A ideia da dieta fast surgiu de uma ‘dor’ dos confinadores. Eles relatavam inúmeros problemas associados às fontes tradicionais de fibra, como incertezas no abastecimento, custos elevados de picagem e distribuição, transtornos na rotina de trato e entraves ao crescimento da operação. Após vários experimentos, criamos tecnologias que nos permitem retirar boa parte ou totalmente o volumoso da formulação, sem prejuízo aos animais”, garante o zootecnista.

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Do alto concentrado, está-se passando ao “quase nenhum” ou até mesmo “zero volumoso’’. Por pura necessidade. Quanto maior a operação de engorda, maior a “dor de cabeça” com fontes fibrosas (silagens, feno, bagaço de cana), devido à falta de áreas para plantio e dificuldades operacionais. Por isso, muitos projetos grandes (e até mesmo alguns médios e pequenos) estão aderindo à chamada dieta fast (0% a 5% de volumoso), que recebeu esse nome por ser rápida para fabricar, distribuir e consumir.

No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

Segundo ele, essa tendência veio para ficar. “A ideia da dieta fast surgiu de uma ‘dor’ dos confinadores. Eles relatavam inúmeros problemas associados às fontes tradicionais de fibra, como incertezas no abastecimento, custos elevados de picagem e distribuição, transtornos na rotina de trato e entraves ao crescimento da operação. Após vários experimentos, criamos tecnologias que nos permitem retirar boa parte ou totalmente o volumoso da formulação, sem prejuízo aos animais”, garante o zootecnista.

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No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

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No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

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Do alto concentrado, está-se passando ao “quase nenhum” ou até mesmo “zero volumoso’’. Por pura necessidade. Quanto maior a operação de engorda, maior a “dor de cabeça” com fontes fibrosas (silagens, feno, bagaço de cana), devido à falta de áreas para plantio e dificuldades operacionais. Por isso, muitos projetos grandes (e até mesmo alguns médios e pequenos) estão aderindo à chamada dieta fast (0% a 5% de volumoso), que recebeu esse nome por ser rápida para fabricar, distribuir e consumir.

No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Por Maristela Franco

Em julho de 2006, DBO publicou uma reportagem de capa histórica intitulada “Guerra no cocho”, mostrando como as dietas de confinamento estavam migrando do “alto volumoso” (maior quantidade de fontes de fibra, principalmente silagens) para o “alto concentrado” (mínimo de 70% de grãos e subprodutos). À época, o baixo preço do milho e a necessidade de melhoria do desempenho zootécnico na engorda estimulavam essa migração, mas agora uma nova revolução está em curso.

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No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

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Do alto concentrado, está-se passando ao “quase nenhum” ou até mesmo “zero volumoso’’. Por pura necessidade. Quanto maior a operação de engorda, maior a “dor de cabeça” com fontes fibrosas (silagens, feno, bagaço de cana), devido à falta de áreas para plantio e dificuldades operacionais. Por isso, muitos projetos grandes (e até mesmo alguns médios e pequenos) estão aderindo à chamada dieta fast (0% a 5% de volumoso), que recebeu esse nome por ser rápida para fabricar, distribuir e consumir.

No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

Segundo ele, essa tendência veio para ficar. “A ideia da dieta fast surgiu de uma ‘dor’ dos confinadores. Eles relatavam inúmeros problemas associados às fontes tradicionais de fibra, como incertezas no abastecimento, custos elevados de picagem e distribuição, transtornos na rotina de trato e entraves ao crescimento da operação. Após vários experimentos, criamos tecnologias que nos permitem retirar boa parte ou totalmente o volumoso da formulação, sem prejuízo aos animais”, garante o zootecnista.

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Do alto concentrado, está-se passando ao “quase nenhum” ou até mesmo “zero volumoso’’. Por pura necessidade. Quanto maior a operação de engorda, maior a “dor de cabeça” com fontes fibrosas (silagens, feno, bagaço de cana), devido à falta de áreas para plantio e dificuldades operacionais. Por isso, muitos projetos grandes (e até mesmo alguns médios e pequenos) estão aderindo à chamada dieta fast (0% a 5% de volumoso), que recebeu esse nome por ser rápida para fabricar, distribuir e consumir.

No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

Por Maristela Franco

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

Por Maristela Franco

Em julho de 2006, DBO publicou uma reportagem de capa histórica intitulada “Guerra no cocho”, mostrando como as dietas de confinamento estavam migrando do “alto volumoso” (maior quantidade de fontes de fibra, principalmente silagens) para o “alto concentrado” (mínimo de 70% de grãos e subprodutos). À época, o baixo preço do milho e a necessidade de melhoria do desempenho zootécnico na engorda estimulavam essa migração, mas agora uma nova revolução está em curso.

Do alto concentrado, está-se passando ao “quase nenhum” ou até mesmo “zero volumoso’’. Por pura necessidade. Quanto maior a operação de engorda, maior a “dor de cabeça” com fontes fibrosas (silagens, feno, bagaço de cana), devido à falta de áreas para plantio e dificuldades operacionais. Por isso, muitos projetos grandes (e até mesmo alguns médios e pequenos) estão aderindo à chamada dieta fast (0% a 5% de volumoso), que recebeu esse nome por ser rápida para fabricar, distribuir e consumir.

No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

Segundo ele, essa tendência veio para ficar. “A ideia da dieta fast surgiu de uma ‘dor’ dos confinadores. Eles relatavam inúmeros problemas associados às fontes tradicionais de fibra, como incertezas no abastecimento, custos elevados de picagem e distribuição, transtornos na rotina de trato e entraves ao crescimento da operação. Após vários experimentos, criamos tecnologias que nos permitem retirar boa parte ou totalmente o volumoso da formulação, sem prejuízo aos animais”, garante o zootecnista.

Ração fast (5% de feno de tifton), que contrasta bastante com a dieta de alto concentrado convencional, que contém 17% do mesmo volumoso.

 

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Em julho de 2006, DBO publicou uma reportagem de capa histórica intitulada “Guerra no cocho”, mostrando como as dietas de confinamento estavam migrando do “alto volumoso” (maior quantidade de fontes de fibra, principalmente silagens) para o “alto concentrado” (mínimo de 70% de grãos e subprodutos). À época, o baixo preço do milho e a necessidade de melhoria do desempenho zootécnico na engorda estimulavam essa migração, mas agora uma nova revolução está em curso.

Do alto concentrado, está-se passando ao “quase nenhum” ou até mesmo “zero volumoso’’. Por pura necessidade. Quanto maior a operação de engorda, maior a “dor de cabeça” com fontes fibrosas (silagens, feno, bagaço de cana), devido à falta de áreas para plantio e dificuldades operacionais. Por isso, muitos projetos grandes (e até mesmo alguns médios e pequenos) estão aderindo à chamada dieta fast (0% a 5% de volumoso), que recebeu esse nome por ser rápida para fabricar, distribuir e consumir.

No último levantamento feito pela Unesp-Dracena junto a nutricionistas, já se observava uma redução significativa na participação dos volumosos nas rações (de 28,8%, em 2009, para 16,75%, em 2020). Esse fenômeno se intensificou nos últimos dois anos. Conforme o benchmarking da Nutron/Cargill, principal difusora das dietas fast no País, 25% dos confinamentos participantes da pesquisa já usam pouco ou nenhum volumoso. “Em número de animais, o percentual sobe para 45%, porque os projetos são grandes”, informa Pedro Veiga, gerente global de tecnologia para bovinos de corte da empresa.

Segundo ele, essa tendência veio para ficar. “A ideia da dieta fast surgiu de uma ‘dor’ dos confinadores. Eles relatavam inúmeros problemas associados às fontes tradicionais de fibra, como incertezas no abastecimento, custos elevados de picagem e distribuição, transtornos na rotina de trato e entraves ao crescimento da operação. Após vários experimentos, criamos tecnologias que nos permitem retirar boa parte ou totalmente o volumoso da formulação, sem prejuízo aos animais”, garante o zootecnista.

Ração fast (5% de feno de tifton), que contrasta bastante com a dieta de alto concentrado convencional, que contém 17% do mesmo volumoso.

 

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