Revista DBO | Aumentar a eficiência é a palavra de ordem
Taxa média de prenhez na IATF vem caindo e é desafio para o Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho (Gerar)
Veterinários participaram ativamente na reunião de Cuiabá.
Por Moacir José
Qual é a dificuldade em se aumentar a taxa média de prenhez das fazendas acompanhadas pelo Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho (Gerar), que não avança da casa dos 50,5%? Por que não há continuidade no desempenho reprodutivo das precocinhas quando se tornam primíparas? Por que muitas fazendas relutam em descartar vacas, enquanto não atingem índices de prenhez de 80-85% no rebanho?
Essas e outras perguntas formaram o caldo de cultura do rico debate promovido durante a reunião do Gerar Corte, na capital do Mato Grosso, Cuiabá, durante os dias 22 e 23 de agosto, com a presença de 108 pessoas, entre elas 95 técnicos de campo, principalmente veterinários. Esse foi o quarto encontro – de um circuito de sete, que começou no Rio Grande do Sul, no fim de julho, e terminará em Minas Gerais, no fim deste mês (dia 28), com discussões sobre os números do Brasil e regionais.
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Qual é a dificuldade em se aumentar a taxa média de prenhez das fazendas acompanhadas pelo Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho (Gerar), que não avança da casa dos 50,5%? Por que não há continuidade no desempenho reprodutivo das precocinhas quando se tornam primíparas? Por que muitas fazendas relutam em descartar vacas, enquanto não atingem índices de prenhez de 80-85% no rebanho?
Essas e outras perguntas formaram o caldo de cultura do rico debate promovido durante a reunião do Gerar Corte, na capital do Mato Grosso, Cuiabá, durante os dias 22 e 23 de agosto, com a presença de 108 pessoas, entre elas 95 técnicos de campo, principalmente veterinários. Esse foi o quarto encontro – de um circuito de sete, que começou no Rio Grande do Sul, no fim de julho, e terminará em Minas Gerais, no fim deste mês (dia 28), com discussões sobre os números do Brasil e regionais.
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Qual é a dificuldade em se aumentar a taxa média de prenhez das fazendas acompanhadas pelo Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho (Gerar), que não avança da casa dos 50,5%? Por que não há continuidade no desempenho reprodutivo das precocinhas quando se tornam primíparas? Por que muitas fazendas relutam em descartar vacas, enquanto não atingem índices de prenhez de 80-85% no rebanho?
Essas e outras perguntas formaram o caldo de cultura do rico debate promovido durante a reunião do Gerar Corte, na capital do Mato Grosso, Cuiabá, durante os dias 22 e 23 de agosto, com a presença de 108 pessoas, entre elas 95 técnicos de campo, principalmente veterinários. Esse foi o quarto encontro – de um circuito de sete, que começou no Rio Grande do Sul, no fim de julho, e terminará em Minas Gerais, no fim deste mês (dia 28), com discussões sobre os números do Brasil e regionais.
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Carlos Guaritá, sócio-diretor da Leiloboi Leilões Rurais, analisa o mercado de reposição no Mato Grosso do Sul e projeta um cenário mais calmo para os preços até setembro.
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Essas e outras perguntas formaram o caldo de cultura do rico debate promovido durante a reunião do Gerar Corte, na capital do Mato Grosso, Cuiabá, durante os dias 22 e 23 de agosto, com a presença de 108 pessoas, entre elas 95 técnicos de campo, principalmente veterinários. Esse foi o quarto encontro – de um circuito de sete, que começou no Rio Grande do Sul, no fim de julho, e terminará em Minas Gerais, no fim deste mês (dia 28), com discussões sobre os números do Brasil e regionais.
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