Para mitigar riscos, grupo mato-grossense LF Pec finca o pé em diferentes regiões produtoras do País, investe em governança e quer terminar 200.000 bovinos/ano até 2030
Fotos: Ariosto Mesquita
Por Ariosto Mesquita
O empresário e médico veterinário Francisco Camacho tem uma trajetória de sucesso na pecuária. Começando, em 1989, com 41 novilhas, ele construiu uma das maiores holdings do setor, seguindo um conceito pouco praticado por pecuaristas: a diversificação geográfica para mitigação de riscos climáticos e comerciais.
Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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O empresário e médico veterinário Francisco Camacho tem uma trajetória de sucesso na pecuária. Começando, em 1989, com 41 novilhas, ele construiu uma das maiores holdings do setor, seguindo um conceito pouco praticado por pecuaristas: a diversificação geográfica para mitigação de riscos climáticos e comerciais.
Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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Fotos: Ariosto Mesquita
Por Ariosto Mesquita
O empresário e médico veterinário Francisco Camacho tem uma trajetória de sucesso na pecuária. Começando, em 1989, com 41 novilhas, ele construiu uma das maiores holdings do setor, seguindo um conceito pouco praticado por pecuaristas: a diversificação geográfica para mitigação de riscos climáticos e comerciais.
Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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O empresário e médico veterinário Francisco Camacho tem uma trajetória de sucesso na pecuária. Começando, em 1989, com 41 novilhas, ele construiu uma das maiores holdings do setor, seguindo um conceito pouco praticado por pecuaristas: a diversificação geográfica para mitigação de riscos climáticos e comerciais.
Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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Carlos Guaritá, sócio-diretor da Leiloboi Leilões Rurais, analisa o mercado de reposição no Mato Grosso do Sul e projeta um cenário mais calmo para os preços até setembro.
O empresário e médico veterinário Francisco Camacho tem uma trajetória de sucesso na pecuária. Começando, em 1989, com 41 novilhas, ele construiu uma das maiores holdings do setor, seguindo um conceito pouco praticado por pecuaristas: a diversificação geográfica para mitigação de riscos climáticos e comerciais.
Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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O empresário e médico veterinário Francisco Camacho tem uma trajetória de sucesso na pecuária. Começando, em 1989, com 41 novilhas, ele construiu uma das maiores holdings do setor, seguindo um conceito pouco praticado por pecuaristas: a diversificação geográfica para mitigação de riscos climáticos e comerciais.
Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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Sua empresa, a LF Pec (L é a inicial do nome de sua mãe, Leonor, e F de seu pai, Francisco), hoje conta com nove unidades produtivas entre fazendas (perto de 18.000 ha de terras arrendadas e próprias) e confinamentos em cinco Estados (MT, SP, BA, TO e PA), além de já começar a prospectar oportunidades no Maranhão.
Estrategista nato, Camacho concluiu que, se expandisse seu trabalho para regiões brasileiras com perfis pecuários distintos, poderia minimizar eventuais impactos de perdas ou crises pontuais, além de diversificar seus negócios. Essa visão foi sendo construída ao longo dos anos, desde que ele arrendou a primeira gleba na Chapada dos Guimarães (MT), trocando depois São Paulo pelo Mato Grosso, em 2000, e depois priorizando a terminação intensiva, em 2012.
Hoje, o carro-chefe da empresa é a Fazenda Jaguar, propriedade que Camacho arrendou até 2040. Localizada em Nortelândia, no centro-oeste mato-grossense, ela tem 4.000 ha e um confinamento de 187 baias, com capacidade estática para engordar 30.000 cabeças, além de 37 piquetes para semiconfinar outros 20.000 animais. As outras fazendas têm perfis diversos, mas todas procuram seguir o modelo da intensificação.
“No ponto de vista de custos, é melhor estar concentrado, mas, para mitigar riscos, é melhor estar um pouco em cada lugar”, justifica. Nos últimos anos, o grupo tornou-se uma referência na engorda. “Em 2020, após oito anos tendo o confinamento como principal atividade (70% dos nossos negócios), atingimos a marca de 500.000 animais terminados”, comemora Camacho. A empresa projeta atingir a marca de um milhão de bois abatidos até final de 2025.
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