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Que venham os desafios!

Oswaldo Ribeiro, presidente da Acrimat, fala da inserção da entidade – que completou 50 anos de existência – nas questões que mais afetam a pecuária do MT

“Temos 4.000 associados, 80% do rebanho do Estado e não dependemos de dinheiro público” – Oswaldo Ribeiro

Por Ariosto Mesquita

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) chega aos 50 anos reunindo cerca de 4.000 associados, dentro do Estado detentor do maior rebanho bovino do País (perto de 31 milhões de cabeças) e reconhecida como uma das principais entidades representativas de pecuaristas no Brasil. Fundada em 17 de setembro de 1970, permaneceu com seu raio de ação limitado à capital, Cuiabá, por 38 anos. A partir de 2008 se “estadualizou” e ganhou disponibilidade financeira graças à criação do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), mecanismo de arrecadação de recursos privados, oriundos da própria atividade pecuária no Estado. O modelo, que não exige nenhuma contribuição financeira do associado, chamou a atenção de outros estados e serviu de espelho para a criação, em 2017, da Associação dos Criadores do Pará (Acripará).

Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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“Temos 4.000 associados, 80% do rebanho do Estado e não dependemos de dinheiro público” – Oswaldo Ribeiro

Por Ariosto Mesquita

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) chega aos 50 anos reunindo cerca de 4.000 associados, dentro do Estado detentor do maior rebanho bovino do País (perto de 31 milhões de cabeças) e reconhecida como uma das principais entidades representativas de pecuaristas no Brasil. Fundada em 17 de setembro de 1970, permaneceu com seu raio de ação limitado à capital, Cuiabá, por 38 anos. A partir de 2008 se “estadualizou” e ganhou disponibilidade financeira graças à criação do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), mecanismo de arrecadação de recursos privados, oriundos da própria atividade pecuária no Estado. O modelo, que não exige nenhuma contribuição financeira do associado, chamou a atenção de outros estados e serviu de espelho para a criação, em 2017, da Associação dos Criadores do Pará (Acripará).

Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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“Temos 4.000 associados, 80% do rebanho do Estado e não dependemos de dinheiro público” – Oswaldo Ribeiro

Por Ariosto Mesquita

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) chega aos 50 anos reunindo cerca de 4.000 associados, dentro do Estado detentor do maior rebanho bovino do País (perto de 31 milhões de cabeças) e reconhecida como uma das principais entidades representativas de pecuaristas no Brasil. Fundada em 17 de setembro de 1970, permaneceu com seu raio de ação limitado à capital, Cuiabá, por 38 anos. A partir de 2008 se “estadualizou” e ganhou disponibilidade financeira graças à criação do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), mecanismo de arrecadação de recursos privados, oriundos da própria atividade pecuária no Estado. O modelo, que não exige nenhuma contribuição financeira do associado, chamou a atenção de outros estados e serviu de espelho para a criação, em 2017, da Associação dos Criadores do Pará (Acripará).

Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

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Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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Por Ariosto Mesquita

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) chega aos 50 anos reunindo cerca de 4.000 associados, dentro do Estado detentor do maior rebanho bovino do País (perto de 31 milhões de cabeças) e reconhecida como uma das principais entidades representativas de pecuaristas no Brasil. Fundada em 17 de setembro de 1970, permaneceu com seu raio de ação limitado à capital, Cuiabá, por 38 anos. A partir de 2008 se “estadualizou” e ganhou disponibilidade financeira graças à criação do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), mecanismo de arrecadação de recursos privados, oriundos da própria atividade pecuária no Estado. O modelo, que não exige nenhuma contribuição financeira do associado, chamou a atenção de outros estados e serviu de espelho para a criação, em 2017, da Associação dos Criadores do Pará (Acripará).

Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

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Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

“Temos 4.000 associados, 80% do rebanho do Estado e não dependemos de dinheiro público” – Oswaldo Ribeiro

Por Ariosto Mesquita

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) chega aos 50 anos reunindo cerca de 4.000 associados, dentro do Estado detentor do maior rebanho bovino do País (perto de 31 milhões de cabeças) e reconhecida como uma das principais entidades representativas de pecuaristas no Brasil. Fundada em 17 de setembro de 1970, permaneceu com seu raio de ação limitado à capital, Cuiabá, por 38 anos. A partir de 2008 se “estadualizou” e ganhou disponibilidade financeira graças à criação do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), mecanismo de arrecadação de recursos privados, oriundos da própria atividade pecuária no Estado. O modelo, que não exige nenhuma contribuição financeira do associado, chamou a atenção de outros estados e serviu de espelho para a criação, em 2017, da Associação dos Criadores do Pará (Acripará).

Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

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Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

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“Temos 4.000 associados, 80% do rebanho do Estado e não dependemos de dinheiro público” – Oswaldo Ribeiro

Por Ariosto Mesquita

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) chega aos 50 anos reunindo cerca de 4.000 associados, dentro do Estado detentor do maior rebanho bovino do País (perto de 31 milhões de cabeças) e reconhecida como uma das principais entidades representativas de pecuaristas no Brasil. Fundada em 17 de setembro de 1970, permaneceu com seu raio de ação limitado à capital, Cuiabá, por 38 anos. A partir de 2008 se “estadualizou” e ganhou disponibilidade financeira graças à criação do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), mecanismo de arrecadação de recursos privados, oriundos da própria atividade pecuária no Estado. O modelo, que não exige nenhuma contribuição financeira do associado, chamou a atenção de outros estados e serviu de espelho para a criação, em 2017, da Associação dos Criadores do Pará (Acripará).

Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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“Temos 4.000 associados, 80% do rebanho do Estado e não dependemos de dinheiro público” – Oswaldo Ribeiro

Por Ariosto Mesquita

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) chega aos 50 anos reunindo cerca de 4.000 associados, dentro do Estado detentor do maior rebanho bovino do País (perto de 31 milhões de cabeças) e reconhecida como uma das principais entidades representativas de pecuaristas no Brasil. Fundada em 17 de setembro de 1970, permaneceu com seu raio de ação limitado à capital, Cuiabá, por 38 anos. A partir de 2008 se “estadualizou” e ganhou disponibilidade financeira graças à criação do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), mecanismo de arrecadação de recursos privados, oriundos da própria atividade pecuária no Estado. O modelo, que não exige nenhuma contribuição financeira do associado, chamou a atenção de outros estados e serviu de espelho para a criação, em 2017, da Associação dos Criadores do Pará (Acripará).

Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

“Temos 4.000 associados, 80% do rebanho do Estado e não dependemos de dinheiro público” – Oswaldo Ribeiro

Por Ariosto Mesquita

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) chega aos 50 anos reunindo cerca de 4.000 associados, dentro do Estado detentor do maior rebanho bovino do País (perto de 31 milhões de cabeças) e reconhecida como uma das principais entidades representativas de pecuaristas no Brasil. Fundada em 17 de setembro de 1970, permaneceu com seu raio de ação limitado à capital, Cuiabá, por 38 anos. A partir de 2008 se “estadualizou” e ganhou disponibilidade financeira graças à criação do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov), mecanismo de arrecadação de recursos privados, oriundos da própria atividade pecuária no Estado. O modelo, que não exige nenhuma contribuição financeira do associado, chamou a atenção de outros estados e serviu de espelho para a criação, em 2017, da Associação dos Criadores do Pará (Acripará).

Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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Ao longo dos anos a atuação da Acrimat ajudou a viabilizar conquistas para o produtor, como a ampliação no prazo de pagamento para a linha de recuperação de pastagem via Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), de seis para 12 anos, e garantia de assistência técnica e jurídica aos credores dos frigoríficos em processo de recuperação judicial.

O estatuto da associação estabelece mandatos de três anos para a diretoria eleita (não remunerada). Apesar do período relativamente curto de gestão, na última década manteve um padrão de ações graças à manutenção de uma enxuta equipe técnica e administrativa, atualmente de 15 profissionais. Além de ter assento em entidades nacionais como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e voz em comitês decisivos, como a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte (da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), sua forte representatividade é reconhecida também no exterior.

Hoje a entidade representa o País na Aliança Internacional da Carne Bovina (IBA, da sigla em inglês) que reúne organizações de pecuaristas de sete países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia e Paraguai. A atual diretoria da Acrimat (40 pessoas, incluindo 13 representantes regionais), assumiu em janeiro deste ano e é encabeçada pelo pecuarista e médico radiologista Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, natural de Bauru (SP) e selecionador de touros Nelore PO no município de Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Nesta entrevista exclusiva ao jornalista Ariosto Mesquita para a DBO, o presidente fala do momento da pecuária mato-grossense diante da agenda ambiental, dos desafios sanitários de um Estado com uma fronteira internacional de 940 km de extensão e afirma que só “doente mental” ateia fogo em suas próprias terras.

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